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Jesus Cristo Bebia Cerveja
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Jesus Cristo Bebia Cerveja

3.78  ·  Rating details ·  1,065 ratings  ·  143 reviews
“Parece que a morte vem sempre à tona da água.”, frases como estas marcam o tom do novo e esperado romance de Afonso Cruz, obra finalista do Grande Prémio de Romance e Novela da APE 2012.
Com a originalidade que o caracteriza, Afonso Cruz, constroí uma narrativa de personagens singulares e marcantes, numa terra quase imaginária, que é o Alentejo.
Uma pequena aldeia alentejan
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Paperback, 252 pages
Published April 2012 by Alfaguara (first published 2012)
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Teresa
Aug 01, 2014 rated it it was ok
Shelves: n-portugal, 2e
Este é o quarto livro de Afonso Cruz que leio. Se tivesse sido o primeiro seria o último.

Até metade contei 25 personagens depois, desisti de as contar. Da maioria apenas conhecemos o nome e alguma característica extravagante (talvez este romance pretenda inserir-se no género "realismo mágico de carregar pela boca".)
Fico com a ideia de que o autor, enquanto andava na vidinha dele, foi anotando, num caderninho, uns pensamentos e umas máximas sobre a vida; imaginando umas personagens com uma manias
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César
Jun 10, 2016 rated it it was ok  ·  review of another edition
Shelves: 2016, _owned
O problema deste livro não é o talento de Afonso Cruz, que é mais que evidente e consensual. O problema é o deslumbramento com o exercício estilístico. É absurdo o exagero de figuras de estilo: torna-se difícil não encontrar uma ou mais por parágrafo. As comparações, analogias e frases para citação fazem fila e acotovelam-se. Isto, ao fim de algum tempo, torna-se muito cansativo. Muito mesmo.
Maria
Jun 18, 2013 rated it liked it
Shelves: club-blogring
Gosto de ler géneros diferentes, escritores diferentes, recentes ou não. Foi o que fiz com este autor, quando surgiu a oportunidade de ler este livro, não hesitei, até porque achei piada ao titulo. Enfim, não sei bem o que esperava mas acho que esperava mais. O final não foi de todo o que esperava mas também não sei o que queria. Foi um livro estanho, que não me prendeu mas que parece ter tido bastante sucesso, como tal ainda bem que não gostamos todos de amarelo :)
Paula M.
Nov 08, 2016 rated it it was ok
Lê-se em "dois tempos" e diverte-nos.
Ludgero Cardoso
A estória não foi nada de especial, mas, ainda assim, apaixonei-me pela escrita de Afonso Cruz, que é maravilhosa.
Cristiana de Sousa
Este foi o primeiro livro que li do autor e fiquei logo rendida à escrita e à forma como ele nos narra a estória. Outro aspecto que me fascinou foi a caracterização das personagens. Na realidade acho que se não conhecemos ninguém como alguns personagens que encontramos aqui, pelo menos já alguém nos contou que conheceu alguém deste género. Uma velha muito religiosa mas que tem um bigode maior que de um homem; Uma rapariga ingénua mais peluda que um macaco. Homens machistas mas que se matam por a ...more
Inês
Oct 21, 2012 rated it it was amazing
Este livro foi a maior surpresa do ano até agora. Eu imaginava que fosse bom, mas as minhas vistas curtas nunca me permitiriam entrever que fosse TÃO bom.
Já a imaginação de Afonso Cruz é um completo universo em expansão, não existem limites para aquilo que ele é capaz de criar. Jerusalém no Alentejo? A última ceia com cerveja? O livro que uma personagem está a ler anexado ao próprio livro? Um ensaio sobre a importância das nádegas na formação de um cérebro capaz de pensar? A originalidade desde
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Sofia Teixeira
Jun 15, 2013 rated it it was amazing
Antes de se pegar em qualquer livro deste autor, é preciso respeito. É preciso respeito porque pura e simplesmente sabemos que, independentemente da obra que colocamos nas nossas mãos, vamos estar perante uma obra de arte. Afonso Cruz tem-se revelado uma maravilhosa novidade nas minhas estantes e se tinha adorado A Boneca de Kokoshka , é certo que venerei Jesus Cristo Bebia Cerveja.

