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O Banqueiro Anarquista
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O Banqueiro Anarquista

3.92 of 5 stars 3.92  ·  rating details  ·  1,212 ratings  ·  44 reviews
Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chega ...more
Paperback, 66 pages
Published 1997 by Antígona (first published 1922)
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Bastet
Este ha sido mi primer acercamiento a Pessoa y he salido escaldada. Es un autor sesudo, intenso, muy dado a las digresiones metafísicas, y profundamente pesimista. No quise empezar por su obra en prosa más renombrada, Libro del desasosiego, porque el título me impone, y resulta que las otras ficciones sociales del título El banquero anarquista son extractos escogidos del Libro del desasosiego.

Discrepo del editor en que "la trama narrativa es tan delgada que casi no existe". Yo quitaría el "casi
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Florencia
Encontré a Pessoa por El libro del Desasosiego. Como todavía no llegó, quise empezar a conocer a este autor (sobre el cual he leído varias opiniones y me interesó mucho) y di con Un Banquero Anarquista, que trata sobre una conversación entre dos amigos; uno de ellos, como puede deducirse, es un banquero que se denomina anarquista. El otro muchacho no puede conciliar la idea de que este hombre sea anarquista; una persona que se enriquece mientras defiende un sistema libre que predica en contra de ...more
Jessica C.
It's a conversation. A story with a conversation between two men. One man who starts the brew by asserting that an anarchist can't be a banker. A conversation ensues. Apparently, anarchy is a misunderstood concept. It's not a theory, it's a way of life.
Maria Carmo
Eis um livro de Fernando Pessoa bastante diferente das suas obras de poesia, mas nunca sem um encanto da forma desassombrada como o grande Poeta escreve e pensa e comunica o que pensa.
Não podendo lutar contra a tirania das ficções sociais, este "banqueiro anarquista" descobre que só pode libertar-se a si mesmo, e que é precisamente esse o contributo que deverá dar para a posterior libertação de todos os seres humanos.
Há um certo humor quase insidioso na forma como o autor escreve, mas também há
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João Cravinho
O texto baseia-se na argumentação de um banqueiro, durante uma discussão, para mostrar ao narrador a sua vida anarquista e o seu ideal anarquista posto em prática- o verdadeiro ideal, pois supostamente a única maneira de conjugar a teoria+prática do anarquismo.
O banqueiro usa apenas lógica que, a meu ver, foi quase perfeita- apresentando no entanto uma ou outra falha e uma contradição (penso eu)- dá-nos a sua visão clarificada, e de forma muito simples, sobre o assunto: o anarquismo enquanto teo
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Ricardo
De uma quase-perfeição lógica. Não o podia ser totalmente, porque se fosse não haveria leitmotiv. Em certos aspectos formais faz lembrar muito (pelo menos a mim) os diálogos platónicos - o pingue pongue lógico entre interlocutores com um lado a discorrer e o outro simplesmente a anuir ou a questionar e a preocupação maior do banqueiro do que do narrador em fazer emergir possíveis objecções ao seu raciocíonio e refutá-las imediatamente são dois exemplos.

Muito saborosos são também os pequenos ras
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Irene
Il Banchiere Anarchico 4/5
La prima volta non sono riuscita a seguire con attenzione il ragionamento. A distanza di un anno, sapendo molte più cose sui principi anarchici, finalmente ce l'ho fatta. Ottimo racconto, lineare, logico, spaventosamente consapevole.

L'Ora del Diavolo 5/5
Poesia pura.

Una cena molto originale 3/5
Herr Prosit, stravagante, volgare, originalissimo nella sua cena.
Meno originale tutto il racconto, non mi ha stupito granché, o forse non l'ho capito.

Miriam
Jul 23, 2014 Miriam rated it 3 of 5 stars  ·  review of another edition
Recommends it for: politologos y sociologos, filosofos, banqueros anarquistas,
Shelves: eco-cool, filo
3.5

Es un libro de lectura fácil. Para lo corto que es y lo que dice vale la pena leerselo.
No es revalador ni nada por el estilo pero está bien escrito, con lenguaje sencillo y explicando la anarquia dede otro punto de vista (peculiar).
Es una anarquia egoista que analiza los problemas partiendo de la base que los humanos tendemos por naturaleza a la jerarquia y a la búsqueda del beneficio propio.

