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Amálgama
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Em "Amálgama", mais novo livro de contos de Rubem Fonseca, residem todos os elementos - o erotismo, a violência, a velocidade narrativa, o clima noir - que consagraram o autor de Lúcia McCartney. Rubem Fonseca consegue construir uma narrativa que se desenha ao longo dos contos e, ineditamente, das poesias. Personagens e situações unidos pela tristeza, pela dor, pela raiva,
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Paperback, 71 pages
Published
November 7th 2013
by Nova Fronteira
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Showing 1-30
O título é significativo: uma colecção mais ou menos dispersa de textos, uns mais curtos do que outros, histórias em forma de poemas, alguns meros esboços. Mas mesmo assim, em restos de colecção, RF continua a ser um escritor excepcional, e algumas das pequenas jóias deste livro são verdadeiras obras-primas: de narrativa, de domínio da linguagem, de eficácia e de concisão.
Esse livro não chega perto dos demais que marcaram o autor, como Coleira do cão e Lúcia McCartney. Li uns 6 livros de Rubem Fonseca e posso dizer que esse fica muito a dever em qualidade aos demais. Alguns contos parecem que seguem uma fórmula, outros são simplesmente ruins. O grande Rubem Fonseca deveria se aposentar e guardar esses contos para serem colocados em obras póstumas com mais valor histórico do que literário.
Uma mistura de contos muito bons com outros mais regulares, porém todos com a marca do Rubão e sua prosa precisa , seca, de socar o estômago. Os temas fonsequianos de sempre, com matadores de aluguel, anões, deformações físicas e morais, psicopatia e uma ausência de empatia nos narradores. Supreendi com a presença de um narrador feminino (o que não é comum nos seus contos) e com a publicação de uma de suas poesias.
Curti muito a volta do Rubão sangue nos zóio!
Curti muito a volta do Rubão sangue nos zóio!
Pode-se, sem dúvidas, dizer que Rubem Fonseca é um gênio. Eis mais uma coletânea de contos muito bons, bons e regulares (pois é), marcados pela prosa direta e pela exploração de temas que podem ser um pouco polêmicos para algumas pessoas, mas que são marca registrada desse escritor "seco", direto e impressionante. Rubem Fonseca é um dos meus escritores favoritos de toda a vida.
Episódios de vida narrados com a mesma casualidade de uma conversa, com um desconhecido, numa qualquer paragem de autocarro. São contos nos antípodas dos de Esopo, dado que não pretendem transmitir uma lição ou vincar um preceito moral. São histórias de gente pobre, deformada, verdadeiras aberrações, anões, ignorantes, órfãos e estropiados. Mesmo quando têm dinheiro continuam reféns da sua condição. A pobreza é um aleijão do qual nem o dinheiro livra. Contos quase inacabados, como a vida destas
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Este librito me lo compré el año pasado en la FIL de Guadalajara. Noté que contaban con numerosos títulos de este autor y me llamó la atención. Ya había visto algún ejemplar y leído la tapa trasera de alguno en una librería de México, me tentó pero no lo compré en esa ocasión. Esta vez me animé con dos. Luego descubrí que Cal y Arena, la editorial que publica estos títulos, es la única con los derechos para hacerlo con la obra de este escritor.
En fin, me puse a leer este título, que no sabía si ...more
En fin, me puse a leer este título, que no sabía si ...more
O livro já começa com um conto de clima bem pesado e já te situa na atmosfera pesada que o autor consegue te manter durante toda a obra. Variando entre situações de extremo desagrado, porém com uma vulgaridade do dia-a-dia. O asco é provocado às vezes pelos personagens, outras pela própria situação e o cenário. Essa maneira "noir" de escrever é uma característica marcante do autor, que eu não conhecia e agora buscarei ler as demais obras.
Dark and twisted, perhaps a tad too cynical in each stories' opening-- like a trite comic on stage starting off with "You know what I hate?" But there are abrupt realist moments of the urban setting as its own character, the poor, the deviant and marginalized explored and faced head-on. Good, quick read. Not for the faint of heart in profanity nor eroticism.
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He is an important brazilian writer (novelist, short story writer and screenwriter), born in Juiz de Fora, state of Minas Gerais, but he lived for most of his life in Rio de Janeiro. In 1952, he started his career in the police and became a policy commissioner. Even though, he refuses to do interviews and is a very reclusive person, much like Thomas Pynchon, who is a personal friend of Fonseca.
His ...more
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“Escribir es algo más que eso, es urdir, tejer, zurcir palabras, no importa si es una receta médica o una pieza de ficción. La diferencia es que la ficción consume cuerpo y alma.”
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