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Os Adivinhos by Libba Bray
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Das 5 estrelas mais altas que eu já dei em toda a minha vida! Fenomenal!

Opinião no blogue: themisterysgarden.blogspot.pt/2015/01...

 2014 já estava marcado como um ano de excelentes leituras, mas só mesmo um livro como Os Adivinhos para garantir que acabava o ano com uma satisfação imensa e um sorriso na cara.

 Desde que li o clássico O Grande Gatbsy, ou, mais importante ainda, desde que assisti à sua adaptação cinematográfica de 2013, que histórias sobre os anos 20 me atraem como um íman. Encontrar um livro como este, ainda por cima com uma capa tão chamativa e com uma bela grossura que promete entretenimento durante uns bons dias, não foi uma mera coincidência: foi o destino que quis que eu me apaixonasse à primeira vista por um livro que tantas surpresas me iria reservar. Uma combinação deliciosa de «policial, fantasia paranormal e drama histórico» era o que prometia e cumpriu a sua promessa até à última página.

 A Nova Iorque da Louca Idade do Jazz é o pano de fundo desta obra que dá início à série The Diviners. Mais especificamente no ano de 1926, durante a Lei Seca, tendo a oportunidade de visitar bares clandestinos, cinemas, teatros, ruas desertas e ruas cheias de gente, entre outros locais ora misteriosos, ora fascinantes. Num mundo pós-primeira Guerra Mundial, assistimos à modernização dos Estados Unidos da América. Os carros já enchem as ruas. As leis não proíbem as pessoas de se divertirem à custa do álcool. Ainda são feitas distinções entre negros e brancos. Há sempre festas a decorrer, há sempre movimento na Cidade que Nunca Dorme«A cidade usava tanta corrupção como eletricidade» (Pág. 85). E os sonhos. Oh, os sonhos, alimentados pelas luzes de néon e pelas melodias escutadas na rádio ou na rua. Será que esta cidade maravilha de luz e animação pode ter algo de negro e obscuro?

 A menina Evangeline O'Neil, de Zenith, Ohio, de dezassete anos, é a protagonista desta história fascinante. Mais conhecida como Evie, esta rapariga moderna vive intensamente a época em que vive: não perde uma oportunidade para participar numa festa com as amigas ou visitar aquele speakeasy de que ouviu alguém falar. Esta rapariga cheia de vida é conhecida por se meter constantemente em sarilhos, embora esteja cansada de ser conhecida pelos piores motivos. Ela continua a sonhar com o dia em que será finalmente notada pelas razões certas, rodeada de comentários lisonjeadores, em que receberá a atenção de todos e a sua admiração. Quando Evie se mete em sarilhos devido ao seu dom secreto, que nunca revelou a ninguém, acaba por ser enviada pelos pais para Manhattan, para os cuidados do tio Will, o curador do Museu Americano de Folclore, Superstição e Ocultismo, mais conhecido como «Museu dos Arrepios». Para Evie, esta é uma chance de concretizar finalmente o seu sonho, ser notada.
 Quando Evie chega a Nova Iorque, procura a sua melhor amiga, Mabel Rose, uma rapariga pouco moderna que vive na sombra dos pais, e as duas envolvem-se em loucas aventuras. Viver com o seu tio Will e o seu assistente, Jericho, um rapaz calado e misterioso, parece ser a parte menos interessante de viver em Manhattan, mas nada a impede de viver os Loucos Anos 20 como uma rapariga da sua idade. Conhecer Theta, uma Ziegfeld Girl, dá-lhe a oportunidade de visitar os melhores e mais interessantes lugares da cidade. Tudo parece caminhar para o lado certo. E os sonhos que guarda no coração nunca antes lhe pareceram tão belos.

«- Não te parece que esta noite qualquer coisa poderia acontecer?
- Estamos em Manhattan. Qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento».
(Pág. 259)

«Era por isso que adorava aquela cidade - uma pessoa podia ser quem quisesse».
(Pág. 427)

 Mas Evie descobre coisas relacionadas com o seu estranho dom, e que este esconde muito mais do que aparenta - e é mais poderoso do que imagina. Quando começa uma onda de estranhos homicídios e é encontrado um cadáver num estado bastante macabro e coberto de peculiares símbolos, a ajuda de Will é solicitada. Este assassino em série esconde um mal terrível e, à medida que Will, Jericho e Evie avançam na investigação destes macabros assassinatos, esta começa a compreender como o seu dom de Adivinha pode ser útil para travar um homicida impossível de dissuadir do seu objetivo.

 Ao mesmo tempo, acompanhamos a vida de outras personagens igualmente intrigantes, vão surgindo cada vez mais mistérios, somos confrontados com meias-verdades que nos obrigam a perguntar o seguinte: Que e quantos mais segredos e esconde Nova Iorque?


