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Il cimitero dei pianoforti
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Il cimitero dei pianoforti

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3.88 of 5 stars 3.88  ·  rating details  ·  941 ratings  ·  63 reviews
In questa cronaca familiare portoghese si alternano e sovrappongono le voci di un padre e di un figlio. Il primo, morto dopo una lunga malattia, ripercorre la propria esistenza, fatta di molte illusioni e molti fallimenti, e osserva, senza intervenire, il presente da cui ormai è escluso; il secondo rivive il passato e immagina il futuro mentre, ai Giochi olimpici di Stocco ...more
Paperback, L'Arcipelago Einaudi, 266 pages
Published 2010 by Einaudi (first published 2006)
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Community Reviews

(showing 1-30 of 1,827)
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Deea

We say “now”, but what do we mean exactly by “now”? It means right now, it meant yesterday or a year ago, it meant 10 years ago, it will mean in 15 years or tomorrow or next year. Time is a “constant combustion”, “a flame ablaze inside of us”.
“well defined in time. Now. Now is a demarcation implanted in the surface of time, but it could as well be a demarcation implanted in the ground. All the ropes of time are leaning on this point and it could hold a tent as gigantic as the sky itself. The ga
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Miguel
Os masoquistas gostam de José Luís Peixoto. Acarinhados pela crítica e pelo público, os livros deste visionário autor português têm uma dor inesgotável e ininterrupta que se debate dentro do nosso espírito, parecendo que é nossa, como se a conhecêssemos desde que viemos ao mundo e ela participasse activamente na nossa vida.

O Cemitério de Pianos é uma obra acerca dos costumes associados a um ciclo singular de uma família resignadamente perturbada. Entendemos as suas imperfeições e as suas virtu
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Rita
Nunca tinha lido nada de José Luís Peixoto e este livro foi como se tivesse levado com um piano na cabeça. Maravilhoso!
A história é simples, triste, bela, profunda, dolorosa, nostálgica.
A escrita é acessível mas carregada de riqueza. A mudança de narradores dá-nos uma ideia de algo eterno.
As personagens são bem desenvolvidas, por ex: Maria procura nos livros que lê, no Cemitério de Pianos, um sonho para viver sem saber que esse sonho não existe e que a música nunca sairá dos pianos.
Há um cuidado
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Nelson Zagalo
Romance experimentalista, no qual Peixoto vai "brincando" com a arte literária para produzir no papel aquilo que lhe vai nas ideias. Se houvesse dúvidas quanto ao interesse na não-linearidade que vivemos neste início de século e milénio nas artes narrativas, esta é uma obra que não só dá conta da sua relevância, como a trabalha de um modo extremamente elaborado e audaz. Peixoto não se poupa em recursos literários para cruzar três gerações como se de uma apenas se tratasse, dando assim conta da e ...more
Mahdyah Alidina
Melhor que qualquer palavra por mim escrita. Wow.
É um livro dolorosamente agradável. Possuidor de uma beleza indescritível e de uma simplicidade totalmente esclarecedora. É "O" livro.
Preciso definitivamente de lê lo outra vez, sinto que ainda ha muito para entender, muitas palavras com duplo sentido para reconhecer, ainda ha muito. Enquanto discutia o livro c quem mo recomendou (muito agradecida :) apercebi me que muitas coisas me tinham passado ao lado... É um livro que necessita de ser relid
...more
Rosa Ramôa
***
Somos cinco
***

"na hora de pôr a mesa éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
...
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois a minha irmã mais nova
...
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
...
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
...
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva, cada um
...
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho, mas irão estar sempre aqui
...
na hora de
...more
Diana Marques
Another one by my favourite portuguese author. A history about family ties, heritage and love
Iulia
Povestită, cartea asta își pierde farmecul, așa că am să dau doar câteva scurte informații: are în centrul său familia lui Francisco Lázaro, acel Francisco Lázaro care a decedat după ce a alergat treizeci de kilometri la maratonul de la Jocurile Olimpice din Stockholm, în 1912 (după cum aflăm chiar din Nota autorului). Acest personaj este, așadar, o persoană reală, însă istoria familiei sale, așa cum ne-o prezintă Peixoto, este fictivă.
Ceea ce complică puțin acțiunea este faptul că romanul urmăr
...more
Y.
Demorei demais para ler um livro do José Luís Peixoto, e não precisaria ler mais para dizer que este Zé é dos melhores escritores da sua geração, da atualidade e de toda a língua portuguesa.

