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Húmus (Colecção Mil Folhas, #57)
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Húmus (Colecção Mil Folhas, #57)

3.84 of 5 stars 3.84  ·  rating details  ·  118 ratings  ·  8 reviews
Raul Germano Brandão (Foz do Douro, Porto, 12 de Março de 1867 — Lisboa, 5 de Dezembro de 1930), militar, jornalista e escritor português, famoso pelo realismo das suas descrições e pelo liricismo da linguagem.

Considerada a obra-prima de Raul Brandão, foi publicada em 1917. Trata-se de um romance-monólogo, centrado em dois monólogos interiores: um primeiro orador e o seu a
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Hardcover, 221 pages
Published 2003 by Público (first published 1917)
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Ricardo Alves
Dizer que o Húmus (1917) é um livro único e ser único Raul Brandão na nossa literatura é uma banalidade que, por sê-lo, não deixa de ser verdadeira. Todos os livros que li dele são enormes, à imagem da grande estatura e da densidade do seu autor.
«A vila», o microcosmos que é o mundo, a vida que se nos escapa por entre as mãos, enquanto vivemos ninharias, enquanto alguns de nós a vêem fugir como numa peneira e a maioria, tendo essa percepção instintiva e animal, nem pensa nisso, entregando a insi
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António Ganhão
Este livro abre com a enumeração das velhas. A D. Engrácia, a D. Restituta, a D. Procópia, a D. Felizarda… As velhas não são más, mas têm atrás de si séculos de ruína e destroços. O que mais odeiam no Gabiru é a sua imensa capacidade de sonho, do sonho que vale a vida.

As velhas são a vida, a vida estragada, a vida não vivida. O que mais lhes custa perder são os hábitos. As velhas são poeira inútil que foi dor. O seu corpo pede-lhes terra.


Quem assim fala é a morte, o mais belo, o mais tremendo, o
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Sofia
Posted on my book blog.

"Húmus" is a monologue / diary about the emptiness of life, the misery of the human condition, and the grotesqueness of the hidden lives everyone leads.

This was the first book I read by Portuguese writer Raul Brandão. As a classic, it would have benefited from some kind of introduction or background - as it was, without a context, I had a harder time getting into it.

It was very well written, with a few beautiful passages, but I found it rather repetitive and self-pitying.
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Nightingale_jt
Very romantic writing, Raúl Brandão wrote a book without a story, or a plot. It's a book about the desire to die, to rest. Raúl describes the afterlife world with a lot of imagination, but I was reading and wishing the afterlife world we are going to would be like that.

It's good for those who like Romantic writing.
But be careful, I got bored and tired of reading sometimes. It's a book to be well digested.
Smirlah
A verdade é que não passei da página 38... Estas lamurias e divagações não são para mim; húmus já eu tenho suficiente na minha vida.
Pedro
Apr 12, 2009 Pedro marked it as to-read  ·  review of another edition
Estou bastante curioso em ler algo de Raul Brandão, um autor que já me aconselharam várias vezes...
Rita
Rita marked it as to-read
Mar 01, 2015
Maria Gomes
Maria Gomes marked it as to-read
Feb 28, 2015
Liliana Cruz
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Feb 24, 2015
Alexa
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Feb 19, 2015
Catarììna Rodrigues
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Feb 13, 2015
Helena Lange
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Feb 10, 2015
Arshad Khan
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Feb 08, 2015
Zezi
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Feb 07, 2015
Bruno Miguel
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Feb 07, 2015
Catarina
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Feb 07, 2015
Daniel Rio
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Feb 04, 2015
Renato Guedes
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Feb 03, 2015
Maria Leonor
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Feb 02, 2015
João Biscaia
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Jan 29, 2015
Biblioteca Torga
Biblioteca Torga marked it as to-read
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Raul Germano Brandão (Foz do Douro, March 12, 1867 – Lisbon, December 5, 1930) was a Portuguese writer, journalist and military officer, notable for the realism of his literary descriptions and by the lyricism of his speech. Brandão was born in Foz do Douro, a parish of Porto, where he spent the majority of his youth. Born in a family of sailors, the ocean and the sailors were a recurrent theme in ...more
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“Ilusão, mentira, estúpido? Mas eu é que faço a verdade e a mentira. Eu é que a crio à custa de dor. Dou-lhe o meu bafo e a minha alma. Deus cria-me a mim - eu crio Deus. Um verdade pode ser abjecta, uma mentira pode construir outro mundo - outro Universo - outro céu.” 3 likes
“Chove. Cada vez vejo mais turvo, cada vez tenho mais medo. Estamos enterrados em convenções até ao pescoço: usamos as mesmas palavras, fazemos os mesmo gestos. A poeira entranhada sufoca-nos. Pega-se. Adere. Há dias em que não distingo estes seres da minha própria alma; há dias em que através das máscaras vejo outras fisionomias, e, sob a impassibilidade, dor; há dias em que o céu e o inferno esperam e desesperam. Pressinto uma vida oculta, a questão é fazê-la vir à supuração.
Esta manhã de chuva é um minuto no rodar infinito dos séculos, e os seres que passam meras sombras. Tudo isto me pesa e pesa-me também não viver. Do fundo de mim mesmo protesto que a vida não é isto. A árvore cumpre, o bicho cumpre. Só eu me afundo soterrado em cinza. Terei por força de me habituar à aquiescência e à regra?”
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