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Viouletsa Barrio
It is either that I failed to understand the argument, or that there is no valid argument.Feel free to choose your own version. I don't know yet.
Jose Gaona
Ingenioso relato perpetrado por el bueno de Fernando Pessoa que, como si se tratara de uno de sus heterónimos, se disfraza aquí de entidad socrática para poner de manifiesto los límites de la filosofía libertaria a través de la forma dialogada. Muy interesante como experimento literario aunque ligeramente decepcionante como gimnasia mental, El Banquero Anarquista, con todo, es un esfuerzo que merece ser leído y se suma a una biblioteca, la de Pessoa, que no se destaca precisamente por la prolife ...more
Mariana Pliças
This review has been hidden because it contains spoilers. To view it, click here.
Alessandro Speciale
"Lei miha paragonato a quegli idioti dei sindacati e delle bom-be per indicare che sono diverso da loro. E infatti losono, ma la differenza è questa: loro (sì, loro e non io)sono anarchici solo in teoria; io lo sono sia in teoria chein pratica. Loro sono anarchici e stupidi, io anarchico eintelligente. Insomma, vecchio mio, io sono l’anarchi-co autentico".
João Varela
Devo dizer que ao terminar este livro, fiquei na dúvida se o Banqueiro era de facto anarquista ou se não passava de um pseudo-anarquista.

Este é sem dúvida uma obra que prova o génio atento de Pessoa. O anarquismo egoísta que busca a liberdade e o fim das ficções sociais é no fundo aquilo que busca qualquer ser humano consciente. Se digo consciente, não é porque coloco os inconscientes à margem, mas porque como explica Pessoa, todo o individuo deve procurar combater as ficções sociais individualm
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G
Jul 16, 2009 G marked it as to-read  ·  review of another edition


"O volume, em nova edição revista, diz respeito à sua obra em prosa. Em razão da diversidade de assuntos e de setores do conhecimento abrangidos por sua multímoda curiosidade intelectual, a matéria se distribui em cinco partes - ficção, estética, filosofia, política e cartas de amor. Da primeira, consta o texto integral do conto 'O banqueiro anarquista' e do poema dramático 'O marinheiro' , além de excertos do 'Livro do desassossego', do semi-heterônimo 'Bernardo Soares'. Nas demais partes se re
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Ale Rivero
El libro es un análisis muy interesante sobre el significado y la práctica del anarquismo. Creo que al final el mismo no se puede lograr más que para un mismo, porque según nuestro banquero anarquista, la libertad es para el que tiene la predisposición natural a tenerla y aprovecharla. Muy recomendable
Pep Bonet
Llibre molt curt, de bona lectura. Impressiona per la seva modernitat, tot i ser del 1922. La disquisició sobre el que és un bon anarquista és molt interessant, sobre tot en un món en què els més conservadors i retrògrads poden qualificar-se sense vergonya de llibertaris! Recomanat
Tecni
Feb 03, 2014 Tecni rated it 4 of 5 stars  ·  review of another edition
Recommended to Tecni by: Joachim
Algo feo le ha pasado a Goodreads mientras escribía mi crítica de este libro, se me ha borrado entera y paso de recrearla. Sólo decirles que el primer relato está muy bien escrito y me es doloroso por cercano, pero resultará gracioso para el que no se mueva en determinados ámbitos. El segundo también está bien, pero sabía lo que iba a pasar solo con leer la sinopsis de la contraportada, así que deduzco que en aquella época no estaban tan expuestos a según qué tramas e historias y esto les podía ...more
Stefano Gualtiero
Non ci sono parole che possano descrivere esattamente ciò che si prova leggendo questo libro. Un'opera che trasmette molto e offre tantissimi spunti di riflessione. Un capolavoro.
Gabriel Martins
Regressei a Fernando Pessoa, curiosamente, perto do seu aniversário (13 de Junho de 1888). Sabe sempre bem regressar a um "amigo" e no caso de Pessoa é um regresso que vale sempre muito a pena.

O escolhido foi "O Banqueiro Anarquista" onde durante uma conversa de mesa assistimos a uma discussão sobre a filosofia de vida/ movimento político que é a Anarquia e como um seu seguidor acabou por abraçar uma das profissões mais capitalistas. Pessoa cria assim um ensaio muito interessante sobre a anarqui
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Odeen Rocha
La lucha anarquista se hace por separado y preparando el terreno para la lucha.
Ettore
Il primo ed il terzo racconto sono fenomenali. Tutti basati sul ragionamento.
Sinem
Fikir olarak beğenmedim. Banker olmasının sebebinin anarşizme duyduğu derin sevgi ve bağlılıktan kaynaklandığını iddia etmesini de beğenmedim. Bu fikrin altını doldurmak için bayağı da uğraşmış ama tüm kitap boyunca burjuva sınıfına sövüp daha sonra anarşist devrim olmayacaksa en yaşanılabilir toplum burjuva toplumudur demesi bayağı abuk olmuş. Yazım tarzı olarak bir farkı yok, fikir de kötü dolayısıyla Pessoa ile bu kitap aracılığıyla tanışmam pek iyi olmadı. En az bir kitabına daha bakıp, edeb ...more
Miyusav
Menudo mazazo en toda la cabeza me ha dado (una vez más) Pessoa. Todas mis argumentos a tomar por culo.
Carlo Licheri
Nonostante Pessoa nello scrivere i tre racconti abbia sprigionato tutta la sua esaustività digressiva, una gemella assassina delle sue poesie esoteriche, uno di questi mi ha trascinato in fondo a ore di appassionata lettura:
L'ora del diavolo.
Venti, trenta pagine in cui ho trovato quel che cercavo di capire del gemello di Dio; per non averne paura quando lui, nella sua casa, il Sogno, mi verrà a trovare.
Grazie di essere esistito, Fernando Pessoa.
Stefano Ottolenghi
Il banchiere anarchico non è male, gli altri insomma mica tanto...
Mary
Well,an interesting perspective on the concept of anarchy. It very much reminded me of O.Wilde's cynical writing and that was for me one of its main pros. Although it is more like an essay than a novel-no plot just a monologue of a greedy banker, it's been pleasant till its end... Loved it. :)
Ana
The book could be boring, but it isn't, which shows that the writter is that good, but the topic and the repetitive talk were somewhat of a let down.
As a praise, the main character was so well portrayed that even though there was only dialog, we could "see" his way of moving and living.
Marie
کسی که مخالف حکومت است چون آن را طبیعی نمی داند، مخالف ازدواج، پول و تمام تصنعات اجتماعی است چون طبیعی
نیستند، با کدام منطق عجیب و غریب باید از نوع دوستی و از خود گذشتگی برای دیگران یا بشریت دفاع کند
زمانی که دفاع از دیگران و از خودگذشتگی نیز خود طبیعی نیستند؟
Hasan
Let us put the 'irony', satire aspect aside. Then the argumentation can easily be revoked on logical grounds, by the so-called anarchists 'in theory' -& not necessarily the communitarian ones. It is full of loopholes, I think.
Maryam

