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A Cidade e as Serras
by
Biblioteca Ulisseia de Autores Portugueses #5
José Maria de Eça de Queiroz (Póvoa de Varzim, 25 de novembro de 1845 — Neuilly-sur-Seine, 16 de agosto de 1900), escritor e ensaísta, foi um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa. De nome completo José Maria de Eça de Queirós nasceu a Novembro de 1845, numa casa na Praça do Almada, em Póvoa de Varzim. O seu pai, J ...more
José Maria de Eça de Queiroz (Póvoa de Varzim, 25 de novembro de 1845 — Neuilly-sur-Seine, 16 de agosto de 1900), escritor e ensaísta, foi um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa. De nome completo José Maria de Eça de Queirós nasceu a Novembro de 1845, numa casa na Praça do Almada, em Póvoa de Varzim. O seu pai, J ...more
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Paperback, 247 pages
Published
1992
by Verbo
(first published 1901)
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Fundação Eça de Queirós - Tormes - Santa Cruz do Douro
A Cidade e as Serras foi o último livro escrito por Eça de Queirós (publicado já após a sua morte), e é mais um exemplar delicioso de ironia e comicidade.
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A leitura deste livro coincidiu com a minha descoberta de Trás-os-Montes como um lugar mágico, para onde decidi mudar-me passados alguns anos, fugindo à confusão de Lisboa.
Talvez esta circunstância tenha contribuído para o facto de ter ficado encantada com esta obra, onde o protagonista também se deixa seduzir pela vida no campo.
A reler, talvez em 2020, quando passarem 30 anos sobre a primeira leitura!
Talvez esta circunstância tenha contribuído para o facto de ter ficado encantada com esta obra, onde o protagonista também se deixa seduzir pela vida no campo.
A reler, talvez em 2020, quando passarem 30 anos sobre a primeira leitura!
Jacinto mora em Paris no 202, perto da Champs-Élysées , endereço cobiçado , centro de Paris, em uma casa luxuosa cercado de toda parafernália eletrônica mais modernas para a época ( fim do século 19) como elevadores , telefone, telégrafo ,relógio teatrofone , máquinas de escrever, etc . Ele é riquíssimo, dá festas para princesas, duques , escritores etc. Mas tudo isso não lhe traz felicidade. Acha tudo um tédio, se torna um pessimista, acha as pessoas fúteis, até o barulho da rua o incomoda ,
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Se há coisa a louvar em Eça de Queirós é consistência; não creio que este homem alguma vez tenha feito um livro mau, e não será exceção este A Cidade e as Serras, que se tornou sem dúvida alguma num dos meus livros favoritos de Eça, a par d'O Conde d'Abranhos. (view spoiler)
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Definitivamente, um dos meus livros favoritos, de um dos meus autores preferidos de sempre. Conta a transformação de um rapaz citadino, entediado e deprimido, ao redescobrir as suas origens rurais e o contacto com a natureza. Foi escrito há mais de 100 anos, mas é surpreendentemente actual.
Tenho este livro na minha PC
Tenho este livro na minha PC
Jan 29, 2018
Sérgio
rated it
really liked it
·
review of another edition
Shelves:
autores-portugueses
Publicado no Literatura à Solta, disponível em
http://literaturaasolta.blogspot.pt/2...
Eça de Queirós é um homem de surpresas. Tal como um prestidigitador, consegue, a cada passo, surpreender-me com algo que não esperava, de todo. A Cidade e as Serras não é excepção. Estamos perante a primeira obra póstuma de Eça, publicada um ano após a sua morte. É uma novela que, creio não se saber, pelo menos não obtive essa informação, não terá sido revista pelo autor, logo não sei até que ponto teria sido m ...more
http://literaturaasolta.blogspot.pt/2...
Eça de Queirós é um homem de surpresas. Tal como um prestidigitador, consegue, a cada passo, surpreender-me com algo que não esperava, de todo. A Cidade e as Serras não é excepção. Estamos perante a primeira obra póstuma de Eça, publicada um ano após a sua morte. É uma novela que, creio não se saber, pelo menos não obtive essa informação, não terá sido revista pelo autor, logo não sei até que ponto teria sido m ...more
8 de 10*
Antes de mais, gostaria de referir que, na minha opinião, com “Os Maias”, Eça de Queiroz elevou a fasquia. Adorei a sua escrita, os seus personagens e o seu enredo. Em “A Cidade e as Serras” o autor centrou-se muito mais nas descrições de locais e culturas e na grande diferença existente entre as riquezas da cidade e a simplicidade da aldeia, do que propriamente nos personagens e nas suas vivências. Talvez por isso, achei este livro um pouco maçudo e mais difícil de ler. Ainda assim, não ...more
Antes de mais, gostaria de referir que, na minha opinião, com “Os Maias”, Eça de Queiroz elevou a fasquia. Adorei a sua escrita, os seus personagens e o seu enredo. Em “A Cidade e as Serras” o autor centrou-se muito mais nas descrições de locais e culturas e na grande diferença existente entre as riquezas da cidade e a simplicidade da aldeia, do que propriamente nos personagens e nas suas vivências. Talvez por isso, achei este livro um pouco maçudo e mais difícil de ler. Ainda assim, não ...more

Fundação Eça de Queiroz , Quinta de Tormes – Baião – Santa Cruz do Douro
Publicado em 1901, no ano seguinte ao da morte de Eça de Queirós (1845-1900), A Cidade e as Serras foi desenvolvido a partir da ideia central contida no conto Civilização, datado de 1892.
