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O Ateneu
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O Ateneu

3.18  ·  Rating details ·  843 ratings  ·  32 reviews
Narrado em primeira pessoa, "O Ateneu" conta as reminiscências de Sérgio, personagem que faz uma viagem pela infância no tempo em que era aluno interno no Ateneu. A perda da inocência e a descoberta do universo das misérias humanas são o eixo da narrativa de uma das obras mais importantes do realismo brasileiro.
Paperback, 56 pages
Published 2000 by Rideel (first published 1888)
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Oziel Bispo
Apr 15, 2019 rated it it was amazing
Imagine um livro com uma síntese de tudo o que de melhor estava acontecendo na literatura brasileira do final do século XIX , com quase todos os estilos incluídos tais como poesia, ensaios, crônicas etc . Pois bem tudo isso está incluído nesse maravilhoso livro naturalista de Raul Pompéia, com muitos traços biográficos.

O livro tem por narrador, Sérgio , já adulto 30 anos, onde ele se recorda dos tempos em que passou em um colégio para rapazes situado no Rio de Janeiro chamado Ateneu, onde
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Otavio Albano
Aos estudantes do ensino fundamental e/ou médio, literalmente obrigados a ler este livro

Primeiramente, não espere um livro genial e fácil de entender. Imagine que você se transporta ao século XIX, é "trancado" num internato só de garotos e, já adulto, descreve o tempo que passou lá. Adicione a isso o fato de que você não era um dos alunos populares, muito pelo contrário: menor e mais fraco que a maioria, sofreu bullying na mão de alguns de seus colegas e foi, no geral, um cara quieto e isolado.
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Luís C.
Lisbon Book-Fair 2019
Sara Jesus
Jul 16, 2018 rated it really liked it  ·  review of another edition
Um livro de memórias, de saudade, de reflexões e da jornada de Sérgio desde a sua infância a sua adolescência. Foi uma obra que encontrei por acaso e adorei conhecer.

Uma história simples mas com algumas descrições filosóficas!
Walter
O Ateneu é uma obra cansativa, fatigante, estafante, extenuante, exaustiva, esgotante, fadigosa, trabalhosa, laboriosa, custosa, penosa, puxada, pesado e árdua; e, por isso, na maioria do tempo, resulta complicado seguir adiante com a leitura antes do seu esperado final. O autor se recreia na sua inteligência, intelecção, intelectualidade, mentalidade, erudição e sapiência, constantemente, quase como uma obra barroca. Desta forma, o que realmente dificulta àqueles- assim como eu - mais ...more
Andre
Mar 09, 2016 rated it did not like it  ·  review of another edition
Maybe Machado de Assis spoiled me with amazing Realism novels, but this one failed to impress. I found the story to be very dull and quite painful to read, and the school being a metaphor for society didn't rub me the right way. I know the narrator is an adult talking about his childhood memories, filtered through his years, but I would have liked a more innocent view on things, appropriate to the years he spent at the school. I did, however, enjoy reading the nods to homosexuality, which is ...more
Diogo Almeida
Um dos piores pecados do ensino médio brasileiro é forçar a garotada a ler livros do séc. XIX com vocabulário radicalmente diferente, muito concentrados no ideário da época, etc. Ser forçado a ler "Dom Casmurro" aos 16 anos, por exemplo, é dose pra leão, um atentado contra quem está tentando construir sua vontade de ler.

