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Célia Loureiro has
completed her goal of reading 60 books for the 2012 Reading Challenge!
Célia Correia Loureiro
Goodreads author profile
url
http://gr-assets.com/celiacorreialoureiro
born
in Almada, Portugal
gender
female
website
genre
member since
October 2011
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Demência
— published 2011 |
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O Funeral da Nossa Mãe
— published 2012 |
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Cinzas e Neve
— published 2012 |
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1809 - A Filha do Barão (Série do Vinho #2)
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Os Pássaros
— published 2012 |
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1832 - Uma Mulher Respeitável (Série do Vinho #2.5)
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1910 - A Portuguesa (Série do Vinho #3)
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1755 - O Pai do Barão (Série do Vinho #1)
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Upcoming Events
No scheduled events.
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Célia's Recent Updates
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Célia Loureiro
rated a book 4 of 5 stars
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Célia Loureiro
rated a book 1 of 5 stars
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| Eu não costumo fazer isto (aliás, que me lembre nunca fiz). Quis muito este livro e consegui lê-lo através do clube de leitores do qual faço parte. Tive que ler na diagonal... não conseguia engonhar mais, sou uma pessoa muito ocupada e tenho muito bo...more | |
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Célia Loureiro
and 2 other people
liked Adeselna's status update
Adeselna
is on page 175 of 344 of Terraços de Teerão
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Célia Loureiro
is on page 222 of A Sibila: 222/248
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"Susana wrote: "lol"
I wanted to kill everyone on that book. " |
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Célia Loureiro
and 8 other people
liked Susana's status update
Susana
is on page 241 of 416 of Duas Vidas:
![]() "Tinha avisado no trabalho que ia mete folga.(..)mas tivera mesmo receio de me ir abaixo(..)mas passara a última semana dos meus vinte e nove anos num estado de ansiedade aguda. (Poupem-me!!) Teria sido suficientemente estuvado? Teria sido demasiado estouvado?" O que tu és, é demasiado parvo!! O_O |
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Célia Loureiro
and 3 other people
liked Teresa's status update
Teresa
is on page 82 of 320 of Quando Nietzsche Chorou
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Célia Loureiro
marked as to-read:
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“Lembro-me de estar destroçada, de te ter arrancado de dentro de mim a ferros e, ainda assim, um braço teu ficou para trás. Lembro-me de abrir o meu diário em papel, furiosa porque tinha jurado que não escreveria nem mais uma linha a teu propósito, e escrever «durante o dia, bano-te do meu pensamento, mas todas as noites, é a teu lado que me deito, e nos teus braços que adormeço, e é a minha mão que agarro, fingindo que é a tua». (… ) Mas não é de ontem, quando abro a cama, peço-te que te chegues para lá. Deito-me e imagino que estás lá, cansado, extenuado de um dia de trabalho, quase sinto a tua respiração na minha nuca. Imagino que me dizes tudo aquilo que eu queria ouvir, mas não me alongo nisso, é mais íntimo ainda, o que queres ouvir de alguém é mais do que o que esperas dessa pessoa: é o segredo de quem és, de como és e do que queres da vida, na sua voz (…) Encho o peito de ar, subo, subo, subo, amo-te amo-te amo-te, sei-o tão bem, sei até que é para sempre, embora faça figas para que não seja (…) Não posso não posso não posso imaginar que o ar me vai fugir outra vez, que a qualquer momento os meios de informação vão trazer até mim aquele género de notícia que quase me mata - foram ao cinema, saíram juntos, comeram-se, foderam-se, falaram-se - eu disse quase, porque não matou. É verdade que foram muitas lágrimas, muitas reformulações de planos de vida e castelos de cartas a vir por aí abaixo, o jogo virou, e eu perdi. Uma vez mais, e os escritos pararam: o meu diário ficou a branco, o espaço virtual onde nos escrevia acabou com uma nota lúgubre na qual anunciei a minha morte. Estive de luto por mim mesma, estive sim. Doía-me o peito como me dói agora, ao recordar, a falta de ar, o choro compulsivo, os pensamentos sombrios, desesperados, como se nunca mais o sol nascesse no oriente e eu nunca mais o provasse, o sentisse nas costas, como se o mundo tivesse acabado ali, pelo menos o meu tinha, o assombro, os sentimentos, todos baralhados, como se me devesses alguma coisa quando não devias, como se me tivesses dado motivos para te amar tanto quando não me deste, como se quisesses o meu amor e depois o tivesses