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Cujo

Cujo é o primeiro livro do autor, um dos mais destacados artistas plásticos contemporâneos do país.

"Há que ressaltar o que é incomum: a corajosa abertura para a angústia, a qualidade distinta de sua inquietação. Só por isso, já é um livro que vale a pena ser lido." (Alberto Martins, Folha de S. Paulo)

88 pages, Paperback

First published January 1, 1993

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About the author

Nuno Ramos

26 books11 followers
Nuno Ramos nasceu em 1960, em São Paulo, onde vive e trabalha. Formado em filosofia pela Universidade de São Paulo, é pintor, desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor. Começou a pintar em 1984, quando passou a fazer parte do grupo de artistas do ateliê Casa 7. Desde então tem exposto regularmente no Brasil e no exterior. Participou da Bienal de Veneza de 1995, onde foi o artista representante do pavilhão brasileiro, e das Bienais Internacionais de São Paulo de 1985, 1989, 1994 e 2010. Em 2006, recebeu, pelo conjunto da obra, o Grant Award da Barnett and Annalee Newman Foundation.

Dente as exposições individuais que fez, destacam-se, em 2010, as produzidas na Gallery 32, em Londres, Inglaterra; no Galpão Fortes Vilaça, em São Paulo, Brasil; e no MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil. Em 2009, apresenta Mar morto (Soap Opera 2) na Galeria Anita Schwartz, no Rio de Janeiro. Em 2008, participa do projeto Respiração, da Fundação Eva Klabin, no Rio de Janeiro, com a exposição Pergunte ao. No mesmo ano, Asa branca, Funarte, Belo Horizonte, Brasil; Fodasefoice, Galpão Fortes Vilaça; Bandeira branca, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Brasil, e Galeria Bernardo Marques, Lisboa, Portugal. Em 2006, Ai de mim! , Galeria Fortes Vilaça, São Paulo; Vai, vai, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo. Em 2004, Morte das casas, CCBB, São Paulo e Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em 2003, O que são as horas?, MAP - Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte. Em 2002, Luz negra, Galeria Fortes Vilaça, e Terra da sede, Centro Universitário Maria Antônia, São Paulo. Em 1999 e 2000, realizou a primeira retrospectiva de sua obra, apresentada no Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, e no MAM, São Paulo, respectivamente. Ainda em 2000, ParaGoeldi 2, Casa Vermelha, Curitiba, Brasil. Em 1996, As vezes, reconstrução da galeria da Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória, Brasil, com modelo 10% menor que o original e em seu próprio interior; e ParaGoeldi, AS Studio, São Paulo. Em 1995, 46ª Bienal de Veneza, Itália; Milky Way, Brooke Alexander Art Gallery, Nova York, EUA. Em 1994, Montes, Sesc Pompéia, São Paulo. No final de 1992, apresenta, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, 111, obra produzida sob o impacto do assassinato de 111 presidiários na invasão da Casa de Detenção do Carandiru, em São Paulo, ocorrida em outubro daquele ano. Também em 1992, expõe no Centro de Estudos Brasileiros, Assunção, Paraguai.

Nas exposições coletivas de que participou destacam-se, em 2010, a XXIX Bienal Internacional de São Paulo. Em 2008, De perto e de longe - Paralela 08, Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo; e God Is Design, Galpão Fortes Vilaça. Em 2005, 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 29º Panorama de arte brasileira, MAM, São Paulo. Em 2004, Afinidades e diversidades, Projeto Carlton Encontro com Arte, São Paulo - exposição conjunta com o americano Frank Stella, influência importante em sua obra. Em 2003, Novas aquisições 2003 - Coleção Gilberto Chateubriand, MAM, Rio de Janeiro, e Marcantonio Vilaça - Passaporte contemporâneo, MAC/USP - Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Em 2000, O trabalho do artista, Instituto Itaú Cultural, São Paulo; e a exposição itinerante Ultrabaroque - Aspects of Post Latin American Art, Museum of Comtemporary Art, San Diego, EUA/Museu de Arte de Porto Rico, Porto Rico/Chicago Cultural Center, Chicago, EUA/Atarazanas, Valência, Espanha/Forth Worth Museum of Modern Art, São Francisco, EUA/Museum of Modern Art, Walker Art Center, Mineápolis, EUA. Em 1999, Por que Duchamp? , Paço das Artes, São Paulo. Em 1997, Fronteiras, Itaú Cultural, São Paulo. Em 1994, Mácula, XXII Bienal Internacional de São Paulo. Em 1992, Latin American Artists of the 20th Century, Sevilha, Espanha/Centre Pompidou, Paris, França/Colônia, Alemanha/MOMA - Museum of Modern Art, Nova York, EUA. Em 1989, XX Bienal Internacional de São Paulo. Em 1988, Brasil já

