Andreia Ferreira's Blog

February 19, 2014

Olá, minha gente

Aqui vai o novo endereço:

http://d311nh4.wordpress.com

Ainda o vou preencher com os posts daqui, mas os novos irão diretamente para lá.
Espero que gostem ;)
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Published on February 19, 2014 07:42 • 27 views

February 17, 2014

SINOPSE: O inferno na Terra. É como Luce se sente por estar longe do namorado anjo caído, Daniel. Levaram uma eternidade a encontrarem-se e agora ele diz-lhe que tem de partir. Afastar-se para perseguir os Proscritos - imortais que querem matar Luce. Daniel esconde Luce em Shoreline, um colégio na rochosa costa da Califórnia com estudantes estranhamente dotados: os Nefilim, filhos de anjos caídos e humanos. Em Shoreline, Luce fica a saber o que são as Sombras e como as pode usar por serem janelas para as suas vidas anteriores. Contudo, quanto mais aprende mais suspeita que Daniel não lhe contou tudo. Oculta-lhe qualquer coisa… qualquer coisa perigosa. E se a versão do passado referida por Daniel não corresponder à verdade? E se Luce estiver na realidade destinada a ficar com outra pessoa?

Este é o segundo romance desta viciante série Anjo Caído... onde o amor nunca morre.

OPINIÃO: Parece que Luce não é uma protagonista tão sem sal como fez acreditar no primeiro volume. Afinal, ela também cede a tentações e mostra o seu lado feminino no temperamento. Daniel, por sua vez, começa a revelar-se e o seu estatuto como anjo bom fica em corda bamba.Cam aparece pouco, mas com entradas tempestivas, trazendo ação e respostas à história.
Neste livro saímos do reformatório e entramos num local bem mais interessante: uma escola para nefilins.Este cenário supera largamente o anterior, assim como os novos intervenientes. Porém, não posso deixar de referir que o meu entusiasmo com esta escola deve-se às semelhanças que senti com a tão nostálgica Hogwarts da saga Harry Potter. Também me senti a recuar no tempo, ao sentimento dessas leituras prazerosas, nos momentos de Luce com as sombras, nos seus regressos ao passado.Sem dúvida que estes são os pontos altos do enredo, juntamente com as consequências por detrás destas viagens, a forma como se controlam, ou não.O livro termina de forma a incentivar a leitura do próximo.
É uma série já terminada, o que, ultimamente, parece ser uma qualidade rara e muito apetecível pelos fãs do género.
A escrita é simples e acessível. É uma coleção dirigida a jovens, contando com alguma (pouca) violência. 
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Published on February 17, 2014 03:01 • 41 views

February 5, 2014

João Tordo na Alfaguara
[image error]No ano em que comemora o seu 5º aniversário em Portugal, e o seu 50º aniversário a nível internacional, a Alfaguara anuncia com orgulho a contratação de mais um excelente autor português para o seu catálogo.
João Tordo, vencedor do Prémio José Saramago e um dos mais relevantes nomes da literatura portuguesa contemporânea, junta-se a um jovem mas cuidado catálogo de ficção literária, em que se destacam autores portugueses como Afonso Cruz, Ricardo Adolfo e Valter Hugo Mãe.O próximo romance de João Tordo –  Biografia involuntária dos amantes  – sairá já em Abril com a chancela Alfaguara.


João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Formado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa, trabalhou como jornalista freelancer em vários publicações. Fez um mestrado em jornalismo em Londres, seguindo depois para os Estados Unidos da América, para frequentar o curso de escrita criativa do City College. Em 2001, venceu o Prémio Jovens Criadores na categoria de Literatura.Venceu, em 2009, o Prémio Literário José Saramago pelo romance As Três Vidas, tendo sido finalista, com o mesmo romance, do Prémio Portugal Telecom, em 2011. Com o romance O Bom Inverno, publicado em 2010, foi finalista do prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Literário Fernando Namora 2011. A tradução francesa, Le Bon Hiver (Actes Sud), foi finalista da 6.ª edição do Prémio Literário Europeu. Da sua obra publicada constam ainda os romances: O Livro dos Homens sem Luz (2004), Hotel Memória (2007), Anatomia dos Mártires (2011), finalista do Prémio Literário Fernando Namora 2012, e O Ano Sabático (2013), que irá ser publicado pela Actes Sud (França) e Língua Geral (Brasil) ainda este ano. Os seus livros estão publicados em sete países, incluindo França, Itália e Brasil.
Biografia involuntária dos amantes é o seu sétimo romance.
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Published on February 05, 2014 07:31 • 11 views

