Raul Pompéia


Born
in Angra dos Reis, RJ, Brazil
April 12, 1863

Died
December 25, 1895


Raul d'Ávila Pompeia (April 12, 1863 — December 25, 1895) was a Brazilian novelist, short story writer and chronicler. He is famous for the Impressionist romance O Ateneu.
He is patron of the 33rd chair of the Brazilian Academy of Letters.
Pompeia was born in 1863, to Antônio d'Ávila Pompeia and Rosa Teixeira Pompeia. He ingressed in the Colégio Abílio, where he was a good student, and was the editor of school journal O Archote. In 1879, he was transferred to Colégio Pedro II, where he was developed as a orator and wrote his first book, Uma Tragédia no Amazonas.
In 1881 he moves to São Paulo in order to graduate in Law, where he was influenced by the Abolitionist and Republican ideals, and befriended Abolitionist Luís Gama. He wrote for many j
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“Jóias deste preço imobilizavam-se nas coleções, inalienáveis por natureza como certos diamantes. Nem por isso era menos ardente a mercancia na massa febril da pequena circulação; da quantidade infinita dos outros selos, retangulares, octogonais, redondos, elipsoidais, alongados verticalmente, transversalmente, quadrados, lisos, denteados, antiqüíssimos ou recentes, ingleses, suecos, da Noruega, dinamarqueses, de cetro e espada, suntuosos Hannover, como retalhos de tapeçaria, cabeças de águia de Lubeck, torres de Hamburgo, águia branca da Prússia, águia em relevo da moderna Alemanha, austríacos, suíços de cruz branca, da França, imperiais e republicanos, de toda a Europa, de todos os continentes, com a estampa de um pombo, de navios, de um braço armado; gregos com a efígie de Mercúrio, o deus único que ficou de Homero, sobrevivo do Olimpo depois de Pã; selos da China com um dragão esgalhando garras; do Cabo, triangulares; da república de Orange com uma laranjeira e três trompas, do Egito com a esfinge e as pirâmides, da Pérsia de Nasser-ed-Din com um penacho, do Japão, bordados, rendilhados como panos de biombo e de ventarolas, da Austrália, com um cisne; do reino de Havaí, do Rei Kamehameha III, da Terra Nova com uma foca em campo de neve, dos Estados Unidos, de todos os presidentes, da República de São Salvador com uma auréola de estrelas sobre um vulcão, do Brasil, desde os enormes malfeitos de 1843, do Peru com um casal de lhamas; todas as cores, todos os sinetes com que os Estados tarifam as correspondências sentimentais ou mercantis, explorando indistintamente um desconto mínimo nas especulações gigantescas e o imposto de sangue sobre as saudades dos emigrados da fome.”
Raul Pompéia, O Ateneu

“Qual a missão da arte? Originária da propensão erótica fora do amor, a arte é inútil — inútil como o esplendor corado das pétalas sobre a fecundidade do ovário. Qual a missão das pétalas coradas? De que nos serve a primavera ser verde? As aves cantam. Que se aproveita do cantar das aves? A arte é uma consequência e não um preparativo. Nasce do entusiasmo da vida, do vigor do sentimento, e o atesta. Agrada sempre, porque o entusiasmo é contagioso como o incêndio. A alma do poeta invade-nos. A poesia é a interpretação de sentimentos nossos. Não tem por fim agradar.”
Raul Pompéia
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