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Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias
Marcelo quer mudar os nomes das coisas. Gabriela não gosta de Teresinha, mas quer ser parecida com ela. Caloca tem uma bola, e por isso começa e acaba o jogo quando quer. Alguém já viu outras crianças parecidas com estas?
64 pages, Paperback
First published June 1, 1986
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Community Reviews
Displaying 1 - 30 of 37 reviews
March 2, 2021
Em honra dos 90 anos de Ruth Rocha
O que mais gosto desse livro são os pequenos exercícios ao final de cada um dos três contos, como não bastasse a identificação no decorrer da leitura, a criança é estimulada a exercitar a imaginação na escrita, o que torna tudo mais interessante para uma leitura ativa.
Plus: Marcelo é o Retrato do Artista enquanto James Joyce criança.
O que mais gosto desse livro são os pequenos exercícios ao final de cada um dos três contos, como não bastasse a identificação no decorrer da leitura, a criança é estimulada a exercitar a imaginação na escrita, o que torna tudo mais interessante para uma leitura ativa.
Plus: Marcelo é o Retrato do Artista enquanto James Joyce criança.
May 22, 2016
"-Papai, papai, embrasou a moradeira do Latildo!"
Esse é um daqueles bons livros infantis, com histórias feitas para crianças pequenas, mas com temas que encantam e desafiam até os adultos. São três narrativas no volume: o curioso Marcelo na fase dos porquês se perguntando porque as coisas têm o nome que têm; as amigas Gabriela e Terezinha que acabam imitando uma à outra para serem aceitas pelo grupo; e Carlos Alberto, o dono da Bola, que aprende lições sobre egoísmo e a importância de compartilhar. É um clássico da literatura infantil brasileira, obrigatório para todos os que convivem ou trabalham com crianças de até 10 anos.
Esse é um daqueles bons livros infantis, com histórias feitas para crianças pequenas, mas com temas que encantam e desafiam até os adultos. São três narrativas no volume: o curioso Marcelo na fase dos porquês se perguntando porque as coisas têm o nome que têm; as amigas Gabriela e Terezinha que acabam imitando uma à outra para serem aceitas pelo grupo; e Carlos Alberto, o dono da Bola, que aprende lições sobre egoísmo e a importância de compartilhar. É um clássico da literatura infantil brasileira, obrigatório para todos os que convivem ou trabalham com crianças de até 10 anos.
May 31, 2024
Livro muito usado nos cursos de letras, esse é um clássico que indico para todos
November 22, 2017
O Marcelo eu lembro de quando li na escola, brincando com as palavras igual eu sempre fiz. Gostei também de conhecer Gabriela e Teresinha (ensinando sororidade desde 1976, arrasou, dona Ruth!) e que bom que o Caloca aprendeu o que precisava. :) hahahaha
April 18, 2025
Por que é que cadeira se chama cadeira e não sentador?” — Marcelo, o protagonista de Ruth Rocha, é o tipo de criança que pensa como um filósofo e fala como um poeta. Neste clássico da literatura infantil, acompanhamos um menino que questiona a lógica das palavras e tenta renomear o mundo à sua maneira.
É uma história divertida, inteligente e cheia de ritmo, agora com ilustrações vivas e expressivas de Raquel Costa. Para crianças que estão a descobrir o poder das palavras — e para adultos que precisam de se lembrar que a linguagem é, antes de tudo, um jogo criativo.
Li a edição da coleção Pererê: um pequeno tesouro da Tinta-da-China que recupera clássicos da literatura infantil brasileira, agora em edições de capa dura, cartonadas e ilustradas por nomes contemporâneos.
A ideia é simples, mas poderosa: apresentar às novas gerações histórias que marcaram infância atrás de infância — e lembrar aos adultos que a boa literatura infantil nunca deixa de nos pertencer.
Mais do que livros para crianças, estes títulos são convites a pensar, rir, sentir e partilhar. São perfeitos para ler em voz alta, para guardar na estante ou para voltar sempre que for preciso reencontrar o essencial. Porque às vezes, para compreender o mundo, basta um livro pequeno, com poucas palavras e muito coração.