" A sabedoria vem com a idade, com a velhice, e suspeito que nos come os órgãos pois quanto mais sabemos das coisa
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Rosa Ramôa
Mar 29, 2014 rated it it was amazing
Shelves: favorites
“Rosa nunca se sente única. Isso nunca lhe acontece na vida. Todos os seus momentos são minimizados com um "isso também já me aconteceu". A vida de Rosa é partilhada por todos e não tem nada de único. Todos os seres humanos são únicos, menos Rosa. Ela pertence a todos, como o pão da missa que se divide pela humanidade.”
Rosa adorou este livro...
Único!
Afonso Cruz...
A espalhar humanidade desde 1971.
Um 'pontinho':-)
Mesmo bom!
Dizem que é o melhor jovem escritor português.
EU CONCORDO!!!
Não há limites
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David Pimenta
“Uma corda estica até ao seu comprimento, mas pode passar uma vida dobrada sobre si mesma, enrolada para dentro. Uma corda comprida pode não passar de um pequeno rolo. A nossa vida também é assim, como uma corda. Por vezes, estende-se sobre o abismo, por vezes está enrolada na arrecadação. Pode unir dois lugares distantes ou ficar arrumada, dobrada sobre si mesma.”

Homem de muitos ofícios – escritor, ilustrador, músico e cineasta –, Afonso Cruz é apontado como “uma das vozes mais criativas da nov
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Ana
Jan 12, 2014 rated it really liked it
Shelves: 2014
Esta review chega já bastante atrasada, infelizmente.

Foi com uma boa dose de curiosidade que me mergulhei nesta leitura. Até ao momento, não tinha lido nada deste autor, mas a premissa deste livro cativou-me. Parecia fora do comum, com uma história no mínimo peculiar, mas que parecia prometer momentos memoráveis.

No geral, gostei do livro. Fiquei especialmente fascinada pelo estilo do autor, que me cativou desde a primeira página. Quanto às personagens, e apesar de não ficado fã de nenhuma em par
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Rita
Dec 30, 2015 rated it it was amazing
"- Trouxe bolinhos...
Ari levanta-se e sorri, pega em três ou quatro de uma vez e empurra-os para dentro da boca.
- Não sabem a canela.
- Estes não sabem.
- Não há bolos de canela que não sabem a canela.
- Claro que há. Tal como há pessoas velhas que morrem novas e há horas que passam em segundos e há sonhos que acontecem quando estamos acordados, há bolos de canela que não sabem a canela."

Isto é Afonso Cruz, do melhor que se escreve em português.

Opinião no blog:
http://clarocomoaagua.blogs.sapo.pt/o.
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Sofia
Sep 27, 2015 rated it liked it
Depois do "Para onde vão os guarda-chuvas?", este livro soube-me a pouco.
Joana M
Aug 13, 2017 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Tão, tão bom!
Nunca me esquecerei da Rosa.
Beatriz
Nov 20, 2015 rated it really liked it  ·  review of another edition
É sempre um prazer ler Afonso Cruz. Encontramo-nos num canto da casa, debruçados sobre o livro, no resguardo de uma estação que quis ser casa em vez de ser jardim e, de repente, uma expressão, uma frase, em "folhas brancas manchadas de preto", rasga um traço de luz no céu que cada um de nós carrega dentro de si. Deixo um excerto, dos vários, que teve para mim esse efeito que é o próprio e exclusivo da literatura: “Uma criança recém-nascida, julga-se infinita. Não sabe onde é que acaba, onde é qu ...more
Ana
Não me peçam para comentar este livro. Ainda não recuperei da leitura e já passaram umas duas horas. Fiquei com ele no colo depois de fechar a contracapa preta.

É o primeiro livro de Afonso Cruz que leio e confesso que me apaixonei pela sua escrita.
Quantos post-its eu colei naquelas margens... Quantas frases eu encontrei que me deixaram a pensar, que me deixaram dar uma pequena risada.

Sabe, sargento, a loucura, quando dá a um grande número de pessoas, chama-se sociedade contemporânea. Quando d
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Azulmar
Jul 06, 2017 rated it it was amazing  ·  review of another edition
Afonso Cruz. Que dizer mais sobre este autor que já se tornou um dos meus favoritos? A escrita é fascinante, o Alentejo e as suas personagens tão reais, uma Rosa tão especial. Jerusalém no Alentejo, um Jesus que bebia cerveja, um cowboy assassino que mata e morre por amor. Tudo junto, pelas mãos deste autor, só podia sair um livro tão bom como este.
Sara
O Alentejo é transformado em Jerusalém para que uma neta possa concretizar o sonho da sua avó.

De Afonso Cruz apenas li "Os livros que devoraram o meu pai" que gostei bastante. No entanto, este livro foi uma deceção. Não consegui me conetar com a estória em nenhum momento. Achei uma tentativa de ser original e diferente levada ao exagero. Só não dou 1 estrela porque a escrita do autor compensa até certo ponto a história mas nem sempre foi possível absorver apenas a escrita.

