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Sonetos
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Sonetos

4.16  ·  Rating details ·  1,405 ratings  ·  44 reviews
Florbela é a verdadeira poesia no feminino-singular.

Obra poética de rara sensibilidade em que o caso humano se faz poema.

Florbela é "Soror Saudade", irmã da amargura e voz da "Charneca em Flor".Colecção Grandes Clássicos da Poesia
Mass Market Paperback, 188 pages
Published April 1995 by Publicações Europa-América (first published 1934)
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Carmo
Dec 28, 2012 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Shelves: poesia, portugal, my-bib
Meu eterno livro de cabeceira.
Teresa
Dec 07, 2011 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Shelves: g-poesia, n-portugal, 5e
Hoje, quando cumpria o meu ritual semanal de namorar um pouco com os meus livros, toquei nos sonetos de Florbela. Tenho este livro desde 1981 e perdi a conta às vezes que o li. Dentro tem um papelinho no qual assinalei os sonetos que tanto falavam ao meu coração. Reli esses e alguns outros, e apercebi-me que perdi a capacidade para os ouvir. Excepto um...
"Perdi os meus fantásticos castelos
Como névoa distante que se esfuma...
Quis vencer, quis lutar, quis defendê-los:
Quebrei as minhas lanças u
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Joana Eyre
Jan 29, 2018 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Shelves: poesia, portugal, 2018
"Há muito me rendi a ela,
O espelho da minha alma.
Falo de Florbela,
Aquela que me acalma."

https://joana-eyre.blogspot.com/2019/...
Luís C.
The Alentejo birthplace fed his literary imagination and perhaps explains their constant oscillation between self-absorbed meditation and a kind of body and dispersive delivery to landscape (earth, sun, sap, flower). The pregnant aridity of life of the Alentejo moorland, which it describes as "sacred", provides her the metaphoric synthesis in which his poetry dives between pagan sensuality and mystical pantheism, as well as have provided her the title HEATH IN FLOWER.

----------------------- NOTE
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Carla
Feb 25, 2017 rated it liked it  ·  review of another edition
A beleza dos sonetos onde transparece uma melancolia, uma loucura, um narcissismo e um erotismo que nos deixa tão ou mais desequilibrados do que a própria Florbela Espanca.
É tão bom ler autores portugueses!
Gonçalo S Neves
Jan 17, 2016 rated it really liked it
Versos que nos chegam numa espécie de ditado e se entranham nas veias.
Cat  (cat-thecatlady)
compreendo a importância da obra da autora, mas pareceu-me que os poemas eram todos sobre os mesmos assuntos, sendo que começou a cansar passadas poucas páginas. não sou especialmente fã da linguagem utilizada também.

talvez tivesse adorado se tivesse lido à alguns anos atrás mas agora foi só uma leitura redundante e aborrecida
Vanda
Mar 31, 2013 rated it really liked it  ·  review of another edition
Florbela Espanca, poetisa fortemente influenciada por Camões e Antero de Quental, no que respeita à estrutura externa dos seus poemas (sonetos).
Estes deixam transbordar sensualismo, através de uma linguagem passional de um cunho muito pessoal. É a procura da felicidade que só será alcançada no infinito. Não se sente realizada na solidão que a envolve. A natureza, muitas vezes, é alvo dos seus anseios, da busca absoluta da felicidade que diz ter-lhe sido negada...os seus anseios levados ao excess
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Jo
Jan 02, 2014 rated it really liked it

Confesso que normalmente não leio poesia, mas não podia deixar de ler este livro de sonetos de Florbela Espanca. A intensidade,vulnerabilidade e emoção dos seus poemas não me deixaram de todo indiferente.
Resumindo : adorei!

Aqui deixo um dos meus poemas favoritos :

"Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...

Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente par
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Rosa Ramôa
Mar 29, 2014 rated it it was amazing
Sobre ter asas.
O mundo!
Orgulho e desdém...
EU sou alguém?
Paula
Jul 17, 2013 rated it really liked it  ·  review of another edition
Foi um refrescar da memória, porque ninguém escreve sobre amor, dor e sentimentos como a Florbela Espanca... com todo o carinho guardo este tesouro que tenho a certeza vou reler muitas mais vezes...
Rita Rosário
Tem sonetos bonitos, mas é demasiada melancolia para o meu gosto...
Daniela
Jan 09, 2015 rated it really liked it
Shelves: 2015, poetry
Charneca em Flor é absolutamente brilhante.
Quero andar com estes sonetos sempre comigo.
Sara
Mar 15, 2019 rated it it was amazing  ·  review of another edition
"Quem nos deu asas para andar de rastros?
Quem nos deu olhos para ver os astros
- Sem nos dar braços para os alcançar?"
Olga
Oct 14, 2011 rated it really liked it
Anos após ter lido este livro pela primeira vez, decidi pegar-lhe de novo e ver o que achava desta vez.
Bem, continuo a gostar tanto dele como sempre, se bem que, desta vez, notei que não gostei tanto da segunda metade desta compilação como da primeira, enquanto que antes tinha gostado de todo o livro por igual. Não que a segunda parte contenha poemas "inferiores" à primeira, penso que isto não passa de uma preferência pessoal já que me identifiquei mais com os poemas de uma parte do que da outr
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Helena
Este pequeno grande livro de sonetos de Florbela Espanca deu-me uma visão mais aprofundada da poetisa que já conhecia dos estudos académicos.

Apelidada de mulher-poeta, Florbela é o exemplo de como era difícil para as mulheres tomarem as rédeas da sua própria vida e como eram, tantas vezes, diminuídas e desvalorizadas perante uma sociedade em que os homens podiam e mandavam. Ela foi a excepção e a sua escrita, triste e melancólica, transmite-nos o seu sofrimento por procurar o amor num meio que a
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Joana
Em Busca do Amor

O meu Destino disse-me a chorar:
«Pela estrada da Vida vai andando;
E, aos que vires passar, interrogando
Acerca do Amor que hás de encontrar.»

Fui pela estrada a rir e a cantar,
As contas do meu sonho desfiando...
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando e perguntando...

Mesmo a um velho eu perguntei: «Velhinho,
Viste o Amor acaso em teu caminho?»
E o velho estremeceu... olhou...e riu...

Agora pela estrada, já cansados
Voltam todos para trás, desanimados...
E eu paro a murmura
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Cláudia
Aug 04, 2016 rated it it was ok  ·  review of another edition
Consigo ver nos versos de Florbela traços característicos da sua neurose. Penso que sem esse distúrbio, seria apenas mais uma escritora amadora.
Eu, pessoalmente, não gostei da sua poesia pelo simples facto de se arrastar sempre pelo mesmo caminho e de não arrebatar na minha leitura qualquer tipo de sentimento. Noto que toda a sua tristeza é transformada de maneira muito inteligente em versos puros e fortes mas têm uma linguagem poética tão forte que perdem a sua essência e naturalidade. Reconheç
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Jivana Drenth
Mar 11, 2016 rated it really liked it
Shelves: books-i-own, poetry
Para quê?!

Tudo é vaidade neste mundo vão...
Tudo é tristeza, tudo é pó, é nada!
E mal desponta em nós a madrugada,
Vem logo a noite encher o coração!

Até o amor nos mente, essa canção
Que o nosso peito ri à gargalhada,
Flor que é nascida e logo desfolhada,
Pétalas que se pisam pelo chão!...

Beijos de amor! Pra quê?!...Tristes vaidades!
Sonhos que logo são realidades,
Que nos deixa a alma como morta!

Só neles acredita quem é louca!
Beijos de amor que vão de boca em boca,
Como pobres que vão de porta em porta!
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Ana Ribeiro
May 03, 2015 rated it liked it
Não gostei muito deste livro, a Florbela era realmente uma grande poetisa; mas a grande maioria dos seus textos poéticos são tristes, dramáticos e negativistas. Onde há falta de amor, onde se sente a angustia, o sofrimento, o desespero, a solidão e a tristeza da autora. Tornando a leitura algo enfadonha.

