Marcelo Rubens Paiva's Blog, page 6

September 21, 2016

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O palco do projeto inicial da cerimônia da abertura da Paralimpíada tinha 2 m de altura.


Porque tínhamos um robô KUKA para encaixar abaixo, que dançaria com a atleta Amy, cuja altura, dobrado, é de 1m30.


Descobrimos que os atletas cadeirantes, que pediram para entrar logo no começo, não conseguiriam ver a cerimônia sentados ao redor.


Decidiu-se cavar um buraco de 30 cm para encaixá-lo e atender ao pedido dos atletas.


O palco ficou com 1 metro de altura.


Não afetou a irrigação, nem é esta a obra que atrasará ou não atrasará a devolução do estádio ao futebol.


Data que foi marcada pelo comitê há anos


O buraco será tapado em horas.


O gramado refeito na mesma rapidez que foi refeito entre a abertura olímpica e os jogos das semis.


Na véspera da cerimônia, vazou a notícia de teria um buraco, o que atrasaria a entrega do estádio para um Flamengo em busca do título.


Sua torcida enfurecida focou seu ódio contra o Movimento Paralímpico.


Saímos em defesa das cerimônias.


Não negamos o buraco, afirmamos que teria 30 cm de profundidade.


Hoje, fotos de um buraco com a máquina retirada reacendeu a ira.


Achei por bem responder todas as dúvidas, apesar de ser apenas o diretor artístico de uma cerimônia, aquele que bola a cerimônia, a da abertura da Paralimpíada.


Aqui vai o pingue-pongue com seguidores do Twitter:


 


Jairo Angelo @JairoAngelo1910: @marcelorubens que treta que te arrumaram em rapaz!


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Tenso mundo do jornalismo esportivo


 


Thalix @Thalixxx_: A capa dos jornais é mais importante q quem frequenta? Para q ta feio


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Não. Quem frequentou tb adorou as aberturas


 


Abner Oliveira @abner0liveira: se em horas tapa-se o buraco e a grama não leva mais que 15 dias, o que atrasa tanto a reabertura ?


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Centenas de quilômetros de cabos, maquinário para transmissão, camarotes de artistas, dançarinos, teto para fogos de artifício, geradores…


 


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Desculpe. Maracanã não é do Flamengo, nem foi construído por ele, é patrimônio da cidade, da humanidade. Símbolo do país


 


Ribas @Cartoleiro83: Cara, ninguém se importa com a capa dos jornais, entenda isso. Só queremos o Maracanã, lamentável o que foi feito.


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Claro, dane-se a Olimpíada, dane-se o Rio, importante é o Maraca para mais um Fla x Flu


 


Fábio de Lima Martin @binhumartin: Engraçado né @marcelorubens que faz 7anos que sabemos que os jogos seriam aqui e os times agem como se tivessem sido pegos de surpresa


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Inacreditável o Rio querer uma olimpíada, e torcedores acharem o Maracaná intocável. Então que fizessem a olimpíada em SP, q foi candidata


 


Osni Júnior @jr_osni: @marcelorubens enfia no teu cu essa máquina


Marcelo Rubens Paiva adicionou: Ela já foi embora


 


Ninho da Nação @Ninhodanacao: Que zica, hein? @marcelorubens? Explica esse crime contra o futebol do Rio. Vergonha


Marcelo Rubens Paiva adicionou: O “crime contra o futebol” resultou em 4 cerimônias espetaculares capas de todos jornais do mundo e jogos que foram um sucesso. Valeu Rio


 


Flamenguistas precisam ter paciência.


Se queríamos fazer 4 cerimônias olímpicas, precisávamos preparar o Maracanã para elas.


No mais: Mengoo

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Published on September 21, 2016 10:02 • 7 views

September 19, 2016

ustra


Curta sobre Ustra é lançado sábado


Aí vai uma chance de conhecer aquele homenageado pelo deputado Jair Bolsonaro na sessão de votação do afastamento de Dilma.


Neste sábado, 24 de setembro, às 14h00, no Memorial da Resistência, numa edição do projeto Sábado Resistente, do Núcleo de Preservação da Memória Política, será lançado o curta- documentário Tortura Tem Cor, dirigido por Pedro Biava.


Ele narra a participação do controvertido major Carlos Brilhante Ustra, responsável pela tortura de diversos presos, no DOI-Codi de São Paulo.


Com gravuras de André Catoto, ele traz depoimentos de Maria Amélia Teles, a Amelinha, ex-militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que foi torturada pessoalmente por Ustra.


Falaram também Adriano Diogo e Emilio Ivo Ulrich, ambos presos e torturados no DOI-Codi.