February 4, 2014

Célia Correia Loureiro – A filha de Portugal
Após ter explorado o Alzheimer e a violência doméstica em “Demência”, entrado na pele de quem sente o luto e descobre os segredos de um passado inimaginável em “O funeral da nossa mãe”, estreia-se no seu primeiro histórico, que promete render muitos leitores ao género.Conversei com a autora e fiquei a saber um pouco mais sobre o seu método de escrita, as suas ambições e o caminho que percorreu até à elaboração d´”A filha do barão”.


Olá, Célia.Em primeiro lugar, quero agradecer a disponibilidade para responderes a estas perguntas para o meu humilde blogue.

 Já te conhecemos pelos teus primeiros livros: “Demência” e “O Funeral da nossa mãe”. Ambos apelam ao coração e à emotividade. Porquê o drama? Porque é que optaste por este género? De que forma é que ele se relaciona contigo?
É através do “drama” que se vivem emoções. Momentos mais emotivos que racionais são, tantas vezes, aqueles que decidem o rumo a tomar. Situações difíceis, desafios a superar, é isso que gosto de incluir nas minhas obras.
Estes livros foram publicados pela Alfarroba. Esta editora, e outras, são chamadas de “pequenas editoras” e são alvo de críticas esporádicas, quanto ao investimento que dedicam aos autores. Como descreverias a tua experiência com a Alfarroba?
Foi uma porta aberta que me trouxe até aqui. Ajudaram-me a crescer e a melhorar e permitiram-me chegar a muitos leitores. Estou-lhes grata por isso.
Na verdade, diz-se muito que as grandes editoras ficam reticentes em apostar nos autores portugueses, sobretudo se forem jovens. Acreditas nesta afirmação? Sentiste isso, quando terminaste o “Demência”, o teu primeiro livro?
Nem por isso, porque não cheguei a mostrar o Demência a ninguém que não à Alfarroba. Felizmente que as editoras estão a começar a apostar em autores menos conhecidos, mesmo aquelas que podem conceder-lhes grande visibilidade, como é o caso da Marcador.
Agora, sabemos que estás com a “Marcador”, chancela da “Editorial Presença”. O que achas que mudou? Achas que houve algum fator que contribuiu para que, desta vez, decidissem investir em ti (partindo do princípio que já anteriormente terias remetido os manuscritos à apreciação deles), ou foi apenas a qualidade do teu novo livro, que subiu em relação aos outros?
“A Filha do Barão” foi o primeiro manuscrito que lhes enviei e foi tudo muito instantâneo. Reconheceram o seu valor de imediato (marcámos a reunião poucas horas depois do envio do manuscrito). Não sei o que teriam a dizer dos outros, mas está muito esforço depositado neste e isto nota-se de imediato.
Do drama contemporâneo dos primeiros livros, passaste ao histórico. Que impasses, dificuldades, te foram impostas na elaboração deste livro?
A matéria-prima deste novo livro não foi o meu imaginário, ou não somente. Foi, sobretudo, a pesquisa histórica. Tive de rever este capítulo da minha formação em Humanidades/Turismo, e passei muitas horas na biblioteca e a ler A Gazeta de Lisboa a informar-me sobre a época. Não foi (nem um bocadinho) fácil e estou muito orgulhosa de ter terminado o livro em tempo tão útil (sete meses) após reunir praticamente toda a pesquisa que utilizei.
Conhecendo as tuas obras anteriores e, assim, a tua veia romântica, poderemos contar com ela n’“A Filha do barão”?
Podem contar com um grande amor, sim. Um amor construído, balançado pela dificuldade dos tempos e por diversos obstáculos. Pode considerar-se uma boa história de amor, a meu ver mais empolgante que a dos meus anteriores romances, porque esses livros eram sobre outras coisas. Este é sobre ser-se fiel a um compromisso e conseguir ser feliz num amor outrora indesejado.
Pelas tuas obras, vê-se que te inclinas muito (e bem!) para Portugal. Consideras importante que se fale do nosso país na literatura portuguesa da atualidade?
Sem dúvida. Se podemos aprender através do entretenimento, porque não conhecermos todos um pouco melhor o nosso passado? Temos uma história única, plena de momentos especiais. Devemos valorizá-la sempre que podemos.