É uma história divertida, inteligente e cheia de ritmo, agora com ilustrações vivas e expressivas de Raquel Costa. Para crianças que estão a descobrir o poder das palavras — e para adultos que precisam de se lembrar que a linguagem é, antes de tudo, um jogo criativo.
Li a edição da coleção Pererê: um pequeno tesouro da Tinta-da-China que recupera clássicos da literatura infantil brasileira, agora em edições de capa dura, cartonadas e ilustradas por nomes contemporâneos.
A ideia é simples, mas poderosa: apresentar às novas gerações histórias que marcaram infância atrás de infância — e lembrar aos adultos que a boa literatura infantil nunca deixa de nos pertencer.
Mais do que livros para crianças, estes títulos são convites a pensar, rir, sentir e partilhar. São perfeitos para ler em voz alta, para guardar na estante ou para voltar sempre que for preciso reencontrar o essencial. Porque às vezes, para compreender o mundo, basta um livro pequeno, com poucas palavras e muito coração.
November 14, 2021
Um dos livros que me transformaram em leitora; sem muitas intenções, mamãe comprou um exemplar pra mim e pro meu irmão. Gostaria de dizer que o disputávamos na leitura, mas só eu o lia, Gustavo nunca gostou de ficção — continua não gostando, sendo os únicos livros que lê os referentes a concurso público.
A estrela que não dei em minha avaliação é em relação ao seguinte: não se pode dizer a uma criança que a gente "brinca de índio", e nenhuma criança negra/parda achará bonita a representação de não-brancos no livro (não digam que exagero, tem muito disso nos livros infantis mais antigos: pardos, negros e indígenas sendo representados a partir dum estereótipo, ou sendo mal representados, com traços preguiçosos.)
Planejo ter um filho daqui uns poucos anos e, desde então, já comecei meu cotejo de literatura infantil. Meu companheiro é pardo; tem chances de nosso filho o ser também. Não posso ser irresponsável sob nenhuma circunstância e etnia, mas nessa hipótese envolve a autoestima e autoconfiança do futuro rebento.
A estrela que não dei em minha avaliação é em relação ao seguinte: não se pode dizer a uma criança que a gente "brinca de índio", e nenhuma criança negra/parda achará bonita a representação de não-brancos no livro (não digam que exagero, tem muito disso nos livros infantis mais antigos: pardos, negros e indígenas sendo representados a partir dum estereótipo, ou sendo mal representados, com traços preguiçosos.)
Planejo ter um filho daqui uns poucos anos e, desde então, já comecei meu cotejo de literatura infantil. Meu companheiro é pardo; tem chances de nosso filho o ser também. Não posso ser irresponsável sob nenhuma circunstância e etnia, mas nessa hipótese envolve a autoestima e autoconfiança do futuro rebento.
May 16, 2025
Merece toda a fama que tem e talvez um pouco mais.
Marcelo é um menininho que não está exatamente naquela fase do "por quê?" em que não apenas tenta entender, mas cria sua própria lógica. Sem zombar, sem violência, mas com muita compreensão e respeito tanto pela criança quanto pelo adulto, a autora explica como nessa curta história como isso funciona e o tipo de consequência que o mundo fantástico pode acarretar na vida real.
É tudo feito de uma forma simples, sem julgamentos fortes para que a criança de cinco ou seis anos possa entender porque os adultos se preocupam e para que os mesmos que acompanham a leitura vejam como é um processo natural do crescimento.
É essa singeleza e a beleza do texto que ainda encantam.
Recomendo.
Marcelo é um menininho que não está exatamente naquela fase do "por quê?" em que não apenas tenta entender, mas cria sua própria lógica. Sem zombar, sem violência, mas com muita compreensão e respeito tanto pela criança quanto pelo adulto, a autora explica como nessa curta história como isso funciona e o tipo de consequência que o mundo fantástico pode acarretar na vida real.
É tudo feito de uma forma simples, sem julgamentos fortes para que a criança de cinco ou seis anos possa entender porque os adultos se preocupam e para que os mesmos que acompanham a leitura vejam como é um processo natural do crescimento.
É essa singeleza e a beleza do texto que ainda encantam.
Recomendo.