Junto, será exibido o curta Eu Vi, a história da repórter Helle Alves, do fotógrafo Antonio Moura e do cinegrafista Walter Gianello, todos dos Diários Associados, que chegaram na Bolívia em 1967 para cobrir o julgamento do jornalista Regis Debray e descobriram a morte de Che Guevara.


Foram produzidos pelo coletivo Revira-Lata.


PROGRAMAÇÃO


14h00 – Boas vindas – Kátia Felipini Neves (Memorial da Resistência de São Paulo)


Coordenação – Maurice Politi (Núcleo de Preservação da Memória Política)


14h10 – Exibição do Documentário “Eu vi” (19’) e “Tortura Tem Cor” (16’)


Endereço: Largo General Osório, 66 – Luz – Auditório Vitae – 5º andar


Entrada Gratuita

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Published on September 19, 2016 11:57 • 8 views

September 15, 2016

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Power Point do MP de Curitiba continua rendendo.


Rendendo piadas.


Site “lula ppt geneterator” ajuda o usuário a fazer seu próprio infográfico.


Cada um pode escolher o que deseja que as flechas apontem, ao estilo apresentação de Power Point do MP contra Lula.


Já virou febre.


O escritor J.P.Cuenca fez o seu.


Faça você mesmo no: http://lulapptgenerator.top/

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Published on September 15, 2016 11:01 • 5 views

September 14, 2016

O power point do procurador da República Deltan Dallagnol para denunciar Lula como chefe máximo, maestro, comandante da corrupção, bomba na internet.


A apresentação visual amadorística do Ministério Público, na coletiva da Lava Jato sobre Lula, logo virou piada.


Como disse o site de humor Sensacionalista, “Lava Jato diz que Lula desviou dinheiro que iria para aulas de Power Point de estagiário do MPF”.


E os memes começaram:


 


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Published on September 14, 2016 18:48 • 20 views

September 13, 2016

Filme-Pequeno-Segredo


 


Fora MinC?


Está provado: não é uma comissão do Ministério da Cultura que deve escolher o filme brasileiro candidato ao Oscar.


O racha da classe e a polarização política não possibilitaram uma isenção indispensável.


E gerou um constrangimento ontem, na apresentação oficial, que chocou a classe, testemunhado pelo nosso crítico Luiz Merten.


Presidido por Bruno Barreto, que fugiu na cerimônia, cineasta que arrebentou há 40 anos com DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS, um júri suspeito escolheu um filme que ninguém viu.


Ninguém vírgula.


O insuspeito jornalista e crítico da Folha, ALCINO LEITE NETO, viu.


Escreveu hoje sobre o filme de David Schurmann:


“… Ministério da Cultura elegeu como representante do Brasil no Oscar um dos piores filmes do cinema brasileiro dos últimos anos.”


Para Alcino, Pequeno Segredo é um turbilhão de clichês e sentimentalismo, que nem a atriz Júlia Lemmertz salva.


“A narrativa é piegas, as imagens são piegas, a banda sonora é piegas, a direção é de uma platitude sem fim.”


Tinha mais de dez filmes inscritos.


De comédias a filmes de ação.


Em anos de turbulência política, muitos debatiam nossos conflitos sociais: racismo, disparidade econômica, capitalismo selvagem, pobreza, loucura.


O júri escolheu um filme de família, sentimental.


Não é o MinC que deve escolher o filme para concorrer à grande Academia de Cinema de Hollywood.


Poderia ser a Academia Brasileira de Cinema, composta por produtores, diretores, autores e atores.


Associados cadastrados que já votam no melhor filme [premiação agora em outubro].

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Published on September 13, 2016 08:38 • 10 views

September 12, 2016

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Encontrada foto rara de Machado de Assis


Aparentemente, Machado preside uma reunião da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro.


No salão e no centro de uma mesa que existem até hoje.


Façanha do pesquisador Felipe Rissato, que já tinha encontrado uma crônica inédita de Machado, texto anônimo sobre a perda da mãe, publicado na segunda edição da “Revista Luso-Brasileira” em 1860, intitulado “Lembranças de Minha Mãe”, além de uma crítica e quatro poemas; um deles quando o autor tinha 19 anos.


 

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Published on September 12, 2016 08:35 • 5 views

O jogo de futebol Americano nasceu em academias militares.


Suas regras lembram táticas de guerra: conquista de território, jardas, cercos.


Depois de 11 de Setembro, o patriotismo foi a campo, de onde não saiu mais: grandes bandeiras, hino, soldados das diversas forças, aviões de caça em rasantes, tiros de canhão.


Cada jogo se transformou num espetáculo ufanista carregado de sentimentalismo.


Ontem, no aniversário de 15 anos do atentado de 11 de Setembro, que coincidiu com a abertura da temporada 2016-17 da NFL, protestos de jogadores lembraram os velhos tempos das luta nos campos de atletismo e o engajamento pelos direitos civis.