Escrever é-te prazeroso, nota-se pela facilidade com que brincas com as palavras nas tuas narrativas. Qual é a parte que mais prazer te dá, na elaboração de uma estória? Partindo da pesquisa, da construção da personalidade das tuas personagens, da criação do ambiente que as rodeia.
Há um momento a partir do qual me fundo com a personagem. A partir daí deixo de observá-las – passo a ser elas. Quer as ame, quer as odeie, quer sejam o herói ou o vilão. Já chorei muito a escrever trechos do livro, porque me identificava a fundo com o sentimento que queria passar. Já tive dificuldade em perceber onde acabava a minha experiência de vida e começava a da personagem, por muito diferente que fosse. Gosto de sentir que vivo várias vidas.
Qual é a tua personagem preferida? Porquê?
Até hoje? A Luísa d”O Funeral da Nossa Mãe”. Porque é áspera, ríspida, fria. Ou assim eu pretendia fazê-la, fútil, cínica e fugidia. E acabou por me conquistar, acabou por me arrebatar quando mostrou as suas camadas interiores. Surpreendeu-me, transcendeu-me. Foi um prazer dançar ao seu ritmo.
Diz-se (e eu, pessoalmente, concordo) que para se escrever bem tem de se ler muito. Lês muito? O que gostas mais de ler? Algum autor que queiras salientar, que te inspire?
Leio bastante, embora ultimamente não tenho tanto tempo quanto gostaria para o fazer. Gosto bastante de Anita Shreve e o Sommerset Maugham, bem como de Margaret Mitchel, embora apenas tenha publicado  E Tudo o Vento Levou. Gosto de ler sobre ser-se humano. Sobre cometer-se erros. Sobre amar e enfrentar-se desafios.
Os clássicos. Os grandes clássicos! Fazem parte do teu plano de leitura? Algum mestre que te tenha marcado?
Já referi o E Tudo o Vento Levou, mas neste momento estou a tentar terminar O Conde de Monte Cristo, mas não é fácil, são muitas páginas e muito pocuo tempo! Adorei o primeiro que mencionei e estou a adorar o segundo, mas é O Monte dos Vendavais o livro que mais me abalou (com a Insustentável Leveza do Ser muito próximo do mesmo efeito).
Escreveste dramas, passaste ao histórico… O que me dirias se te pedisse para escrever um erótico, tendo em conta o mediatismo em que se encontram?
Cada livro é um desafio e nunca diria que não. A ver vamos onde as letras me levam.
E a fantasia?
Tenho um projecto  a crescer em mim… a ver vamos. A Grécia Antiga, tem sido um sonho recorrente, quem sabe poderá ser esse o caminho.
Terror?
Também já tentei, mas era mais suspense do que terror.  Mas mais uma vez digo, o futuro nunca se sabe, uto é possível.
O que podemos esperar de ti para o futuro? É esse futuro próximo… muito próximo?
Quero escrever mais uns quantos romances históricos que foquem momentos importantes do país. Alguns estão quase terminados, outros “pesquisados”, outros a meio gás. Quero melhorar a qualidade literária d Os Pássaros, que terminei em Dezembro de 2013. Quero reescrever o Demência e tentar conseguir-lhe a visibilidade que julgo que merece. Vou continuar a trabalhar nesta área enquanto me for prazerosa.
Obrigada, Célia. É um prazer ver uma escritora tão jovem a ter o seu devido destaque. É bom quando o talento é reconhecido e espero continuar a ver-te ascender até ao bestseller e publicações internacionais.
Um beijinho,Andreia Ferreira







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Published on February 04, 2014 07:05 • 9 views

January 28, 2014

SINOPSE: A Casa da Noite aguarda-te. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampiros ou morrem destroçados. 
Exonerada pelo Alto Conselho dos Vampiros, Neferet jurou vingança contra Zoey Redbird e o domínio que exerce sobre Kalona é apenas um dos planos que pretende usar contra ela. Mas Zoey encontrou refúgio na Ilha de Skye e está a ser treinada pela rainha Sgiach para tomar o seu lugar. Haverá algo melhor do que a ideia de se tornar uma rainha? Porque desejaria voltar para Tulsa? Após a perda de Heath, Zoey nunca mais foi a mesma e a sua relação com o guerreiro Stark também poderá nunca voltar a ser igual… E conseguirão a vampira Stevie Ray e Refaim continuar juntos? Este recusa ser usado contra ela, mas que escolha tem quando ninguém, nem mesmo Zoey, aprova a relação entre ambos? Irá Refaim trair o seu pai ou escolher o seu coração?