تو زیر درختان سرو نخفته ای
زیرا که در این جهان خوابی نیست
تن سایه ی جامه هایی ست
که ژرفای وجود تو را پوشیده است
تقدیر جز سایه ی جامه هایی
از تو میان ما برجا نگذاشت
تو زیر درختان سرو نمرده ای
ای نوباور،هرگز مرگی در میان نیست
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Goodreads Librari...: please add cover 2 12 May 30, 2014 06:48AM  
  • O Retorno
  • O que diz Molero
  • Uma Viagem à India
  • De Profundis, Valsa Lenta
  • Eurico, o Presbítero
  • The Relic
  • A Confissão de Lúcio
  • Os Passos em Volta
  • A God Strolling in the Cool of the Evening
  • Claraboia
  • A Floresta
  • Novos Contos da Montanha
  • A Costa dos Murmúrios (Colecção Mil Folhas, #10)
  • Rosa, Minha Irmã Rosa
7816
Fernando António Nogueira Pessoa was a poet and writer.

It is sometimes said that the four greatest Portuguese poets of modern times are Fernando Pessoa. The statement is possible since Pessoa, whose name means ‘person’ in Portuguese, had three alter egos who wrote in styles completely different from his own. In fact Pessoa wrote under dozens of names, but Alberto Caeiro, Ricardo Reis and Álvaro de
...more
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The Book of Disquiet Mensagem - Poemas esotéricos Poems of Fernando Pessoa The Collected Poems of Alberto Caeiro Poemas de Álvaro de Campos (Obra Poética IV)

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“Basura como la que los ministros usan en los parlamentos cuando no tienen la menor respuesta.” 2 likes
“Ora aqui, meu amigo, pus eu a minha lucidez em acção. Trabalhar para o futuro, está bem, pensei eu; trabalhar para os outros terem liberdade, está certo. Mas então eu? eu não sou ninguém? Se fosse cristão, trabalhava alegremente pelo futuro dos outros, porque lá tinha a minha recompensa no céu; mas também, se eu fosse cristão, não era anarquista, porque então as desigualdades sociais não tinham importância na nossa curta vida: eram só condições da nossa provação, e lá seriam compensadas na vida eterna. Mas eu não era cristão, como não sou, e perguntava-me: mas por quem é que eu me vou sacrificar nisto tudo? Mais ainda: porque é que eu me vou sacrificar.

Vieram-me momentos de descrença; e você compreende que era justificada... Sou materialista, pensava eu; não tenho mais vida que esta; para que hei-de ralar-me com propagandas e desigualdades sociais, e outras histórias, quando posso gozar e entreter-me muito mais se não me preocupar com isso? Quem tem só esta vida, quem não crê na vida eterna, quem não admite lei senão a Natureza, quem se opõe ao estado porque ele não é natural, ao casamento porque ele não é natural, ao dinheiro porque ele não é natural, a todas as ficções sociais porque elas não são naturais, porque carga de água é que defende o altruísmo e o sacrifício pelos outros, ou pela humanidade, se o altruísmo e o sacrifício também não são naturais? Sim, a mesma lógica que me mostra que um homem não nasce para ser casado, ou para ser português, ou para ser rico ou pobre, mostra-me também que ele não nasce para ser solidário, que ele não nasce senão para ser ele próprio, e portanto o contrário de altruísta e solidário e portanto exclusivamente egoísta.”
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