Devido às excelentes op
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joana
Mar 06, 2019 rated it really liked it  ·  review of another edition
Depois de muito bem ouvir falar de Afonso Cruz, eis que finalmente me resolvi a ler um livro deste senhor! A escrita é simples e maravilhosa, assim como a história simples mas cheia de sentimento e significado.
Há certas frases e parágrafos que nos marcam de tão bem escritos que estão e de tão verdade que são. Sem dúvida que fiquei muito curiosa para ler mais de Afonso Cruz!
Célia M. Martins
Cada minuto perdido com um livro de Afonso Cruz é sempre tempo bem investido, escreva ele o que escrever.

Que mais se pode dizer?
Ainda não li muitos livros do autor, mas os que li foram suficientes para me conquistar e convencer a continuar estas viagens a preto e branco pelos seus livros.

Aquilo que à primeira vista nos parece uma simples história descritiva não de uma, mas de muitas (mesmo muitas) personagens, ganha outros contornos à medida que vamos avançando na leitura.

São as histórias dos
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carpe librorum :)
Este livro cheira-me a esterco e a folha de couve acabadinha de cortar. E tem pérolas reluzentes entre os pêlos e a podridão, é preciso chafurdar para as encontrar. Não vejo a utilidade da pilosidade do pescoço para baixo, não acho higiénico. Gosto de passar a mão pela suavidade da pele, saboreá-la com a língua sem ter de cuspir pêlos, mas aqui não me importei. Não gostei da história, muito menos do fim, mas fiquei presa à escrita e a apanhar pérolas no meio do esterco. Apanhei umas quantas, mas ...more
Beatriz Coelho
Dec 24, 2016 rated it really liked it
"Graças à cerveja, temos hospitais e bibliotecas. Não existiriam livros se não fosse a cerveja. Não existiriam escritores nem ciência.(...) O que se bebia no espaço geográfico em que Cristo habitava era cerveja. O vinho era uma bebida de romanos, dos invasores. Cristo não iria beber a bebida dos ricos, mas a dos pobres, das putas e dos pecadores."
Este livro esconde em si uma verdadeira filosofia de vida. Foi a primeira obra que li deste autor e decerto que não será a última. Intenso, com passage
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Ana
Rating: 3,5 stars

Podem ler a minha opinião completa, em português, no blog Floresta de Livros.

After a very awkward first chapter, this book started wonderfully and I was completely engrossed in its pages and its characters and its story. Then came the middle and it all went downhill. The story lost focus, the characters separated into two groups: the men who were perverts, and the women who were easy. This all made me lose faith for a bit, but then came the ending and I was blown away.

I can't sa
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Rute
Sep 04, 2016 rated it liked it  ·  review of another edition
Shelves: portuguese
Este é o meu primeiro livro de Afonso Cruz, de quem só tenho ouvido bem. Achei a escrita fantástica e cativante desde a primeira página, e é um livro cheio de personagens peculiares, o que eu inicialmente adorei. O meu problema com este livro foi que à medida que ia avançando foi-se tornando cada vez mais repetitivo, sendo-nos apresentadas personangens que pouco ou nada afetavam a história.
No final conseguiu novamente cativar-me e no geral foi interessante e faz-me querer ler mais do autor e ex
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Clarinda
Mar 03, 2013 rated it really liked it
Shelves: leituras-2013
Com uma escrita muito própria, divertida até, mas que não descura a sua beleza em termos literários, complementada com o humor, as metáforas, a filosofia e a sua irreverência, Afonso Cruz premeia-nos com mais um belo livro que, não deixará ninguém indiferente!


A minha opinião:

http://www.lerviverler.blogspot.pt/20...
Jorge
Mar 29, 2015 rated it it was amazing
Foi o primeiro livro que li deste escritor e superou as minhas expectativas. Muito bom.
Paula Calhau Silvestre
Oct 26, 2012 rated it it was amazing
Este livro é um milagre!
Fantástica a imaginação do autor e... que bem que escreve!
Frederico Pinho
Jul 31, 2012 rated it it was amazing
Genial! O Afonso Cruz cada vez melhor e viva a jerusalem alentejana
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Nasceu em 1971, na Figueira da Foz e estudou nas Belas Artes de Lisboa, no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e na António Arroio. É escritor, músico, cineasta e ilustrador.
Escreveu seis livros: A Carne de Deus (Bertrand), Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal - Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010), Os Livros Que Devoraram o Meu Pai (Caminho - Prémio Literário Mari
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“Quando acordaram de manhã, na mesma cama, ela disse-lhe que queria ter um passado com ele. Não era um futuro, que é uma coisa incerta, mas um passado, que é isso que têm dois velhos depois de passarem uma vida juntos. Quando disse que queria ter um passado com alguém, queria dizer tudo. Não desejava uma incerteza, mas a História, a verdade.” 51 likes
“Sabe, sargento, a loucura, quando dá a um grande número de pessoas, chama-se sociedade contemporânea. Quando dá a uma pessoa só, interna-se essa pessoa.” 42 likes
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