Gatekeeping is one of the media’s central roles in public life: people rely on mediators to transform information about billions of events into a manageable number of media messages. This process determines not only which information is selected, but also what the content and nature of messages, such as news, will be. Gatekeeping Theory describes the powerful process through which events are covered by the mass media, explaining how and why certain information either passes through gates or is closed off from media attention. This book is essential for understanding how even single, seemingly trivial gatekeeping decisions can come together to shape an audience’s view of the world, and illustrates what is at stake in the process.
Adquiri esse livro sobre a Teoria do Gatekeeping há alguns anos atrás, ainda antes da pandemia, e só fui lê-lo agora com a possibilidade de escrever um artigo sobre esse fenômeno. Os gatekeepers, ou os guardiões dos portões, são pessoas ou instituições que filtram as informações que devem ser processadas para o grande público. Essa teoria me fascina desde meu início na faculdade de comunicação. Contudo, depois de ler o começo do livro, me decepcionei bastante com o restante do conteúdo. Ele não dá conta de descrever propriamente o processo de gatekeeping, que é complexo e envolve inúmeras variáveis. O livro também não consegue abarcar as mudanaças da digitalização e principalmente da plataformização das mídias, uma vez que se dedica mais à mídia tradicional, alcançando apenas o advento dos sites, e-mail e blogs, ou seja, coisas ainda do século passado. Nesse caso, buscar as froteiras da semiosfera, da semiótica da cultura de Iuri Lotman, suas relações entre centro e periferia da cultura são mais eficientes para estudar o processo de gatekeeping e os gatekeepers do que a teoria formulada neste livro.
The concept that we are each gatekeepers of information, and especially media members are gatekeepers of information is helpful. The writing/style in the book was below average.