"Dom Casmurro", "Os sertões" e outros clássicos são melhor lidos quando temos maturidade para entender os dilemas das personagens e acompanhar melhor a história. "O ateneu" é um
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Guilherme
Aug 25, 2017 rated it really liked it  ·  review of another edition
O clássico de Raul Pompeia é uma das grandes experiências do século XIX em língua portuguesa, prenunciando a estética que seria explorada profundamente pelos modernistas portugueses como Mário de Sá-Carneiro e José Saramago, bem como os brasileiros do tipo como C. Lispector e Graciliano Ramos. O estilo impressionista/expressionista de Pompeia tem o seu lastro queirosiano, já que é notável seu uso da cor, da temperatura e da adjetivação nada ortodoxa para pintar os quadros da escola, mas ...more
Bruno
Oct 31, 2014 rated it really liked it  ·  review of another edition
Shelves: literatura-pt
Livro fantasticamente chato. Explico cientificamente. Cansativas, não, EXAUSTIVAS, MAÇANTES descrições líricas permeadas por hipérboles, parábolas, metáforas profundas baseadas em exímia mitologia grega. Tudo isso para descrever.... um fio de uma pipa... um almoço num refeitório... um jogo de bolinhas de gude... As idéias não andam, permanecem em intermináveis circuncolóquios que chegam a durar ATÉ 10 páginas (as vezes mais) de floreios (influência barroca aliás), um atrás do outro, um atrás do ...more
Jaqueline Gomes
Mar 27, 2014 rated it liked it
Tenho um pouco de ódio de autor que precisa de um livro inteiro pra enrolar e só deixar o último capítulo bom e interessante, o que também é o motivo pelo qual nunca abandono livros.
Raul Pompeia foi considerado o melhor autor de realismo depois do Machado, li isso em algum lugar e dei um voto de confiança, ledo engano, nada de Machado ou de realismo, as descrições são tão longas, enfadonhas e desnecessárias que me lembrou José de Alencar. Mas foi lido, no esforço e o final guardava algumas
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Misael Martins
*3,5 estrelas
Um grande clássico da literatura brasileira. Um livro muito descritivo, com o seu principal núcleo narrativo muito interessante e com uma forma de narração encantadora. As ilustrações do autor acrescentam um imenso valor à obra.
Ainda assim, pessoalmente, não adorei o livro e achei-o, em alguns pontos, cansativo, até porque, como termo de comparação a literatura brasileira clássica, tinha só Machado de Assis, e a Machado nada se compara, né?
(Portugal )
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Eric Rocha
Oct 14, 2013 rated it it was ok
Nota mental: lembrar de me preparar melhor antes de ler um livro escrito em 1888.
Simone GAndrade
Jun 02, 2019 rated it really liked it  ·  review of another edition
“Crônica de saudades”
Frase famosa: “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.”

A história se passa no século XIX, na cidade do Rio de Janeiro. O enredo foi inspirado na própria história do escritor Raul Pompéia que esteve num internato, o Colégio Abílio, dirigido por Abílio César Borges, o Barão de Macaúbas. Um romance moderno, a obra é considerada autobiográfica, o qual revela o moralismo e o ambiente corrupto em que ele próprio viveu, numa sociedade
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Ana Carla
Dec 13, 2017 rated it really liked it  ·  review of another edition
O meu exemplar é da editora L&Pm. Tem 202 páginas.

A prosa de Pompéia tem imagens lindas, evanescentes... Parecem impressões ressurgidas na memória do narrador, como uma fumaça que logo se dissipará. O difícil na leitura é se familiarizar com diversos aspectos muito próprios daquela época. todo o funcionamento de um colégio interno para meninos no Rio de Janeiro do século XIX... A disposição da arquitetura, os objetos usados naquela época, o modo como era organizado o currículo... Muitas
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Caio
Mar 25, 2019 rated it really liked it  ·  review of another edition
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Carlos Silva
Normalmente quando leio um livro fico imaginando como seria transportar certas cenas dele para um desenho, e quanto mais cenas interessantes eu quero retratar no final do livro, mais alta seria a nota. Dessa vez, quando terminei de ler, a única coisa que eu queria fazer era fechar o livro e esquecer o que acabei de ler, as poucas cenas minimamente interessantes dele são as subentendidas e não as relatadas, as que dão a entender que o autor queria contar mais coisas, mas não podia expressamente ...more
Daniel
Feb 17, 2018 rated it did not like it
O Ateneu is a story about a young boy, Sergio, and his journey through a strict boarding school. It could well be a coming of age story. However the thorough and boring attention to details, use of fancy outdated words and pages-lenght passages of philsophical questioning taks the focus away from the characters, which come out as stereotypes without depth. Furthermore, Sergio, the main character, is a passive one, whose's destiny and personality is more determined by the action of others than by ...more
Roberto Petrúcio
May 24, 2019 rated it liked it
Li essa obra em belíssima edição da Zahar.
Como dado positivo, o severo escrúpulo da forma do autor, o zelo que vota ao vernáculo.
Como dado um tanto negativo, o livro é panfletário da opção sexual do personagem principal.
João Figueiredo
Jan 30, 2020 rated it it was ok
Com grande características de diário, O Ateneu se mergulha na vida pessoal do autor não permitindo uma maior absorção da obra. Com linhas confusas e abafadas pelas emoções de uma descrição de trauma, a compreensão do livro como obra poética é retardada.
Rodolfo Rogério
Nov 16, 2019 rated it really liked it
Muito bom, porém a linguagem é muito rebuscada
João Luiz
May 26, 2019 rated it it was amazing
I love this book.The way of author think is expensive and that's is expressive in your way of writing.Without doubt high culture.
Thomaz Amancio
Oct 23, 2019 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Infância, alegoria, assombração, modernidade, ruína.
Cicero Nogueira
May 21, 2017 rated it liked it  ·  review of another edition
Shelves: 2017
É bom mas é ruim.
Priscilla Natalie
— Vais encontrar o mundo – disse-me meu pai, à porta do Ateneu. – Coragem para a luta.