(view spoiler) ...more
Desde que li os
Contos
de Eça que fiquei interessada neste livro, pois o conto que mais adorei, "Civilização", deu origem a esta história. Resolvi lê-lo em férias, no Norte onde passei umas semaninhas com a família, porque me pareceu apropriado. Era para ter levado o livro mas resolvi trazer a versão e-book no Kindle pois, tal como Jacinto, quis levar um pouco da civilização comigo, para o meio rural. :P Não me arrependo, até porque contribuiu para uma leitura interessante e identifiquei-me
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A Cidade e as Serras de Eça de Queirós é uma adaptação do conto A Civilização presente na sua obra Contos. Jacinto pertencente à elite portuguesa é descrito pelo olhos do seu amigo José Fernandes. Jacinto vive em Paris junto de toda a civilização, de todo o progresso tecnológico, no seu tão aclamado 202, repleto das últimas invenções e atulhado de livros que nunca terá tempo para ler. Mas surge o momento em que terá de visitar a sua quinta na serra de Tormes, no Douro, desprovida de civilização.
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Adoro a escrita de Eça de Queirós. Como referi na minha review ao seu livro "A Capital!", mesmo quando existem repetições frequentes de palavras (quase icónicas, simbólicas do autor), a fluidez gramatical, as expressões utilizadas e todo o aparato vocabular de Eça são de se lhe tirar o chapéu.
Falando mais particularmente deste livro "A Cidade e as Serras", tenho a avisar futuros leitores que é necessária alguma força de vontade para ultrapassar certas fases menos dinâmicas da história. Principal ...more
Falando mais particularmente deste livro "A Cidade e as Serras", tenho a avisar futuros leitores que é necessária alguma força de vontade para ultrapassar certas fases menos dinâmicas da história. Principal ...more
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O livro está dividido, mais ou menos, em duas partes. Não gostei muito da primeira e a segunda foi boa. O Eça transmite-nos bem as sensações que o Jacinto está a vivenciar, assim a primeira parte, para mim, é uma "seca" e uma "maçada" e a segunda parte torna-se mais prazerosa.
É uma homenagem ao que é simples e português.
É uma homenagem ao que é simples e português.
O primeiro livro que leio por lazer de Eça de Queiroz e o início de uma nova história de amor por um escritor.
A Cidade e as Serras fala sobre Jacinto, um bon vivant parisiense que nasceu para viver a vida cosmopolita da cidade, que reúne os amigos no número 202 dos Campos Elísios e que de súbito se vê entediado por toda aquela rotina da cidade, pelas pessoas vazias e fúteis, sem qualquer profundidade. Jacinto começa assim a sofrer de um estado depressivo, narrado sempre pelo seu amigo Zé Fernan ...more
A Cidade e as Serras fala sobre Jacinto, um bon vivant parisiense que nasceu para viver a vida cosmopolita da cidade, que reúne os amigos no número 202 dos Campos Elísios e que de súbito se vê entediado por toda aquela rotina da cidade, pelas pessoas vazias e fúteis, sem qualquer profundidade. Jacinto começa assim a sofrer de um estado depressivo, narrado sempre pelo seu amigo Zé Fernan ...more
Nesta obra Eça enaltece as serras e demonstra as consequências das grandes cidades.
Jacinto era um homem de cidade, amante das artes e grandes centros. Sua cidade de eleição é Paris. Já o seu amigo prefere a frescura e a calma das serras.
No fim ambos chegam a conclusão que são nas serras que está a verdadeira realidade.
Jacinto era um homem de cidade, amante das artes e grandes centros. Sua cidade de eleição é Paris. Já o seu amigo prefere a frescura e a calma das serras.
No fim ambos chegam a conclusão que são nas serras que está a verdadeira realidade.
Tal como o título indica, neste livro existe o contraponto entre duas realidades distintas. De um lado, a Cidade. A modernidade, a civilização, o ócio e as festas provocam em Jacinto sentimentos como a melancolia, o aborrecimento, o cansaço. Do outro lado, a Serra. Jacinto no reencontro com a velha casa da família, em Tormes, renova-se, numa atitude de encantamento. Integrando-se na vida produtiva do campo, Jacinto aplica os seus conhecimentos técnicos e científicos à situação concreta de Tormes
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Feb 19, 2019
ana beatriz
rated it
it was amazing
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read-in-2019,
pocket-books
«Daquela janela, aberta sobre as serras, entrevia uma outra vida, que não anda somente cheia do Homem e do tumulto da sua obra. E senti o meu amigo suspirar como quem enfim descansa.»