OPINIÃO: Os livros da casa da noite já são demais. A história prolonga-se indefinidamente e parece não ter fim. Esta é a opinião generalizada dos seguidores da série. Porém, não me parece que o problema esteja na história, mas sim na forma como se encontra distribuída. Este volume é de passagem. Isto é, os acontecimentos que ocorrem aqui são importantes para se fazer uma ligação com o que virá a seguir, com a reviravolta e, espero, conclusão do enredo. O problema está na enorme quantidade de diálogos sem conteúdo, que transformam, o que deveria ser apenas uma metade ou um quarto, num livro. Isso cansa um pouco, admito.O que acontece aqui é importante para a história, não podia ser descartado, mas está rodeado de muita informação desnecessária. No fundo, este livro não conta com nenhum momento alto entre protagonistas e vilões. Todos veem algo acontecer do sitio onde estão, mas não há confronto propriamente dito. Há uma composição de fatores que irão, decerto, colidir, mas não aqui. Encontro-me a seguir a série e pretendo terminá-la. No entanto, também desejo que as autoras não façam mais volumes destes. Os que têm mesmo o verdadeiro conteúdo de um enredo elaborado são fenomenais e espero voltar a encontrar essa vertente na série, que já me pôs, no passado, rendida a estes adolescentes especiais.
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Published on January 28, 2014 08:20 • 12 views

January 27, 2014

É com grande satisfação que a Saída de Emergência anuncia já para 7 de fevereiro a publicação de  Vida Roubada , vencedor do prémio Pulitzer de 2013.
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Vida Roubada segue a vida de Pak Jun Do,um jovem no país com a ditadura maissombria do mundo: a Coreia do Norte.
Jun Do é o filho atormentado de uma cantora misteriosa e de um pai dominante que gere um orfanato. É nesse orfanato que tem as suas primeiras experiências de poder, escolhendo os órfãos que comem primeiro e os que são enviados para trabalhos forçados. Reconhecido pela sua lealdade, Jun Do inicia a ascensão na hierarquia do Estado e envereda por uma estrada da qual não terá retorno.

Considerando-se “um cidadão humilde da maior nação do mundo”, Jun Do torna-se raptor profissional e terá de resistir à violência arbitrária dos seus líderes para poder sobreviver. Mas é então que, levado ao limite, ousa assumir o papel do maior rival do Querido Líder Kim Jon Il, numa tentativa de salvar a mulher que ama, a lendária atriz Sun Moon.
Em parte thriller, em parte história de amor,Vida Roubada é um retrato cruel de uma Coreia do Norte dominadapela fome, corrupção e violência. Mas onde, estranhamente,também encontramos beleza e amor.
Críticas:
Vida Roubada de Adam Johnson
conquistou o Prémio Pulitzer 2013.

E toda a crítica

«Ao tornar o seu herói, e o pesadelo que atravessa,
tão completamente vívido, Johnson escreveu um romance
arrojado e notável, um romance que não apenas abre uma janela
assustadora sobre o reino misterioso
da Coreia do Norte, mas que também investiga o próprio
significado do amor e do sacrifício… Pungente
e profundamente comovente… simultaneamente satírico
e melancólico, sombriamente cómico
e dolorosamente elegíaco.»
— Michiko Kakutani, The New York Times

«Notável… Johnson é um escritor maravilhosamente flexível que
consegue mudar, em apenas algumas linhas, do absurdo para o
atroz… Não sabemos o que realmente se passa naquele lugar
estranho, mas este romance, brilhante e oportuno, dá-nos um
vislumbre inquietante do que pode ser lá viver.»
— The Wall Street Journal