 Para nos descrever esta narrativa complexa e intrigante, temos a escrita de Libba Bray, uma escrita impossível de resistir, um estilo que nos agarra por completo às páginas deste livro, que nos apaixona e nunca nos larga, mesmo após o fim desta obra. Ela pode muito bem ser um calhamaço, mas não se deixem enganar pelo seu tamanho; avançamos na história com extrema facilidade, desfolhamos folhas e folhas quase que inconscientemente e, quanto mais avançamos, mais desejamos que este livro fosse maior. Os mistérios nunca param de surgir, cada virar de página promete uma nova intriga, e elas acabam por ser tantas que é pouco provável que o leitor não se questione se realmente chegará a obter todas as respostas em apenas um livro. A resposta é não, mas são essas mesmas respostas que tanto ansiamos, combinadas, repito, com o estilo de escrita único da autora, que tornam este livro tão irresistível, tão rico e tão maravilhoso, juntamente com os cenários e as personagens.

 Mas, oh, as personagens... Elas também são um mistério. Todas elas, cada uma delas, são únicas, são especiais, e nunca, mas nunca nos deixam de  surpreender. A divertida Evie proporciona-nos belos momentos de riso. O provocador Sam levou-me a soltar gargalhadinhas de colegial derretida. O enigmático Jericho desperta-nos um tal sentimento algo entre a curiosidade e o fascínio. A querida e doce Mabel obrigou-me a questionar de que é que somos feitos, se das influências ou das opiniões que não sabemos serem de todo nossas. O tio Will coloca na mesa diversas questões sobre a religião e o que os nossos olhos não conseguem ver. Theta leva-nos a pensar como o nosso Passado nos marca e modifica. O protetor e sonhador Memphis conquistou-me desde os primeiros momentos. O simpático e prestável Henry tão bem nos ensina os valores de uma verdadeira amizade. Os diálogos entre elas são algo de especial, e ainda agora, mesmo já tendo terminado esta leitura, me questiono o que mais me seduzia: se as conversas polvilhadas de bom humor ou se as descrições mágicas dos cenários mais magníficos. 

 Isto ainda não é tudo, porque a combinação de todo estes elementos tornam a narrativa ora divertida ora arrepiante. Sou grande apreciadora de thrillers e histórias de mistério, porém, nunca tinha lido uma obra que nos fascinasse de tal forma ao ponto de, mesmo nas cenas mais creepy, nos impedir que parar de ler. Este livro vem com as cenas mais pavorosas, que nos deixam com pele de galinha, com a capacidade de, ainda assim, nos encantar com o terror. A balança está perfeitamente equilibrada - entre o engraçado e o assustador - e todos os aspetos desta obra contribuem para isso.

 A vertente policial deste livro é tão genial quanto tudo o resto que o envolve, completamente diferente de tudo o que já tive oportunidade de ler. Gostei, sobretudo, do facto de o leitor ter acesso a certas informações, certas narrações de cenas relacionadas com os crimes que nos permitissem desvendar por nós parte do puzzle antes das personagens, bem como outras pistas. Desde a abertura ao desfecho, ele tanto pode exigir profundos momentos de reflexão como envolver cenas de grande tensão para o leitor. Ele mistura religião e o oculto, crenças e fanatismo e envolve outras questões relacionadas, sobre o que é real ou não.  Mesmo sendo ficção, algumas dessas questões têm a capacidade de nos fazer pensar além do que é um facto e do que não passa de uma história, se as histórias possuem mais verdade do que as ilusões que passam à frente dos nossos olhos. Afinal, em que é que o tio Will acredita?

«- Como se inventa uma religião? - perguntou Evie.
Will olhou por cima dos óculos.
- Basta dizer «Deus disse-me o seguinte» e depois esperar que as pessoas adiram».
(Pág. 147)

«A linha entre a religião e o fanatismo é difícil de delimitar».
(Pág. 215)

 E isto leva-nos a outro ponto, relacionado indiretamente com esta obra. Eu acredito profundamente na religião. Não estou a admitir que sou uma pessoa religiosa - se o sou ou não ainda estamos para descobrir - mas acredito no poder que as crenças têm sobre nós. Estes dois últimos excertos merecem um pouco de reflexão: O que há de errado em encontrar forças na nossa fé em Deus? Acreditar em mais do que um deus é errado? O que é o fanatismo? Quando é que uma crença se transforma em obsessão? Quando é que determinadas ações, motivadas pela religião, se tornam erradas? Estas frases mereceram um pouco da minha atenção, e acredito que outras despertar-vos-ão o vosso interesse. Este tipo de reflexão, derivado da leitura de um livro como este ou que surgiu da abordagem de certos temas que não envolvem diretamente este tipo de dúvidas, acaba por ser algo só nosso e único do leitor que nos leva a algo mais profundo.

