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Cartas de Paris
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Cartas de Paris

3.83  ·  Rating Details ·  12 Ratings  ·  3 Reviews
Paperback, 342 pages
Published by Livros do Brasil (first published January 1st 2006)
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(showing 1-26)
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Ana
Oct 04, 2016 Ana rated it really liked it

Cartas de Paris é uma compilação das crónicas escritas por Eça de Queirós, quando cônsul de Portugal em Paris, para a Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, entre 1888 e 1897. Esses textos foram reunidos em dois livros póstumos: Ecos de Paris (1905) e Cartas Familiares e Bilhetes de Paris (1907). A presente edição reúne os textos apresentados nos dois títulos anteriores. É portanto a faceta jornalística de Eça (um jornalismo bastante crítico) que este livro nos apresenta.

São crónicas que ver
...more
Ana
Sep 20, 2015 Ana rated it really liked it
As quatro estrelas que dei a este livro devem-se à minha apreciação pessoal, isto é, envolve o meu gosto pessoal e não tem por critérios a originalidade ou a escrita, por exemplo. Com isto quero dizer que não critico o autor (nem nunca me atreveria a criticar com tão pouco conhecimento de causa, visto que é Eça de Queirós) porque "Cartas de Paris" é, efetivamente, uma compilação de cartas que Eça escreveu para o Brasil durante o período em que foi diplomata em França, e não um romance "com ...more
Maria Carmo
Jan 10, 2012 Maria Carmo rated it really liked it  ·  review of another edition
Recommends it for: Everyone.
Interesting work from his period as a Diplomat. Not only enlightening about Portugal (even as he looks at it from abroad) but also regarding Europe and the world back then.

Maria Carmo
Luís Paz da silva
Luís Paz da silva rated it really liked it
Oct 27, 2014
Raluca
Raluca rated it it was amazing
Oct 14, 2012
Catarina Mendonça
Catarina Mendonça rated it really liked it
Dec 23, 2014
Maria Luísa
Maria Luísa rated it it was amazing
Nov 02, 2016
João Pedro
João Pedro rated it liked it
Nov 27, 2014
Jose Araujo
Jose Araujo rated it really liked it
Jul 31, 2014
Helena
Helena rated it really liked it
Feb 01, 2014
Pedro Neves
Pedro Neves rated it it was ok
Feb 20, 2014
Anita
Anita rated it liked it
Apr 18, 2014
Cristovao
Cristovao marked it as to-read
Apr 26, 2012
Helena Gama
Helena Gama marked it as to-read
Jul 26, 2012
Carlos
Carlos added it
May 23, 2013
Cátia
Cátia marked it as to-read
Aug 24, 2013
José
José added it
Sep 13, 2013
Vera Rosa
Vera Rosa marked it as to-read
Apr 27, 2014
Paulo Muller
Paulo Muller is currently reading it
Jul 25, 2014
T.
T. added it
Jan 29, 2015
mdl
mdl added it
Aug 18, 2015
Luís C.
Luís C. marked it as to-read
Sep 07, 2015
Celeste Corrêa
Celeste Corrêa marked it as to-read
Sep 20, 2015
Isidora
Isidora marked it as to-read
Nov 17, 2015
Graciosa Reis
Graciosa Reis marked it as to-read
Mar 28, 2016
Corina
Corina added it
Aug 18, 2016
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6913270
Novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal. He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th-century Portuguese novelist whose fame was international. The son of a prominent magistrate, Eça de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of five. After receiving his degree ...more
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“Mas então essa confraternidade humana – pela sublime força da qual nada do que é humano deve ser alheio ao homem? Não existe? Oh, certamente – mas para todo o homem, mesmo o mais culto, a humanidade consiste essencialmente naquela porção de homens que residem no seu bairro. Todos os outros restantes, à maneira que se afastam desse centro privilegiado, se vão gradualmente desarmonizando em relação ao seu sentimento, de sorte que os mais remotos já quase os não distinguem da Natureza inanimada. Quando qualquer de nós, no seu quieto e salubre bairro, ouve contar que uma furiosa peste matou trinta mil patagónios, fica exactamente penetrado daquela quantidade de compaixão que o invadiria ao saber que um furacão derrubara trinta mil árvores de um bosque. E de um bosque muito longínquo, de uma região muito desconhecida! Porque se as árvores destruídas fossem as do nosso doce Bosque de Bolonha, que nós amamos, tão ornadas e verdes em Maio, tão puramente vestidas de branca neve quando o Inverno se faz elegante e fino – a nossa mágoa teria uma intensidade infinitamente mais viva do que com a aniquilação desses vastos milhares de patagónios.” 1 likes
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