Em um caso como este — envolvendo uma criança —, nove em cada dez vezes o criminoso é alguém próximo. Um familiar, um amigo, um vizinho. Não se esqueça disso. Por mais abalados que aparentem estar, por mais improvável que pareça, eles sabem quem é o culpado. Talvez não conscientemente, e talvez não desde o início. Mas eles sabem. Eles sabem.

