<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<GoodreadsResponse>
	<Request>
		<authentication>false</authentication>
		    <method><![CDATA[]]></method>
	</Request>
	<review id="15052032">
    <user id="893451">
    <name><![CDATA[Bruno]]></name>
    <location><![CDATA[Brazil]]></location>        
    <url><![CDATA[http://www.goodreads.com/user/show/893451-bruno]]></url>
  </user>
      <rating>4</rating>
  <votes>0</votes>
  <sell_flag>false</sell_flag>
  <spoiler_flag>false</spoiler_flag>
  <shelves>
      </shelves>
  <recommended_for><![CDATA[]]></recommended_for>
  <recommended_by><![CDATA[]]></recommended_by>
  <read_at>Mon Feb 25 00:00:00 -0800 2008</read_at>
  <date_added>Sun Feb 10 09:16:29 -0800 2008</date_added>
  <date_updated>Mon Feb 25 18:32:57 -0800 2008</date_updated>
  <read_count></read_count>
    <body><![CDATA[  Sinceramente, não consegui absorver em essência esta obra do Saramago. <br/>  Apesar da escrita corrida e seca em relação as pontuações, características comum ao autor, o livro soa muito bem escrito, com passagens que nos remetem Camões e fazem assim uma sugestão de intertextualidade entre o contemporâneo Saramago,o heterônimo pagão de Fernando Pessoa e o poeta do século XVI.<br/> Ademais, José Saramago discorre sobre a situação política dos idos da década de 30 na Europa (lembrando que o autor é partidário do comunismo) e enreda uma trama de amor mal resolvida, onde cabe as palavras ditas por Lídia (musa de Ricardo Reis que ganha corporificação no romance) um sentido, ou uma duplicidade de sentidos. A figura de Marcenda e seu braço morto me intriga até agora.<br/>  Enfim, um romance que surge como fantástico e real ao mesmo tempo, apresenta diversas facetas e acaba de um modo bem singelo.]]></body>
    <url><![CDATA[http://www.goodreads.com/review/show/15052032]]></url>
</review>

</GoodreadsResponse>