«Intenção, significância, propósito: a conceção da poderosa
primeira parte do romance está cheia dessas qualidades,
encerrando o leitor no estreito canal da consciência de Jun Do à
medida que ele é movido como uma peça de xadrez pela mão
oculta do Estado. Johnson (…) faz um magnífico trabalho ao
conjurar as particularidades físicas quase surreais do país.»
— The New Yorker

«Vida Roubada merece um lugar ao lado das distopias clássicas
como Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e Admirável Mundo
Novo.»
— Barbara Demick, The Guardian

«Ambicioso e muito bem escrito.»
— Kirkus Reviews

«Um grande romance pode pegar num facto
implausível e transformá-lo numa ficção inteiramente credível.
É esse o génio de Vida Roubada. Adam Johnson pegou na
criação de papel de seda que é a Coreia do Norte
e torna-a num lugar real e fascinante, que os leitores
acharão inesquecível. Este é um romance digno de provocar
excitação, mais do que confirmando o falatório que mereceu a
pré-publicação de alguns excertos… Não gostava tanto de um
romance há anos, e quero partilhar o simples prazer de ler o livro.
Mas acho também que ele é uma lição muito instrutiva sobre
como pintar um universo ficcional sobre fundo factual: o segredo
é a investigação… É este processo
de reimaginação que torna o cenário ficcional tão real
e dá ao romance um impacto que não se poderia jamais
conseguir com um milhar de artigos de jornal… Johnson pintou
com cores indeléveis o pesadelo da Coreia do Norte de Kim.
Quando os leitores de língua inglesa quiserem compreender como
eram as coisas — como é que as pessoas viviam e morriam no
interior de um culto da personalidade que cometia crimes
indizíveis contra os seus cidadãos —, espero que se voltem para
esta história, cuidadosamente documentada. A feliz surpresa é
que descobrirão uma história que se lê compulsivamente.»
— The Washington Post

«As capacidades de Johnson são inegáveis, a sua narrativa é
vívida e corajosa, a sua Coreia do Norte é brilhantemente
representada.»
— USA Today

«Uma observação pungente, inteligente e incomparável da vida
na Coreia do Norte de Kim Jong Il.»
— San Francisco Chronicle

«Embora Vida Roubada gire numa teia de incertezas, o romance
nunca se dispersa, nem vagueia ou cai na opacidade da
afetação. Johnson transforma uma história acerca da
instabilidade das histórias numa narrativa impressionantemente
coerente e cativante… A verdadeira maravilha de Vida Roubada
é a sua profundidade e largueza imaginativa, algo que, em
absoluto, não pode ser falsificado. O que talvez seja a razão de
não existirem verdadeiros romancistas na Coreia do Norte.»
— Salon

«Esta aventura épica, localizada nas regiões perigosas e quase
fantásticas da Coreia do Norte, é um romance incrivelmente
vívido e cativante, seguindo Jun Do à medida que ele se
transforma de um peão infantil do sistema num raptor profissional,
para chegar a rival de Kim Jong Il, a quem se opõe para salvar o
amor da sua vida. Romance, história de crescimento, aventura e
thriller, tudo num só livro, que é singular e imperdível.»
— Flavorwire

«Localizado na Coreia do Norte, este thriller literário sobre um
homem que ousa procurar a liberdade no regime repressivo é
ambicioso, violento, audacioso... e incrivelmente bom.»
— O: The Oprah Magazine

«Vida Roubada é um thriller político ricamente tecido acerca do
mundo oculto da Coreia do Norte, com todas as suas misérias,
violências e atos de amor desafiadores sob circunstâncias
impossíveis. Em todas as suas páginas abundam imagens
esplêndidas e evocadoras.»
— Pittsburgh Post-Gazette

«Um fatalismo mórbido impregna todas as cenas de Vida
Roubada. Mesmo nos momentos mais divertidos — e existe por lá
muito humor —, há uma perceção subjacente de que um
movimento em falso pode fazer com que uma personagem seja
enviada para os campos de prisioneiros: quando as coisas
correm mal, as personagens procuram congeminar histórias
plausíveis que as desculparão do fracasso sem incorrerem na ira
do “Querido Líder” … Embora a divisão de tempo que estrutura o
romance na primeira metade significa que os leitores podem ficar
certos, em antecipação, sobre o que acontecerá, Johnson
garante que apenas quererão ver como acontecerá… e por
quantos modos diferentes Vida Roubada o pode contar. A morte
de Kim Jong Il dá ao romance uma óbvia oportunidade, mas o
relato de Johnson sobre a vida num regime totalitário tem o
poder de sobreviver à circunstância histórica.»
— Shelf Awareness