rejeitado, quando nunca o quiseste. E eu fechei as portas do meu recinto, pus panos negros nas janelas, anunciei que não estava. As pessoas bateram-me à porta, esconderam-me verdades que teriam acabado comigo naquele momento, compraram-me chocolates, secaram-me lágrimas com rosas. morri ali, é a verdade. (…) Mas a fé, a minha maldita fé de quem não acredita em deus e canalizou toda a sua crença nas causas impossíveis, deu-me ar, e mais ar, e subi a montanha, talvez nunca a tivesse subido tanto, julguei que via tudo lá de cima, tudo: falavam em auras, ao nosso redor, falavam na nossa perfeição, enquanto dupla, diziam que «não podia ser de outra forma», que «não se pode estar assim tão enganado», que me amas, imagina só a dimensão da loucura geral, que me amas mas que não tens espaço para mim, e eu, com o peito de cheio de ar, cheguei ao topo e comecei a voar (…) Já sonhaste alguma vez que caías? Eu já, é uma dor na boca do estômago, como se tudo te fugisse, como se o teu corpo se desmantelasse, como se o mundo inteiro implodisse para dentro de ti e soubesses que ias rebentar, ao mínimo toque de um objecto, de um elemento que não o ar, vais rebentar. Estou à espera que venham as abelhas, as orquídeas, os pés descalços na terra húmida, um livro, uns óculos, um copo vazio na mesa-de-cabeceira, e me faça explodir. Entretanto (…) vou imaginar que não estou a cair, que tal? Ao invés (…) vou deitar-me na minha caminha quentinha e imaginar que as tuas pernas se entrelaçam nas minhas e me aquecem os pés gelados e a tua voz, sonolenta, diz: “boa noite, dorme bem”, para eu poder responder-te também – “dorme bem, meu amor”.»”
― Célia Correia Loureiro
― Célia Correia Loureiro
Topics Mentioning This Author
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| Clube de Leitores...: Quero recomendações! | 23 | 106 | Mar 01, 2013 06:40am | |
| Clube de Leitores...: * Qual livro você está lendo atualmente? | 466 | 332 | May 18, 2013 12:14pm |
“Two roads diverged in a wood, and I took the one less traveled by.”
― Robert Frost, The Road Not Taken and Other Poems
― Robert Frost, The Road Not Taken and Other Poems
“«On ne voit bien qu'avec le coeur, l'essentiel c'est invisible pour les yeux»”
― Antoine de Saint-Exupéry, The Little Prince
― Antoine de Saint-Exupéry, The Little Prince
“«She sat at the bow of a pleasure craft a stone's throw away, under the shade of a white parasol, a diligent tourist out to reap all the beauty and charm Copenhagen had to offer. She studied him with a distressed concentration, as if she couldn't quite remember who he was. As if she didn't want to. He looked different. His hair reached down to his nape, and he'd sported a full beard for the past two years. Their eyes met. She bolted upright from the chair. The parasol fell from her hand, clanking against the deck. She stared at him, her face pale, her gaze haunted. He'd never seen her like this, not even on the day he left her. She was stunned, her composure flayed, her vulnerability visible for miles. As her boat glided past him, she picked up her skirts and ran along the port rail, her eyes never leaving his. She stumbled over a line in her path and fell hard. His heart clenched in alarm, but she barely noticed, scrambling to her feet. She kept running until she was at the stern and could not move another inch closer to him (…) Gigi didn't move from her rigid pose at the rail, but she suddenly looked worn down, as if she'd been standing there, in that same spot, for all the eighteen hundred and some days since she'd last seen him. She still loved him. The thought echoed wildly in his head, making him hot and dizzy. She still loved him.»”
― Sherry Thomas, Private Arrangements
― Sherry Thomas, Private Arrangements
“The Road Not Taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.”
― Robert Frost
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.”
― Robert Frost
Clube de Leitores em português
— 759 members
— last activity 1 hour, 27 min ago
Unir leitores e falantes da língua portuguesa, não importando se é nativo ou de outro país. Não é obrigatório que todos os livros citados sejam em por...more
Maratonas Literárias
— 249 members
— last activity 6 minutes ago
Este grupo serve para incluirmos o historial de todas as maratonas que os membros fizerem e para conviver!
Portugal
— 1780 members
— last activity 5 hours, 25 min ago
Leitores Portugueses (Portuguese Readers.)
TROCA DE LIVROS
— 86 members
— last activity Feb 11, 2013 02:38am
Olá! No caso de quererem trocar livros poderão consultar-me em http://www.winkingbooks.com NICK: mgscr300
Ask John Green - January 23, 2013
— 4820 members
— last activity May 18, 2013 02:11am
Join us on Wednesday, January 23, 2013 for a special discussion with award winning author John Green. John will be discussing his work, including his...more
Comments (showing 1-1)
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message 1:
by
Daniel
Dec 01, 2011 01:04pm
obrigado por teres aceite. falta-te um trópico :)
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