 Uma protagonista como a deste livro é fundamental em muitas obras. Evie pode ser mais do que aparenta, e a verdade é que a minha relação com esta personagem teve os seus momentos. Adorei-a do princípio ao fim, mas, por vezes, as suas ações despertavam-me sentimentos um pouco entre a reprovação e a desilusão. Ela bem que pode ser, por vezes, mimada. Contudo, acabava sempre por me aperceber que, por vezes, não era muito diferente das pessoas que constantemente a julgavam:

«Algumas manhãs acordava e prometia:  Hoje farei tudo como deve ser. Não vou ser uma pessoa tão horrível. Não vou perder a cabeça nem ser indelicada. Não vou exagerar nas minhas piadas para que não seja preciso que todos se calem em sinal de reprovação. Serei bondosa, simpática, sensata e paciente. Como toda a gente gosta ».
(Pág. 293)

 A complexidade desta personagem agradou-me imenso e sei que ela ainda me reserva enumeras surpresas.

 Adorei também o casalinho principal e os contrastes entre as suas personalidades. Para aqueles que não são grandes fãs de romance: estejam descansados, que tal não tem tanto impacto na narrativa como possam imaginar. É algo que se desenvolve lentamente e por detrás dos acontecimentos principais, que não deixa de ser perceptível aos olhos do leitor, mas que não constituiu uma parte muito importante na trama. Ainda assim, adorei o seu desenvolvimento e a maneira como estas duas personagens, que sempre adorei, se complementam. Também gostei do primeiro casalinho da história e estou ansiosa para assistir à continuidade da evolução dessas quatro personagens.

 O final deste livro foi simplesmente mind-blowing! Os momentos finais deixaram-me totalmente abalada com todas as questões que ainda foram levantadas e com todos os últimos acontecimentos que não sei bem o que irão desencadear. Lair of Dreams, o volume que dá continuidade a este, estreia a 14 de abril de 2015 (data prevista) em inglês e eu espero que a ASA continue a traduzir a série. Se bem que  a capa de Os Adivinhos não nos dá de toda a ideia de haver uma continuação. Que azar! Não para mim, mas para a ASA. A partir do momento que esta doida varrida lê um livro como este, as editoras têm de ter bastante cuidado! Eles vão ver o que lhes espera!

«Os fantasmas existem. Os fantasmas são reais».
(Pág. 410)

«As pessoas têm tendência a pensar que o ódio é a emoção mais perigosa. Mas o amor é igualmente arriscado».
(Pág. 459)

«Há verdades neste mundo que as pessoas preferem não saber».
(Pág. 560)


 Classificação: * * * * * * * * * * [10/10 estrelas - Excelente]
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Quotes Mistery Liked

Libba Bray
“Your mother and I do not approve of drinking. Have you not heard of the Eighteenth Amendment?”

“Prohibition? I drink to its health whenever I can.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“You can’t blame a fella for kissing the prettiest girl in New York, can you, sister?” Sam’s grin was anything but apologetic.

Evie brought up her knee quickly and decisively, and he dropped to the floor like a grain sack. “You can’t blame a girl for her quick reflexes now, can you, pal?”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“How do you invent a religion?” Evie asked.

Will looked over the top of his spectacles. “You say, ‘God told me the following,’ and then wait for people to sign up.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“Evie replied with an eye-roll. “Do you think you can manage to not steal anything while I’m gone?”

“The only thing I’m trying to steal is your heart, doll.” Sam smirked.

“You’re not that talented a thief, Sam Lloyd.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“I’m not interested in being polite. It’s false.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“Some mornings, she’d wake and vow, Today, I will get it right. I won’t be such an awful mess of a girl. I won’t lose my temper or make unkind remarks. I won’t go too far with a joke and feel the room go quiet with disapproval. I’ll be good and kind and sensible and patient. The sort everyone loves. But by evening, her good intentions would have unraveled. She’d say the wrong thing or talk a little too loudly. She’d take a dare she shouldn’t, just to be noticed. Perhaps Mabel was right, and she was selfish. But what was the point of living so quietly you made no noise at all? “Oh, Evie, you’re too much,” people said, and it wasn’t complimentary. Yes, she was too much. She felt like too much inside all the time. So why wasn’t she ever enough?”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“I salute your spunk, but I question your sanity,” Sam said.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“There is nothing more terrifying than the absoluteness of one who believes he's right.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“Naughty John, Naughty John, does his work with his apron on. Cuts your throat and takes your bones, sells 'em off for a coupla stones.”
Libba Bray, The Diviners

Libba Bray
“But what was the point of living so quietly you made no noise at all?”
Libba Bray, The Diviners