«Com a morte de Kim Jong Il, todos os olhos se viraram para o
bizarro regime da Coreia do Norte, mas a melhor forma de
compreender o país é, provavelmente, o notável romance de
Adam Johnson… Magnificamente conseguido… O ano ainda vai
no início, mas Vida Roubada já vai à frente no que respeita aos
romances de 2012.»
— The Daily Beast

«Notável e desolador… Vida Roubada tem de ser agora
adicionado à muito curta lista dos romances excecionais que
também servem um objeto humanitário. Se a Coreia do Norte não
fosse um local de atualidade crítica, seria simplesmente um livro
notável… cuidadosamente estruturado, cheio de grandes ideias,
e comoventemente amargo. O facto de o inferno nele descrito
existir neste momento, ao mesmo tempo que o leitor lê isto, torna-o
o tipo de livro que deveria manter-nos acordados durante a
noite toda.»
— Ruth Franklin, The New Republic

«Um sonho febril de tal modo intenso que nos podemos esquecer
de prestar atenção ao homem atrás da cortina… seguro e
apaixonado… uma aventura de crescimento, ocasionalmente
satírica, romance cinematográfico, uma distopia
claustrofóbica e um thriller de fazer roer as unhas…
um carrossel ousado e interessante.»
— Time Out New York

«Fascinante… um triunfo da imaginação. Johnson criou um
universo de tal modo convincente que não interessa realmente se
captou com exatidão todos os pormenores. Soa a verdadeiro,
muitas vezes de uma forma aterradora… Johnson parece
sobretudo interessado nas questões da identidade: que significa
ser um ser humano numa sociedade tão dedicada a negar a
humanitária essência aos seus cidadãos. As respostas que ele
imagina em Vida Roubada são ao mesmo tempo vívidas e
arrepiantes. [Grade:] A.»
— Entertainment Weekly

«Uma imaginação fértil, muita investigação e uma visita àquele
país tão fugidio capacitaram Johnson para criar um romance
único que é muitas coisas ao mesmo tempo — thriller literário,
história de amor, história social e mais ainda… No final, vemos
como a humanidade sobrevive apesar de um sistema que os teria
feito entregar as suas vidas privadas a uma história já escrita
para elas.»
— The Dallas Morning News

«Surpreendente… a história que Johnson estruturou
cuidadosamente em camadas sente-se como autêntica… Escreve
uma prosa ágil, mal se permitindo registar alguns vislumbres de
pungente atrocidade antes de acelerar para diante.
Resiste à tentação de transformar o tema em forragem cómica,
mas nunca ignora o absurdo, provocando um riso de contornos
recortados, que tende a morrer-nos na garganta.»
— Newsday

«Esta narrativa, complexa e polifónica, recordará a alguns
leitores a história igualmente inventiva de David Mitchell, Cloud
Atlas. Aqui, o seu objetivo é pôr em contraste os absurdos da
manipulação que emanam dos governantes do país e a
experiência real dos seus cidadãos. Apesar da natureza
horrenda desta história, Johnson injeta-lhe suficiente leveza para
tornar o livro extremamente legível… Este misto de paródia e
horror da vida real já conduziu a uma razoável dose de
controvérsia. Mas de modo nenhum isso diminui o sucesso de um
romance de enredo tão rico e tão descritivo da vida
Norte-Coreana. É magnífico.»
— Financial Times

«A capacidade de Johnson para invocar e dar corpo
a uma ideia da Coreia do Norte é impressionante, e ele empurra
Jun Do por uma série de papéis e conflitos, na primeira metade —
do orfanato ao combate nos túneis, dos pelotões de rapto à
vigilância via rádio — com a economia tensa e franca
de um thriller.»
— Philadelphia City Paper

«Poderosa e subtilmente, Johnson muda as histórias que as suas
personagens contam — umas às outras, aos interrogadores, a si
próprias… A ilusão torna-se engano, e depois traição, até um
final fantástico florescer, e fantasticamente apropriado, dos
sobressaltos da fabricação dos mitos, na última página.»
— The Plain Dealer

