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Barranco de Cegos
 
by
Alves Redol
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Barranco de Cegos

4.24  ·  Rating details ·  41 Ratings  ·  6 Reviews
11ª, 450 pages
Published February 1998 by Caminho (first published 1961)
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Ricardo Alves
Barranco de Cegos (1961) conta o fim de um tempo, entre o Ultimato inglês (1890) e o pós-5 de Outubro de 1910, e revela-nos uma família de grandes lavradores ribatejanos, cujo chefe é uma personagem inesquecível: Diogo Relvas, homem excessivo, cruel e reaccionário, fiel a uma tradição agrária que vê na terra as virtudes ancestrais duma nação, e no desenvolvimento industrial a condenação da pátria, motivada pela cupidez e pela ambição de poder de uma elite cega -- cegos conduzindo cegos, uns e ou ...more
Rosa Ramôa
Oct 12, 2014 rated it really liked it  ·  review of another edition
«A terra daquele cemitério era sua, como a aldeia e tudo o que lhe ficava à volta. E ali era ele quem mandava. Já marcara o lugar para o genro -- seria metido num dos jazigos da família, no dos aparentados, ao pé das mulheres, das crianças e dos homens; de certos homens que disso pouco mais tinham do que o corpo. De cova aberta no chão, bem funda, só os que davam à terra o que ela merecia.»
DonQuijote
Un gran libro, un gran descubrimiento este autor portugués. Historia de una familia que se desmorona a medida que los acontecimientos históricos se suceden (de la monarquía absolutista al periodo liberal, de una economía basada en la tierra a una industria que va buscando su lugar), a pesar del empeño en que todo siga igual, en que nada evolucione. Prosa magnífica, vocabulario exquisito sin ser pedante ni caer en la pesadez descriptiva.
Vasco Ribeiro
História da família Relvas, os senhores de Aldebarã, nos fins séc XIX princípio séc XX. Principalmente de Diogo Relvas o patriarca, contando a forma como exerce o poder e defende os interesses da agricultura contra o progresso da indústria e dos democratas, o qual, quando envelhece delega o poder no neto, encerrando-se na torre dos 4 ventos a que só os dois têm acesso. Morre, mas o neto para não perder as rédeas da família embalsama-o e continua a controlar tudo.
Srjeremias
Mar 17, 2013 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Shelves: at-home
uma boa maneira de perceber que nada mudou, ou vai mudar muito neste país
Isabel Ferreira
Jul 29, 2013 rated it really liked it  ·  review of another edition
Uma prosa viva e escorreita, datada no tempo mas não no estilo nem no estado do país...
Rita Oliveira
rated it really liked it
Feb 13, 2012
Teresa Proença
rated it it was amazing
Nov 15, 2011
Tiago Schclar Leitão
rated it really liked it
Jan 30, 2015
Filipa
rated it it was ok
Nov 26, 2012
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961134
Cedo começou a trabalhar dada a natureza modesta da sua família. Parte para Angola, aos 16 anos, procurando melhores condições de vida, regressando a Portugal três anos depois. Junta-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), que se opunha ao regime do Estado Novo, e filia-se no Partido Comunista, escrevendo artigos no jornal O Diabo.

Introduziu o neo-realismo em Portugal com o romance Gaibéus (
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