Nelson’s review of O Que Vemos Quando Lemos > Likes and Comments
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Sim, o livro é na verdade uma teoria muito própria de Mendelsund. Apreciei-o sobretudo como peça, com descobertas gráficas a cada página que nos dão vontade de o folhear apenas para o ver.
@Maria, como digo cada um de nós tem as suas teorias sobre o assunto, eu também tenho as minhas, algumas mais informadas outras meras suposições, por isso não quis sequer entrar pela discussão do que estava mais ou menos correto. Claro que se pode fazer tal, mas mesmo assumindo que é um mero discorrer sobre ideias, é preciso alguma humildade naquilo que se pode afirmar sobre aquilo que os outros pensam ou sentem.
@Susana, existem muitos artigos sobre o tema, sobre a diferença entre "consumir" um texto e uma imagem, um som, etc. Estes livros servem para levantar a ponta do véu. O tema é imensamente complexo, e existem alguns factos conhecidos, mas muita coisa ainda está por descobrir.
@Rita. Cheguei a ponderar fazer essa apreciação. Existe uma parte do livro que o aproxima do livro objeto, mas para tal o autor deveria ter-se centrado nisso mesmo. Mas depois de ver o livro no Plano Nacional de Leitura achei que tinha de colocar o dedo na ferida para não compactuar com o tipo de discurso. Existe muito que ele discute no livro que daria para conversas intermináveis e extremamente interessantes, tivesse o autor assumido uma outra postura.
Claro que sim, estamos apenas no campo das ideias, não sei como poderia o autor comprovar cientificamente. O facto de uma amostra pensar de determinada maneira, não é conclusivo para deixar de ser empirismo e passar a teoria. Aqui está uma das diferenças entre as ciências experimentais e as ciências sociais.
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Sim, o livro é na verdade uma teoria muito própria de Mendelsund. Apreciei-o sobretudo como peça, com descobertas gráficas a cada página que nos dão vontade de o folhear apenas para o ver.
@Maria, como digo cada um de nós tem as suas teorias sobre o assunto, eu também tenho as minhas, algumas mais informadas outras meras suposições, por isso não quis sequer entrar pela discussão do que estava mais ou menos correto. Claro que se pode fazer tal, mas mesmo assumindo que é um mero discorrer sobre ideias, é preciso alguma humildade naquilo que se pode afirmar sobre aquilo que os outros pensam ou sentem.
@Susana, existem muitos artigos sobre o tema, sobre a diferença entre "consumir" um texto e uma imagem, um som, etc. Estes livros servem para levantar a ponta do véu. O tema é imensamente complexo, e existem alguns factos conhecidos, mas muita coisa ainda está por descobrir.
@Rita. Cheguei a ponderar fazer essa apreciação. Existe uma parte do livro que o aproxima do livro objeto, mas para tal o autor deveria ter-se centrado nisso mesmo. Mas depois de ver o livro no Plano Nacional de Leitura achei que tinha de colocar o dedo na ferida para não compactuar com o tipo de discurso. Existe muito que ele discute no livro que daria para conversas intermináveis e extremamente interessantes, tivesse o autor assumido uma outra postura.
Claro que sim, estamos apenas no campo das ideias, não sei como poderia o autor comprovar cientificamente. O facto de uma amostra pensar de determinada maneira, não é conclusivo para deixar de ser empirismo e passar a teoria. Aqui está uma das diferenças entre as ciências experimentais e as ciências sociais.

Embora com o tempo tenho tendência para "desimaginar" as personagens secundárias, mas curioso, em cada livro fica sempre uma. pelo menos uma, da qual me lembro e consigo a partir dessa personagem invocar mentalmente a história do livro. :) mesmo em livros lidos há muito tempo.
Foi boa ideia colocares algumas referências. :) obrigado!