Li por recomendação insistente do meu filho Rodrigo. Tinha ele 14 anos e andava mergulhado no "Manga". Eu, demasiado ocupada com trabalho e sem vontad...moreLi por recomendação insistente do meu filho Rodrigo. Tinha ele 14 anos e andava mergulhado no "Manga". Eu, demasiado ocupada com trabalho e sem vontade de "bonecada" resisti até não ter desculpa. Este livro está agora na m/mesinha de cabeceira (o chão do meu lado da cama)e quando sinto vontade de ganhar rapidamente perpscpetiva de vida para o meu quotidiano, dou-lhe uma olhadela. Preenche-me imediatamente. Como hoje, quanto o li de manhã e voltei à noção inteira do que é um "intervalo" ou uma "fragmentação". Trouxe-o comigo para o ler no comboio, qdo regressar a casa,por isso posso transcrever: "The idea that elements OMITED from a work of art are as much a part of that work as those INCLUDED has been a specialty of the EAST for CENTURIES"... depois dum quadradinho com a imagem do tusnami de Hokusai... "In music too, while the western classical tradition was emphasizing the CONTINOUS, CONNECTED worlds of melody and harmony, easter classical music was only equally concerned with the role of SILENCE", no quadradinho seguinte...com a imagem do planeta terra.... "In the last CENTURY or two, as WESTERN Cultural influences swept the EAST so too have EASTERN and AFRICAN ideas of FRAGMENTATION and RHYTHM swept the WEST". Seguem-se imagens de COUNT BASIE sentado ao piano...com uma orquestra de fundo...a tocar a tocar... e ele sentado ao piano sem se mexer, de mãos nos bolsos das calças, sempre parado a olhar em frente, de mãos nos bolsos... qdo de repente, a certa altura da música, toca numa tecla do piano, só uma, e pronto, termina o concerto, com muitos aplausos.
Está-me a saber bem este intervalo no trabalho...é apenas um fragmento do dia, que concerteza vai ter um ritmo africano influenciado pelo europeu! Obrigada Rodrigo! (less)