Enquanto a maioria fazia uma corrente durante a execução do hino, alguns se ajoelharam em protesto contra a recente onda racista que resultou em mortes de negros por policiais brancos.


O protesto estava claro: estou mais conectado mais à minha gente, meus brothers, não ao seu país.


Foi o quarterback do 49ers, Colin Kaepernick, quem começou, no jogo contra Los Angeles Rams, ao se recusar A FICAR EM PÉ durante o hasteamento da bandeira, em protesto contra a violência policial.


O gesto foi considerado ofensivo por alguns torcedores.


Levou o presidente Obama a se pronunciar, que defendeu o direito constitucional de Kaepernick de protestar.


Jurrell Casey, Wesley Woodyard and Jason McCourty, jogadores do Tennessee Titans, ergueram o punho na partida contra o Minnesota Vikings, lembrando o gesto dos Panteras Negras, executado na olimpíada de 1968 pelos medalhistas Tommie Smith e John Carlos.


O cornerback do Kansas, Marcus Peters, se ajoelhou durante o hino.


Assim como o linebacker do Broncos, Brandon Marshal, tinha feito na sexta-feira.


Seu gesto foi imitado em outra partida: quatro jogadores do Miami Dolphins, Arian Foster, Jelani Jenkins, Michael Thomas e Kenny Stills, também se ajoelharam antes da partida contra Seahawks.


Dois terços dos jogadores da NFL são afrodescendentes.

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Published on September 12, 2016 07:48 • 7 views

September 9, 2016

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Eles estão nos bastidores de todos os jogos Paralímpicos.


Mas quase não são retratados, nem lembrados, nem ganham medalhas.


Correm de um lado para o outro.


Vieram em vários tipos de cadeira de rodas.


São os jornalistas e fotógrafos cadeirantes, amputados, com deficiência motora, que circulam velozmente entre zonas mistas, salas de imprensa, trabalhando e mandando suas matérias.


Amy Purdy, a sensacional bailarina e atleta amputada que dançou com um robô na abertura, comentará os jogos pela NBC.


Pelo Channel 4, entre os 36 comentaristas e apresentadores, 21 são deficientes [foto acima].


Mais da metade.


RJ Mitte, ator com paralisia cerebral que fez o filho de Walter White, de Breaking Bad, é o mais conhecido de todos.


Para o The Guardian, ele disse:


“É o mais importante show de pessoas com deficiência na TV. Não é apenas uma celebração das pessoas com deficiência, mas é até aonde a gente poder chegar.”


Quem apresentou para a BBC a cerimônia de abertura foi o correspondente Frank Gardner, cadeirante ferido na Arábia Saudita.


Comenta para a BBC o jogador de basquete cadeira de rodas Ade Adepitan.


No Brasil, ex-atletas ajudam nas transmissões.


A Globo [SporTV] chegou a contratar a ginasta brasileira que ficou tetraplégica, Laís Souza, para trabalhar como comentarista.


Até adaptou bancadas.


Mas devido à bolsa que ela recebe, não pode exercer atividades profissionais.


A Folha mandou seu repórter e colunista cadeirante Jairo Marques.


Bom trabalho a todos.


E não atropelem ninguém.

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Published on September 09, 2016 08:18 • 7 views

September 5, 2016

Jornalista-Uber


A imprensa pauta a rede social.


Este era o lema que anunciava sobrevida à profissão de jornalista, em guerra contra a tecnologia da informação, e nos enchia de esperança, apesar do horizonte de cenário apocalíptico que destruiu (restaurou, na verdade) a indústria fonográfica, cinematográfica e editorial.


Era o lema.


A rede social passou a pautar a imprensa.


Que a examina, antes de fechar uma coluna, uma página, um editorial, uma capa, uma manchete. Hoje, a imprensa se alimenta da rede social, dos virais, memes, fotos, gifs, vídeos, frases, tuítes, do climão. Talvez busque nela o lucro em falta. Busque inspiração. Novidades. Sangue novo.


Nos abastecemos da sua quantidade ilimitada de informações, que se renova a cada minuto, e do humor da humanidade, ou melhor, da rede. Nos abastecemos da sua criatividade. Até a fonte passou a dar declarações oficiais pelas redes sociais, colocando a carreira de porta-voz em risco.


O antigo leitor agora é um hashtag, uma arroba, uma página, um avatar, como o repórter, como a empresa de comunicação e como a fonte. Dividimos todos o mesmo espaço digital. Somos um link, sites, produtores de conteúdo, divulgadores de notícias. Somos fotógrafos, cineastas, editorialistas, comentaristas, repórteres. Editamos.


