David Soares
Author profile
born
April 17, 1976
in Lisbon, Portugal
gender
male
website
genre
David Soares isn't a
Goodreads Author (yet), but he
does have a blog,
so here are some recent posts imported from
his feed.
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O Evangelho do Enforcado
— published 2010 |
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A Conspiração dos Antepassados
— published 2007 — 2 editions |
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Batalha
— published 2011 — 4 editions |
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Lisboa Triunfante
— published 2008 — 2 editions |
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Os Ossos do Arco-Íris
— published 2006 |
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A Luz Miserável
— published 2010 |
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O Pequeno Deus Cego
by David Soares , Pedro Serpa — published 2011 |
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É de Noite que Faço as Perguntas
by David Soares , Richard Câmara , Jorge Coelho — published 2011 |
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Mucha
by David Soares, Osvaldo Medina , Mário Freitas — published 2009 |
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O Homem Corvo
by David Soares, Ana Bossa , Nuno Bouça — published 2012 |
Upcoming Events
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“As coisas que vivem ao pé da morte sentem-nos e vêm ter connosco. Quando somos capazes de ver as coisas que vivem ao pé da morte é porque estamos ao pé dela. É sinal que vamos morrer.”
― David Soares, A Luz Miserável
― David Soares, A Luz Miserável
“Os seus amigos gostam dos poemas que escreve?
'Acho que sim. Acho que gostam bastante.'
'Muito bem, mas não se esqueça: o seu talento só será tolerado enquanto aquilo que alcançar não fizer sombra à mediania daqueles que o rodeiam.”
― David Soares, A Conspiração dos Antepassados
'Acho que sim. Acho que gostam bastante.'
'Muito bem, mas não se esqueça: o seu talento só será tolerado enquanto aquilo que alcançar não fizer sombra à mediania daqueles que o rodeiam.”
― David Soares, A Conspiração dos Antepassados
“«Andar a pé por uma cidade antiquíssima, como Lisboa, é meio-caminho andado para se sentir uma tristeza profunda pela efemeridade do nosso próprio mundo: onde estão os nossos sítios, os nossos mortos, esses pontos de contacto entre o nosso coração e o território? Como continuar a caminhar, quando grande parte do que amámos já se foi embora? Quem estuda a história não se pode dar ao luxo de ser nostálgico, mas eu não sou historiador, sou escritor e por isso posso ser nostálgico à vontade. E nem toda a tristeza é má. Continuam perto de nós, essas âncoras de osso e pedra, de palavra e memória - camufladas no território, como um vasto sistema nervoso sob os músculos. Continua-se a caminhar, porque o território é tudo o que existe: é tudo o que sempre existiu e continuará a existir; mesmo depois das mortes daqueles de quem gostamos e da ruína dos locais onde vivemos. Somos sílabas e iluminuras num texto redigido pelo tempo sobre a terra que nos viu nascer, como tinta sobre um pedaço de papel. Nós secamos, como a tinta - embaciamos. O território fica - mas nós ficamos nele. Ressequidos. Translúcidos. Como folhas mortas. Não há nada mais para além disso.»”
― David Soares
― David Soares
Topics Mentioning This Author
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| Portugal: Últimas Aquisições | 28 | 62 | Sep 13, 2011 04:47am |
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