É com essa fala belíssima que se inicia esse livro.
E QUE LIVRO, meus senhores.
Joseph
Mar 24, 2016 rated it really liked it  ·  review of another edition
Shelves: gift, owned-books
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Lucas Henrique
Apr 19, 2014 rated it liked it
Não tem como criticar muito o livro. Trata-se de um os exemplos mais explícitos do movimento naturalista da literatura brasileira. Chagas sociais,desilusão, sofrimento... O que distingue, porém, essa obra das demais, é a sua prosa complicada, prolíxa, quase que uma retomada ao barroco.
Têka
Oct 05, 2016 rated it it was ok
Apesar de ser um dos exemplos mais explícitos do movimento naturalista da literatura brasileira,é cansativo e fantasticamente chato. Exaustivas e desnecessárias descrições. As idéias parecem que não fluem, e o autor faz uso de intermináveis circuncolóquios que chegam a durar até 15 páginas.
Annie
Oct 09, 2012 added it
Provalvemente o livro mais chato e complicado que eu já li
Priscila
Most of it was painfully boring.
Suellen Rubira
May 26, 2011 rated it liked it
Embora meio massante às vezes, o livro traz questões interessantes.
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Raul d'Ávila Pompeia (April 12, 1863 — December 25, 1895) was a Brazilian novelist, short story writer and chronicler. He is famous for the Impressionist romance O Ateneu.
He is patron of the 33rd chair of the Brazilian Academy of Letters.
Pompeia was born in 1863, to Antônio d'Ávila Pompeia and Rosa Teixeira Pompeia. He ingressed in the Colégio Abílio, where he was a good student, and was the
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“Jóias deste preço imobilizavam-se nas coleções, inalienáveis por natureza como certos diamantes. Nem por isso era menos ardente a mercancia na massa febril da pequena circulação; da quantidade infinita dos outros selos, retangulares, octogonais, redondos, elipsoidais, alongados verticalmente, transversalmente, quadrados, lisos, denteados, antiqüíssimos ou recentes, ingleses, suecos, da Noruega, dinamarqueses, de cetro e espada, suntuosos Hannover, como retalhos de tapeçaria, cabeças de águia de Lubeck, torres de Hamburgo, águia branca da Prússia, águia em relevo da moderna Alemanha, austríacos, suíços de cruz branca, da França, imperiais e republicanos, de toda a Europa, de todos os continentes, com a estampa de um pombo, de navios, de um braço armado; gregos com a efígie de Mercúrio, o deus único que ficou de Homero, sobrevivo do Olimpo depois de Pã; selos da China com um dragão esgalhando garras; do Cabo, triangulares; da república de Orange com uma laranjeira e três trompas, do Egito com a esfinge e as pirâmides, da Pérsia de Nasser-ed-Din com um penacho, do Japão, bordados, rendilhados como panos de biombo e de ventarolas, da Austrália, com um cisne; do reino de Havaí, do Rei Kamehameha III, da Terra Nova com uma foca em campo de neve, dos Estados Unidos, de todos os presidentes, da República de São Salvador com uma auréola de estrelas sobre um vulcão, do Brasil, desde os enormes malfeitos de 1843, do Peru com um casal de lhamas; todas as cores, todos os sinetes com que os Estados tarifam as correspondências sentimentais ou mercantis, explorando indistintamente um desconto mínimo nas especulações gigantescas e o imposto de sangue sobre as saudades dos emigrados da fome.” 0 likes
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