O antigo leitor é o concorrente e parceiro do veículo que seguia, do canal de TV, da imprensa escrita. Aprendeu com o veículo que consumia. Se a humanidade virou rede, o leitor virou galera.


Problema: a ética da rede social passou a prevalecer sobre os manuais rigorosos, bem específicos e bem construídos, sempre atualizados, necessários num contexto de liberdade de imprensa, em que não se quer o controle do Estado sobre a informação. Não coincidência que foi o fim do regime militar que impulsionou a edição de manuais de redação ou de conduta, redigidos numa parceria inédita e dialética entre patrão e empregado, dentro de um acordo tácito em defesa da isenção e da qualidade da notícia, entre empresas de comunicação, especialistas da língua, juristas e, lógico, pratas da casa, os jornalistas.


Tem repórter, colunista, escrevendo como se desabafasse para uma rede de amigos, um grupo fechado, notas mal apuradas, maldosas, rancorosas.


Ainda se acredita que jornalista apura, rede social confunde, jornalista tem credibilidade, rede social se entorpece pelo boato, jornalista tem história, experiência, tradição, rede social engatinha, jornalista tem rede de comando, rede social vive sob a égide do movimento anarquista, da contracultura, dos Rolling Stones (“you can’t always get what you want, but if you try sometimes, you just might find you get what you need”), do punk-rock (“do it yourself”), do lema da Nike (“just do it”).


Continuamos a seguir as linhas preditas por Walter Benjamin, que num estado de desespero e holocausto diagnosticou o fim da narrativa tradicional, o fim do narrador; ou a desorientação moral das formas modernas de narrativa. O que deu na incapacidade de trocarmos experiências.


O jornalista hoje se viciou pelos tóxicos das redes sociais, o narcisismo gerado pela exposição impensável. Colunistas antes lido por milhares podem ser lidos por milhões. Podem ser tema, gerar cliques, transformando a máquina de notícias em máquina de caça níqueis, o veículo em cassino. Pode estar acima da sua própria notícia. Virar notícia, assunto comentado, top trend: é compartilhado, seguido, tem fãs, como um ídolo pop.


Pouco a pouco ele se destaca da rede produtiva secular e sente que pode ir para o espaço sem a anacrônica relação patrão&empregado, comprimida pelas leis do trabalho e pressões sindicais. Ele pode ter seu próprio site, seus próprios anunciantes.


O repórter que entende a rede social se torna empreendedor, virar um jornalista-Uber, dominar aplicativos e páginas alavancadas por contas no Face, Twitter, Insta, Snapchat, confiando na fidelidade de seus seguidores.


Para isso, precisa falar a mesma linguagem. A velocidade da informação, arma da rede social, atrapalha a apuração, reduz suas antigas habilidades. A qualidade da notícia fica a desejar, já que é preciso ser o primeiro a blogar ou tuitar.


Não se deve perder tempo com a palavra que se encaixaria com perfeição. Vai com o clichê mesmo. Rapidez e concisão. Temos apenas 140 caracteres. Temos pressa.


E vamos torcer para a notícia se confirmar. Para ser verdade. Onde tem fumaça, tem fogo. Se não for, beleza, a rede tem memória curta. Em dois dias, a polêmica se esvazia. Surgirão outras, que devo compartilhar, para jogar uma nuvem de fumaça diante da minha desinformação. Ah, a galera sabe, nem tudo que sai na rede é verdade.


Benjamin lamentou o fim da narrativa oral, base da Civilização e do conhecimento, trocada pela industrialização do contar história. Dizia que era cada vez mais raro encontrar pessoas que soubessem narrar qualquer coisa com correção.


 

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Published on September 05, 2016 17:51 • 4 views

August 24, 2016

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Vogue fez uma campanha polêmica para os Jogos Paralímpicos.


A rede está revoltada.


O assunto já é dos mais comentados [top trend].


Pegou dois atores, Paulinho Vilhena e Cleo Pires, e os fotografou e editou como se fossem atletas amputados.


Estão inspirados nos verdadeiros atletas paralímpicos, Bruna Alexandre, do tênis, e Renato Leite, do vôlei.


 


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Redes sociais perguntam por que não usaram dois entre os milhares de atletas?


Qual o problema?


A campanha é SOMOS TODOS PARALÍMPICOS.


Na verdade, Cleo e Paulinho são embaixadores paralímpicos [indicação minha].


E a campanha foi criada pela agência África, de outro embaixador paraolímpico, Nizan Guanaes.


Foi um jogo curioso. Uma provocação.


Relaxa, gente.


Claro, agora venha uma campanha com amputados de verdade.


E os memes já surgiram.


 


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Published on August 24, 2016 08:03 • 9 views

Marcelo Rubens Paiva's Blog

Marcelo Rubens Paiva
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