No entanto, no meio de tantos textos tristes também existem alguns textos de uma rara beleza poética.

Recomendo a leitura, apesar de não ter gostado da mesma, os gostos mudam de pessoa para pessoa
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Pedro
Dec 31, 2013 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Eu não sou um grande fã de poesia, mas há obras que são incontornáveis e esta é uma delas. Ninguém escreve sonetos como os de Florbela Espanca. A meio da leitura caí na tentação de ouvir as versões em fado de Mariza dos sonetos Caravelas e Desejos Vãos. Ambas as interpretações capturam o essencial dos sentimentos derramados nestes versos: sonhos perdidos, amor não correspondido e o desejo da morte.

Recomendo o livro o quem gostar Camões, Antero ou poesia em geral.
Virgínia Mareco
Poemas imperdíveis/unmissable poems

O anseio pelo esplendor dos sentimentos é transmissível ao longo dos sonetos, alguns belos e melodiosos, outros denotando um desespero que só as almas mais sensíveis compreendem. É leitura obrigatória.

The yearning for the splendor of feelings is transmitted over the sonnets, some beautiful and melodious, others denoting a desperation that only the most sensitive souls understand. It is required reading.
Ana
Apr 06, 2010 rated it it was amazing
Shelves: portuguese
I'm not much of a fan of poetry. Or at least I wasn't until I «met» Florbela Espanca. Her poetry is filled with so much pain and suffering, and yet, sometimes I can feel hope in her verses. Her poetry makes me cry; makes me feel; makes me think and wonder about life. Whenever I'm in the mood I just pick up this book and read a few random pages. And I love it :)
Luis Alexandre Ribeiro Branco
Florbela is my favorite poet, her poems have the capacity of touching our inner most part of our person. It is simply unspeakable.
☕️ Inês
porque só uma vez não chega.
Carolina
Feb 17, 2011 rated it really liked it
Beauty in its highest form.
Branca
Jan 01, 2017 rated it it was amazing
Shelves: own
~ tanto sentimento ~
Daniela
I'm in love with her poetry since I learned about her at the age of 13. Never read all her sonets until now and of course I'm not disappointed. I love Florbela so much.
MARIO BASTOS
Jan 18, 2016 rated it it was amazing
A set of masterpieces in the genre.
Alexandra Pedro
May 21, 2019 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Shelves: favorites
"Florbela Espanca destaca-se pela descrição sumária e isenta de pudor de eventos e sentimentos. Cada palavra conquista o seu lugar na página. Sendo que praticamente todos os poemas (...) são escritos na primeira pessoa e abordam temas universais, o leitor facilmente se identifica com as palavras do narrador.
A abordagem repetitiva de tópicos melancólicos pode tornar a leitura dos sonetos de Florbela Espanca numa experiência ora reflexiva ora aborrecida, dependendo do leitor em questão. A maioria
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Florbela Espanca (birth name Flor Bela de Alma da Conceição), a poet precursor of the feminist movement in Portugal, she had a tumultuous and eventful life that shaped her erotic and feminine writings.

She was baptized as the child of an "unknown" father. After the death of her mother in 1908, Florbela was taken into the care of Maria Espanca and João Maria Espanca, for whom her mother had worked a
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“Torre de Névoa

Subi ao alto, à minha Torre esguia,
Feita de fumo, névoas e luar,
E pus-me, comovida, a conversar
Com os poetas mortos, todo o dia.

Contei-lhes os meus sonhos, a alegria
Dos versos que são meus, do meu sonhar,
E todos os poetas, a chorar,
Responderam-me então: “Que fantasia,

Criança doida e crente! Nós também
Tivemos ilusões, como ninguém,
E tudo nos fugiu, tudo morreu!...”

Calaram-se os poetas, tristemente...
E é desde então que eu choro amargamente
Na minha Torre esguia junto ao céu!...”
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