January 30, 2021
"E agora, naquela família, todo mundo se entende muito bem.
O pai e a mãe do Marcelo não aprenderam a falar como ele, mas fazem força pra entender o que ele fala.
E nem estão incomodados com o que a visitas pensam..."
Como seria maravilhoso se os pais tentassem entender o que os filhos estão tentando falar 😌
Outra leitura super nostálgica!
O pai e a mãe do Marcelo não aprenderam a falar como ele, mas fazem força pra entender o que ele fala.
E nem estão incomodados com o que a visitas pensam..."
Como seria maravilhoso se os pais tentassem entender o que os filhos estão tentando falar 😌
Outra leitura super nostálgica!
August 25, 2026
I thought this was a good book especially the context behind where kids are always asking why things are called the things they are. And wondering why they can't make up their own words for things, and that things are called the things there called so people can identify and know what everyone is talking about.
May 5, 2019
Se não leu ainda, não perca tempo. O Marcelo é uma criança questionadora, como toda criança, pena que esquecemos de continuar assim quando viramos adultos e acabamos aceitando o que o mundo quer nos impor.
October 12, 2023
Esse foi o primeiro livro que ganhei na vida, com a dedicatóra de uma professora muito querida da pré-escola, e se tornou o meu livro favorito da infância. É, sem dúvida, um clássico da literatura infantil!
November 19, 2024
Read it. Loved the collage illustrations. Though, I’m clearly too much of an adult stickler as I thought the dog house fire should have taught Marcelo to speak normally rather than his parents to speak nonsense!
This entire review has been hidden because of spoilers.
May 14, 2025
Originally book as published Brazil in 1976 and then translated into English. I chose the book because Martello is a family name and not very common so I was curious. Marcelo is a young boy who questions why things are named the way they are and thinks they are named wrong and renames them. Cute.
August 19, 2026
Li esse livro para a Prova do Livro da escola e não gostei muito. A história é bem infantil, principalmente por ser um dos primeiros livros da autora, mas achei legal poder conhecer o começo de uma escritora famosa! Esse livro tem 3 contos e meus favorito foi o "Teresinha e Gabriela".
September 10, 2017
Perdonen que me salga lo internacionalista, pero esto es una pequeña dosis de constructivismo infantil.
October 3, 2018
Finalmente li a história do Marcelo, Marmelo, Martelo.
Mas fiquei com a sensação de já ter lido a história antes e de não ter lembrado.
Mas fiquei com a sensação de já ter lido a história antes e de não ter lembrado.
October 27, 2019
Vou deixar aqui registrado, porque acho que foi o primeiro livro que li efetivamente na vida, durante minha alfabetização. Tirarei a dúvida com minha mãe. Memória afetiva...
February 8, 2020
just read this for my niece bruh marcelo's parents were mean
May 18, 2020
emprestado - biblioteca,infantil,
August 13, 2023
es muy preguntón y muy chistoso y su cara también
July 29, 2024
me lo terminé en una sentada 10/10, marcelo que jodes!!!
July 29, 2024
eu chorei com esse livro desse gurizinho burro eu não acredito pelo amor de deus que mundo é esse
Read
January 26, 2025O Marcelo me deixava irritada. Quando era dia de ler esse na escolinha, eu queria falecer
February 7, 2025
li na aula de literatura infantojuvenil também, até hoje tenho minhas reflexões meio Marcelo
July 7, 2025
*One of the books from my childhood or teenage years—I'm not exactly sure when I read it, as I only remember bits and pieces—so I'm counting 2007 as the reading date.*
December 27, 2025
really strange - interesting illustrations
March 4, 2026
deve ser muito triste não ser brasileiro
July 14, 2026
Eu lia quando criança e agora leio para minha filha. Ela ama. Pede pra repetir a história toda noite. Que livro bom!
September 1, 2026
Does the artwork enhance the authors words? Yes, the illustrations are very abstract which drew me in, the book follows questions of why things are named they way they are and I think the art compliments that question.
March 9, 2025
Tenho certeza que se eu, minha mãe e meu irmão lermos esse livro juntos novamente, o som das risadas há de ser os mesmos da primeira vez.
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