Reading Progress

December 5, 2014 – Shelved
December 5, 2014 – Shelved as: to-read
December 19, 2014 – Started Reading
December 19, 2014 –
page 9
1.55% "Estou tão entusiasmada! :D"
December 19, 2014 –
page 20
3.45%
December 20, 2014 –
page 69
11.9% "Lovin' it so far! ♡ Como e que a Evie não gosta do museu dos arrepios? Eu adorava visitar aquele lugar!"
December 20, 2014 –
page 81
13.97% "OMG! So creepy! x)"
December 20, 2014 –
page 97
16.72% "A escrita da autora..! ♡ *-* ♡ Há qualquer coisa naquele Memphis... Adoro o clima do livro! É tudo tão fascinante!"
December 20, 2014 –
page 107
18.45%
December 21, 2014 –
page 150
25.86% "Como é que um livro pode ser tão engraçado e arrepiante ao mesmo tempo? \n Encontraste a leitora certa, amigo!"
December 21, 2014 –
page 171
29.48% "Tanto mistério dá com uma pessoa em doida! x)"
December 22, 2014 –
page 191
32.93% ""Os Adivinhos devem permanecer, ou tudo fracassará.""
December 22, 2014 –
page 212
36.55%
December 23, 2014 –
page 222
38.28% "Outro??? :-o"
December 23, 2014 –
page 238
41.03% "Aquele Jericho é um mistério!.."
December 23, 2014 –
page 245
42.24%
December 24, 2014 –
page 251
43.28%
December 26, 2014 – Shelved as: on-my-shelf
December 26, 2014 –
page 281
48.45% "Estes dois dias de Natal sem ler sequer uma página prejudicaram a leitura. Espero voltar a sentir aquela magia em torno da história e recuperar a ansiedade de descobrir o que irá acontecer a seguir. Estava mesmo a gostar deste livro. :-/"
December 27, 2014 –
page 304
52.41% "Give me my Unc Will!"
December 28, 2014 –
page 322
55.52% "OMG, GABE! :-o"
December 28, 2014 –
page 366
63.1% "(*SPOILER ALERT*)\n Oh meu Deus, não me digam que vem aí um duplo triângulo amoroso? :-o"
December 29, 2014 –
page 376
64.83%
December 29, 2014 –
page 435
75.0% "This book keeps getting better and better!"
December 29, 2014 –
page 465
80.17% "Vou ver se acabo este amanhã, antes de o ano acabar. Vai ser uma pena despedir-me deste livro. :("
December 30, 2014 –
page 499
86.03%
December 30, 2014 –
page 580
100.0% "Oh meu Deus... Este final... é demasiado. Ainda estou surpresa. Quase que chocada."
December 30, 2014 – Finished Reading
January 2, 2015 – Shelved as: favorites
January 2, 2015 – Shelved as: everyone-should-read
January 2, 2015 – Shelved as: series-that-weren-t-finished-yet
January 2, 2015 – Shelved as: young-adult
September 2, 2015 – Shelved as: best-endings

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Joana Pinela eu estou a ler este livro agora e estou a adorar..mas não sei se o segundo vai ou está a ser traduzido


Mistery JBooks wrote: "eu estou a ler este livro agora e estou a adorar..mas não sei se o segundo vai ou está a ser traduzido"

É mesmo algo de especial, espero que continue assim! :) Provavelmente a ASA nem se vai dar ao trabalho de por essa hipótese, desta editora não espero nada, com a fama que tem de continuar sempre as séries que traduz [ironia no seu melhor para expressar o meu desagrado com editoras portuguesas]. Tenho pensado em enviar-lhes um e-mail, mas não tenho muita fé.


Joana Pinela tenho muita pena que assim seja porque já ouvi maravilhas destes livros...eu estou a gostar de tudo menos da personagem principal é um bocadinho egocêntrica e egoísta por vezes mas de resto nada a apontar


Mistery JBooks wrote: "tenho muita pena que assim seja porque já ouvi maravilhas destes livros...eu estou a gostar de tudo menos da personagem principal é um bocadinho egocêntrica e egoísta por vezes mas de resto nada a ..."

Eu não tenho ouvido comentários assim tão positivos em relação ao segundo livros mas veremos...
Eu adoro a Evie por essas mesmas razões. É tão real e humana. Não é perfeita, e, sim, tem a mania, e, sim, é obcecada com a fama, mas adoro-a por isso mesmo. ^_^ É sassy e absolutamente fabulosa, mas entendo que não agrade a todos.


Joana Pinela eu percebo todas essas suas características mas certas coisas que ela faz principalmente no final do livro não foram mesmo nada atitudes que eu gostasse..eu pouco tenho ouvido falar do segundo livro ate porque me parece que anda agora tudo a ler os adivinhos


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