«Na louca viagem que este romance é, seguimos o improvável
herói Jun Do, à medida que ele se eleva da infância miserável na
Coreia do Norte ao posto de general às ordens de Kim Il Sung.
Baseado em extensa investigação, ele empresta terror e absurdo
à vida visceral na ditadura mais controladora do mundo.»
— Parade

«Estupendo… Não há dúvida que Johnson se sai muito bem —
brilhantemente. Ainda é cedo para dizer, mas não ficaria
surpreendido se, chegados a dezembro, este romance aterrasse
em diversas listas de melhor do ano.»
— Milwaukee Journal Sentinel

«O romance de Johnson consegue o aparentemente impossível:
um escritor americano apresenta magistralmente o universo
misterioso da Coreia do Norte através do espírito e da
experiência de um nativo, desde os seus orfanatos e dos seus
barcos de pesca às cozinhas dos seus altos dignitários.»
— Publishers Weekly

«Os leitores que gostam de um thriller político de ritmo rápido
acolherão com gosto esta viagem louca através do mundo
espantosamente conflitual que existe no interior das fronteiras
profundamente vigiadas da Coreia do Norte.
Altamente recomendado.»
— Library Journal

«Adam Johnson conseguiu fazer alquimia literária, em primeiro
lugar situando o seu romance na Coreia do Norte, um país que
poucos de nós conseguem imaginar, depois produzindo
personagens que nos subjugam e cujas vidas se desenrolam a
uma velocidade estonteante. Eu li sem parar até ao espantoso
desfecho. O resultado é puro ouro, um romance magnífico.»
— Abraham Verghese

«Um romance viciante de ingenuidade ousada, um estudo sobre
sacrifício e liberdade numa dinastia devoradora de cidadãos, e
uma forma oportuna de nos recordar que as vítimas anónimas da
opressão são também seres humanos que amam — Vida Roubada
é um livro corajoso e impressionante.»

— David Mitch
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Published on January 27, 2014 08:27 • 6 views

January 24, 2014

SINOPSE: A imigração portuguesa no Brasil, no séc. XX, retratada num romance sobre a saga de uma família em busca de um futuro melhor. Ao longo de cem anos acompanhamos as alegrias e tristezas, as discussões e as pazes, as separações e os que são felizes para sempre. 

"Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema - principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida é azeitona verde no palito - sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares."
Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

OPINIÃO: Quem tem uma relação familiar chegada, conseguirá ver a incrível pertinência deste livro. O autor escolhe os termos culinários para caracterizar as relações familiares, as suas desavenças e o amor que existe sempre, nem que esteja apenas retido na memória de uma infância feliz. O arroz de Palma é o fator chave de toda a narrativa. Funciona como uma personagem e vai se refletindo ao longo da vida desta família.  O arroz é mágico. Ou, melhor, abençoado. Palma, no dia do casamento do irmão, ainda em terras lusas, emociona-se com o amor que é arremessado aos noivos, em forma de arroz, à saída da igreja. Todas aquelas pessoas que lhes querem bem, a chorar de felicidade, a lançarem sorrisos e boas novas ao recente casal. Palma decide recolher esse arroz tão preenchido de boas vibrações e oferecê-lo ao irmão e cunhada. Um gesto bonito e original que o irmão rejeita, mas que a cunhada guarda com apreço. Palma não leva a mal a atitude do irmão porque já se habituou ao seu temperamento dificil. Aqui, encontramos logo uma das particularidades das relações familiares. As discussões existem, persistem, repetem-se e leva-as o vento. O ceticismo deste homem passa para os seus filhos, concebidos sobre o milagre do bendito arroz, que, curiosamente, nunca se estraga.  Porém, o mais velho maravilha-se com as histórias de Palma e sente-se um sortudo por ter nascido numa família com uma herança tão mágica!O enredo desenrola-se desmontando a vida deste e as suas afinidades com a família. Fala-se de inveja, intrigas, adultério, julgamentos precipitados, um rol de aperitivos que apimentam o destino, contudo feliz, dos descendentes de tia Palma e do seu  abençoado presente. A família é, de facto, um prato difícil de preparar, mas quando acaba não volta mais. Um livro que se adequa a muita gente e que fará sorrir com a semelhança das birras mesquinhas e sem nexo que todos conhecemos, enquanto família.
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Published on January 24, 2014 06:27 • 11 views

