Ela teve sua prometida crise de choro enquanto o vapor subia e a água batia nos azulejos. Ela perdeu, falhou. Não lhe restava mais nada. Chorou por Nina, sua amiga tão linda. Chorou pela casa que agora era habitada por outras pessoas. Pelos empregos que amara, a vida que construíra e o futuro com o qual sonhara. Quando já não tinha mais lágrimas para chorar, fechou a torneira e vestiu o pijama.