A Cidade e as Serras é uma obra que oscila entre a iluminada Paris nos finais do séc. XIX e as prósperas serras do Baixo Douro, contando a história de um personagem que vive intensamente a urbe e tudo o que ela tem para oferecer, até que um dia acaba por se entediar com a civilização e rende-se à pacatez das serras de Portugal.
A dicotomia entre o urbano e o rural é tecida de forma muito interessante pelo autor, que descreve como ninguém quer a cidade, quer as serras. Eça usava de um vocabulário ...more
A dicotomia entre o urbano e o rural é tecida de forma muito interessante pelo autor, que descreve como ninguém quer a cidade, quer as serras. Eça usava de um vocabulário ...more
O 202, como é sempre referido o palácio de Jacinto é um autêntico museu da bugiganga, com máquinas e acessórios para fazer todo o tipo de serviço, e uma vasta biblioteca com livros dos grandes pensadores de todas as áreas da ciência. E isto era a civilização, rica em conhecimentos e novas engenhocas desenhadas para facilitar o dia a dia dos aristocratas de Paris. Só que para Jacinto tudo era aborrecido, uma maçada. Viver sem toda aquela civilização seria impensável, mas por outro lado nada lhe d
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A Cidade e as Serras – Eça de Queiroz | Pelo retorno a natureza do Homem do Século 19! | Leya 2010,(1ed, 1901), 240 páginas | Nota 4 em 5 | Lido de 10.08.16 a 11.08.16 | NITROLEITURAS
#resenha
Uma ótima surpresa do Mestre Eça, uma ácida e bem humorada crítica da loucura da vida urbana-consumista-alientada da alta burguesia, divertida de se ler!
SINOPSE
A Cidade e as Serras é um romance de Eça de Queirós, publicado em 1901, pertencente à última fase do escritor, onde se afasta do realismo e abandon ...more
#resenha
Uma ótima surpresa do Mestre Eça, uma ácida e bem humorada crítica da loucura da vida urbana-consumista-alientada da alta burguesia, divertida de se ler!
SINOPSE
A Cidade e as Serras é um romance de Eça de Queirós, publicado em 1901, pertencente à última fase do escritor, onde se afasta do realismo e abandon ...more
Na verdade, nunca passei dar tão poucas estrelas a um livro de Eça de Queirós, que, para mim, é o melhor escritor português de sempre, mas este foi uma desilusão enorme. São 233 páginas para contar algo que poderia ter sido feita numas míseras 35, tão pouca foi a ação que este livro viu; talvez se devesse ter ficado pelo conto "Civilização" e não o ter tentado (sim, tentado) passar a um romance. Posto isto, a única coisa boa que saliento nesta obra é a questão filosófica do campo Vs cidade, que
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Esse é o tipo de livro com humor sutil e inteligente, assim como a construção do livro; apesar de Jacinto ser o personagem principal, só conhecemos dele o que Zé Fernandes conhece, mas não fica superficial e nem forçado, fica de uma maneira surpreendentemente natural.
Paris me pareceu um pouco exagerada, mesmo representando a "civilização", mas dou um desconto, porque a cidade nunca pareceu tão engraçada e de certa forma ridícula como neste livro.
Paris me pareceu um pouco exagerada, mesmo representando a "civilização", mas dou um desconto, porque a cidade nunca pareceu tão engraçada e de certa forma ridícula como neste livro.
Por várias vezes me pareceu que esse livro não tinha realmente um rumo, que era só um estudo regionalista do autor, exemplificando como a serra sobrepõe a cidade. Chega a ser um pouco engraçado quando o Jacinto está a caminho de Portugal e quando se acostuma a sua terra e tenta socializar tudo mas ao final fico com a impressão que li um livro obrigatário para o vestibular.
Quando, no 11º ano, tive de ler Os Maias, percebi que a minha relação com o Sr. Eça ia ser (bastante) complicada. Foi o livro que demorei mais tempo a ler, acho que demorei uns bons meses, e lembro-me que foi com muita dificuldade e persistência que finalmente o acabei. Não me interpretem mal, acho que é um livro extremamente inovador para a época em que foi escrito e que descreve muito bem a sociedade portuguesa da altura. O problema, para mim, é que descreve demasiado. Quem leu este livro, ou
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Ler Eça é mergulhar completamente na narrativa e absorve-la até ao mínimo detalhe. Eça é, como se sabe, extremamente descritivo e utiliza amplamente recursos estilísticos, oferecendo uma leitura altamente "sensorial". O leitor vê, ouve e sente exatamente o cenário que está a ser descrito e até as ações desenvolvidas pelas personagens.
A Cidade e as Serras é uma obra absolutamente deliciosa, sobretudo para ler no Verão. O antagonismo constante entre a agitação da cidade e a quietude da serra, prod ...more
A Cidade e as Serras é uma obra absolutamente deliciosa, sobretudo para ler no Verão. O antagonismo constante entre a agitação da cidade e a quietude da serra, prod ...more
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José Maria Eça de Queirós was a novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal. He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th-century Portuguese novelist whose fame was international. The son of a prominent magistrate, Eça de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of
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