Cemitério de Pianos parte de uma história real, a de Francisco Lázaro, maratonista português que desfalece em Estocolmo depois de untar o corpo com sebo, e magica todo um intrincado e recursivo enredo familiar à sua volta, todo ele a saltar constantemente entre a leveza da vida e o peso da morte (ou a leveza
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Sara
Cemitério de Pianos de José Luís Peixoto retrata o quotidiano de Francisco Lázaro. Conhecemos a sua família ao pormenor, as suas vivências e todo o passado dos Lázaro que nos permite perceber o presente do Francisco.

Este livro não é de narrativa fácil, os acontecimentos do presente e do passado vão se misturado de uma forma que a certa altura não sabemos de quem se fala, mas depois de percebermos a lógica dos acontecimentos tudo se torna mais fácil e a leitura flui facilmente.

José Luís Peixoto é
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Carmen
Há muito que um livro não me conquistava de forma tão emotiva, não me enrolava nos sentimentos das personagens. Para mim este livro é isso mesmo, uma história que se conta através dos sentimentos, ou sentimentos que nos contam as histórias de pais, filhos, irmãos, crianças, adultos ou já idosos.Uma amiga comentava-me que não imaginava as personagens como as fotografias que delas vêm no livro e eu não podia concordar mais com ela. Não eram aquelas as feições, não era aquele sorriso, aqueles olhos ...more
São Palma
Um romance extraordinário, escrito de uma forma simplesmente sublime, que só não me leva as 5 estrelas por ter um final muito previsível.
Miriam
O amor é intemporal, assim como a saudade. A morte é constante e sempre presente na nossa vida, no entanto é na morte que encontramos novas formas de vida.
sim
Um soco de sofrimento e dor.
Através de uma narrativa que saltita entre dois narradores diferentes avô e neto ambos chamados Francisco.
A morte, melancolia, dor, pobreza e violência doméstica são o denominador comum desta obra.
Por vezes vi-me obrigado a parar pois é um livro extremamente deprimente. A mestria da narrativa e musicalidade das frases fazem toda esta dor suportável
Bookaholic
Când m-am îmbolnăvit, am știut imediat că aveam să mor.


Așa începe romanul lui José Luís Peixoto, Cimitirul de piane. Cu sinceritate și naturalețe, ca o carte despre pirați sau despre roboți. Ai crede că povestea se va termina cu o moarte – dar nu anticipezi că va și începe cu una, ba mai mult, că întreaga acțiune a romanului se va petrece în timpul ei. Naratorul te convinge, ca orice povestitor priceput, să-ți suspenzi scepticismul pentru câteva ore și să asculți cu atenție istoria așa cum e ea:
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Laura
3.5 stars

This book... Well it's good, for sure. And the aspect of it it's rather interesting too. But I'm not exactly sure if all those little literature-artistic-aspects were important to the story and probably, if it wasn't for it, the book would have just been a regular one. The story is simple and there are lots of deep feelings throughout the whole thing, but I guess the best of the book is not the story itself, but how José Luís Peixoto writes it. So, basically, I would read it again and I
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Célia Loureiro
Achei a escrita - alinhamento - dos momentos muito complicada. Tão complicada, que a beleza literária dos trechos do autor competia fortemente com a atenção simples e lógica que um leitor atribuí a um evento corrido. Contudo, se se tratasse de uma obra arquitectónica, este «Cemitério de Pianos» seria a Sagrada Família, não por estar interminado ou por parecer interminável, mas porque o conjunto de planos é tão complexo - quase inacessível - que só a poucas páginas do fim compreendi quem tinha fa ...more
Filipa
You can read the whole review in my blog: http://thebookswelove.wordpress.com/2...

As I play the piano, I felt instantly captivated by the title and the image of a decaying piano beneath it, as if it were reinforcing the ideia that a graveyard of pianos could, in truth, be indicative of a person’s reality, feelings and state of mind. It is quite a curious title, not an obvious one, and that’s why it’s so appealing.

There’s no way of introducing this book without mentioning Francisco Lázaro, the fi
...more
Lisa
I loved reading The Piano Cemetery, but I’m not going to pretend for one moment that I understand what it was about. And I don’t feel the least little bit embarrassed about that, because Ursula Le Guin was baffled too. Some reviewers were overtly hostile to the difficulty of reading this book, while others found it frustrating. Perhaps I was more tolerant because it was not until quite late in the book that I became confused, and by then I was so intrigued, it didn’t matter…

The story has two nar
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Shelbymortimer
After the mesmerizing "The Implaceble Order of Things" (Nenhum Olhar), I had to read the follow-up novel. And I wasn't disappointed by "The Piano Cemetery". Again, an amazing novel. It tangles a maze (more a labyrinth, actually) that captures the reader in a way that I had never seen, or read. In the end, we are all part of that family, maybe because that family is all the families that exist.
Andreia Silva
José Luís Peixoto, vencedor do Prémio Saramago em 2001, é um dos escritores contemporâneos mais vendidos e, o mais importante, dos mais lidos do nosso país. Sempre tive a ideia que este escritor teria uma escrita extremamente poética. Não sei, parecia-me, assim à distância. E não, não estive muito longe da verdade.