January 21, 2014

27 DE JANEIRO DIA INTERNACIONAL DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO


Para assinalar esta data, que marca a libertação de todos os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 1945, sugerimos dois livros que merecem ser lidos e jamais esquecidos. 
A BIBLIOTECÁRIA DE AUSCHWITZ, de Antonio G. Iturbe          & TEMPO PARA FALAR, de Helen Lewis 


 BIBLIOTECÁRIA DE AUSCHWITZ, de Antonio G. Iturbe
Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa de 14 anos, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova - com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.Uma jovem que arriscou a vida para manter viva a magia dos livros, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.



TEMPO PARA FALAR, de Helen Lewis
Helen Lewis sobreviveu a dois campos de concentração nazi: Terezin e Auschwitz.A sua história, aterradora, hipnotizante e de uma coragem ímpar, é narrada na primeira pessoa sem o mais pequeno tom de autopiedade.Um livro de memórias, desprovido de especulações ou lições de moral, que é uma verdadeira celebração da vida.
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Published on January 21, 2014 07:51 • 6 views
SINOPSE: Para a infeliz Olivia Larsen nada pode alterar o facto de que a sua irmã gémea, Violet, morreu... Vive angustiada e isolada e um dia as suas incursões levam-na a uma velha loja onde uma misteriosa costureira lhe oferece um vestido dizendo-lhe que é mágico e que lhe pode conceder um desejo. Céptica, Olívia veste o vestido e pede a única coisa que deseja, que Violet volte. Com Violet de novo ao seu lado, ambas têm uma segunda oportunidade na vida. Mas nem tudo é o que parece, como em breve descobrem… Por insistência de Violet, voltam à loja e obtêm mais dois vestidos - e mais dois desejos. Mas a magia não pode resolver tudo e Olivia é obrigada a confrontar os seus fantasmas para aprender a rir, amar e viver outra vez. 
OPINIÃO: Gostavam de ter 3 desejos?Quem não gostava?Olivia não acreditava que os tinha e o seu primeiro desejo saiu do coração. O problema é que Olivia só tinha realmente um desejo, que a sua irmã gémea, Violet, voltasse para junto dela. Os outros? Nada mais importava, desde que pudesse ouvir Violet outra vez.O "Desejo" é mais do que um livro de adolescentes, apesar de contar com os seus dramas típicos. É muito mais do que uma história sobre desejos concedidos por via da magia. É uma história de saudade, luto e da incapacidade de continuar em frente, face à perda de um ente querido. Como voltar a viver sem a nossa outra metade? Era isso que Violet era, a outra metade de Olivia. A metade mais sociável, mais aventureira, mais extrovertida. Olivia tem de aprender a sobreviver por si mesma no terrível mundo dos adolescentes, numa cidade que traz consigo lembranças da infância de ambas.
O livro está escrito com uma linguagem fácil e acessível. O mundo dos jovens está tipicamente retratado, assim como os traços de personalidade das personagens. Porém, não deixa de abordar temas profundos e dificeis de digerir.Gostei da mistura de drama e fantasia e recomendo como uma leitura leve, mas que também faz pensar.
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Published on January 21, 2014 07:08 • 147 views

January 17, 2014

A Saída de Emergência tem o prazer de anunciar O Prémio Bang! 2014!
[image error]Andamos à procura do George Martin português. Está na altura de passar aquela ideia para o papel e realizar o sonho de escrever um livro.Temos para oferecer ao vencedor um prémio de 3.000,00€ (três mil euros) bem como a publicação da obra em Portugal e no Brasil.
Todas as informações podem ser encontradas no site da Revista Bang! Nos seguintes links:Regulamento: http://revistabang.com/premio-bang-2014/Perguntas frequentes: http://revistabang.com/perguntas-frequentes/Formulário de inscrição: http://revistabang.com/formulario-de-inscricao/
Se, ainda assim, não encontrou resposta para as suas questões, pode contactar-nos diretamente para o endereçobang@saidadeemergencia.com
Mãos à obra. Não perca esta oportunidade para atingir a imortalidade.
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Published on January 17, 2014 09:03 • 12 views