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Displaying 1 - 7 of 7 reviews
Profile Image for Gonzalo Zamora Galleguillo.
230 reviews14 followers
Read
May 30, 2024
No les puedo mentir, no entendí nada. Pero igual después en la clase le pillé la onda. La mezcla de cosas que logran salir del cuadro, mezclarse y crecer en una sociedad colapsada que requiere volver a generar comunidad, siempre heterogénea. La pregunta por la piel y el alma, qué determina a las personas, qué determina su espíritu. Para los que tengan esas reflexiones intelectuales les puede gustar capaz el libro.
Profile Image for FraÑ.
115 reviews8 followers
June 28, 2026
"Diez generaciones mirando fijamente una misma piedra tal vez consigan observar su desgaste natural" Ramos 21.

Una verborrea encausada. Trascendentales mediante materialidades.

Tuve que empezar a leerlo dos veces y forzar mi concentración al máximo. No es un libro para nada fácil de interpretar.
A partir de la prosa de Nuno es posible desentrañar su mente y raciocinio, nunca ha sido fácil inmiscuirse en la cabeza de un otro, menos aún si sigue una disciplina -para mí- tan ajena como lo es el arte plástico.
Nuno escribe en todo momento bajo su propia área, su palabra viene revestida en conceptos que recurren constantemente a la materialidad para lograr desentrañarse.
De esta manera, reflexionará sobre tiempo, instantes, identidad, pieles, capas, reflejo, transparencias, procesos físicos en la materia y todo desde la escultura. Crear cada detalle será su mantra. De esta manera, existe mucho repaso acerca del estado de la materia, llevándola incluso a reflexiones existencialistas en torno a la muerte desde la materialidad que alcanza el cuerpo una vez exangüe.
Es por ello que se torna un desafío, siempre hay que estar mirando mucho más allá de lo que nos demuestra porque esto son sólo pieles y pieles que él mismo expone busca eliminar. Leer entre líneas será la nueva manera de leer este libro.

Ojalá más artistas plásticos se aventurasen estrictos desde su disciplina hacia la literatura.

Las palabras podrían suponer el cemeterio de Nuno, a quien presiento todo el tiempo en ansia por traspasar el lenguaje, ir más allá, representar cada detalle hacia algo más grande que el habla.

En la U, me hicieron leer Cuyo y sinceramente no entendí nada; uno requiere de cierta madurez para tantear este libro entre sus manos, por lo que desde mi propia experiencia me atrevo a decir que en definitiva no apunta al agrado generalizado ni es para cualquiera.
Que bueno volví a él.

Mención especial a Komorebi ediciones por facilitar este libro en ejemplar edición bilingüe.
Profile Image for Jazmín Balastegui.
43 reviews
January 20, 2025
Una narrativa que entre palabras, imágenes, formas, objetos y preguntas te va revistiendo de pieles, atrás de estás pieles solo queda lo que ya había antes, o no, esa podría ser la paradoja de esta narración.
Es atrapante, un remolino que te hipnotiza para leer, que en momentos te deja pensando. Quizás esa es un poco la literatura a veces, leer por leer, por necesidad y en el camino quizás preguntarse un poco.
Profile Image for Javier V..
4 reviews1 follower
September 28, 2023
a pele do conteudo cai . depois de muitas peles, o proprio conteúdo cai . até a aniquilação .
Profile Image for João Pinho.
Author 6 books16 followers
July 17, 2025
Uma descoberta que me impressionou bastante pela verborreia escorreita e inquietante.
Profile Image for Veronica .
29 reviews
February 2, 2012
Cujo is such a great book it has horror plus action and an owsome ending.
Displaying 1 - 7 of 7 reviews