Não consigo definir uma sinopse concreta para esta história, porque aquilo que o livro me deu a entender foi que não há uma história concreta. Há uma família e há a história de uma vid
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Reginacm
(...) vivos e juntos na mesma sala, sem saberem que um dia chegaria o futuro.

Este é o quarto romance de José Luís Peixoto, o meu primeiro contacto com a sua obra. Aborda as relações familiares, a violência doméstica e a morte, não somente um fim mas uma continuidade através da herança do que deixamos em vida.
Cris
O José Luís nunca me desilude: a sua escrita tem uma leveza profunda ou uma profundidade leve que me comove!
Vluis
Muito bom. Recomenda-se!
Ana
José Luís Peixoto é um dos mais aclamados escritores portugueses da actualidade, mas eu ainda não tinha lido nenhum dos seus trabalhos. Esta primeira incursão foi culpa do Clube de Leitura de Braga que escolheu este Cemitério de Pianos como leitura de Fevereiro 2014 (discutido a 1 de Março).

A princípio, confesso, não fiquei rendida à história, e menos ainda à escrita do autor, mas no final o hábito já se havia assentado e a leitura fluiu com mais naturalidade.

O enredo familiar é bastante simples
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Noce
Cronache di una musica senza tempo

Padre, figlio e nipote che si incrociano nei ricordi per raccontare una saga familiare.
Ma come si può raccontare della corsa di un maratoneta, e allo stesso tempo di un pianoforte e della musica?

Lo si può fare se si pensa alla corsa e alla musica come due cose complementari l'una all'altra, funzionali e imprescindibili.
Lo si può fare se si concepisce la corsa come un modo per ritrovare se stessi, un modo per rimanere alla propria mercè, e se si concepisce la
...more
Deanna Annaed
This is a work of fiction based extremely loosely on the life on Francisco Lazaro from Portugal who ran in the 1912 Olympic marathon and collapsed and dies at 30km.
I'm struggling with how to rate this. I read the English translation. Although I read this almost straight through and it was hard to put down, I am left feeling confused. As I understood it, the book started out from the perspective of the newly dead unnamed patriarch of the family, who I took to be the father of Francisco the marat
...more
Inês Monteiro
«Cemitério de Pianos» de José Luís Peixoto é uma obra que serve de homenagem ao atleta que viveu durante o início do séc. XX e que morreu durante uma prova nos Jogos Olímpicos de Estocolmo de 1912, Francisco Lázaro. Embora o seu nome seja o escolhido para protagonizar esta história, o maratonista não é parte dela, servindo apenas inspiração de inspiração. A narrativa gira à volta de uma carpintaria de uma família de Benfica, carpintaria essa onde existe uma sala que contém no seu interior pianos ...more
Olinda Gil
Há uns tempos adquiri uma série de livros do José Luís Peixoto. Tinha aquela curiosidade, vinda do facto de ele ter sido colaborador do DN Jovem e dos seus livros terem entrado para a ribalta.
Confesso que li, desisti, não gostei. Este ficou para ali, abandonado na estante, sem que eu tivesse vontade de o ler. Mas como agora tenho aquele projecto de ler autores do Alentejo, resolvi que era altura de ir pegar neste livro.
Fiquei surpreendida pela positiva. O livro é muito bom mesmo. Parece que o au
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Livro Morreste-me Dentro do Segredo Uma Casa na Escuridão Abraço

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“O tempo faz com que deixe de haver diferenças entre a verdade e a mentira. Aquilo que aconteceu mistura-se com aquilo que eu quero que tenha acontecido e com aquilo que me contaram que aconteceu. A minha memória não é minha. A minha memória sou eu distorcido pelo tempo e misturado comigo próprio: com o meu medo, com a minha culpa, com o meu arrependimento.” 11 likes
“reflectido nas pedras do passeio. Lisboa é a nitidez através do ar. Lisboa é a cor manchada dos muros. Lisboa é o musgo novo a nascer sobre o musgo seco. Lisboa é o desenho de fendas, como relâmpagos, a escorrerem pela superfície dos muros. Lisboa é a imperfeição criteriosa. Lisboa é o céu reflectido” 4 likes
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