Antero de Quental
Author profile
born
April 18, 1842
in Ponta Delgada (Açores), Portugal
died
December 13, 1891
gender
male
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Antero de Quental - Sonetos Completos
— published 1998 |
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Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos Últimos Três Séculos
— published 1871 — 9 editions |
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OS Sonetos Completos de Anthero de Quental
— published 2010 — 3 editions |
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Sonnets And Poems Of Anthero De Quental
— published 2009 — 4 editions |
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Poesia Completa 1842 - 1891
— published 2001 |
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Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX
— published 1890 |
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A philosophia da natureza dos naturalistas
— published 2010 |
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Sonetos Completos
— published 2002 |
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SONETOS DE ANTERO DE QUENTAL livro + cd-audio (Colecção: Grandes Poetas Portugueses, 1)
— published 1996 |
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Manifesto dos Estudantes da Universidade de Coimbra á opinião illustrada do paiz
— published 1863 |
“Ali, onde o mar quebra, num cachão
Rugidor e monótono, e os ventos
erguem pelo areal os seus lamentos,
Ali se há-de enterrar meu coração.
Queimem-no os sóis da adusta solidão
Na fornalha do Estio, em dias lentos;
Depois, no Inverno, os sopros violentos
Lhe revolvam em torno o árido chão…
Até que se desfaça e, já tornado
Em impalpável pó, seja levado
Nos turbilhões que o vento levanter…
Com suas lutas, seu cans ado anseio,
Seu louco amor, dissolva-se no seio
Desse infecundity, desse amargo mar!”
― Antero de Quental
Rugidor e monótono, e os ventos
erguem pelo areal os seus lamentos,
Ali se há-de enterrar meu coração.
Queimem-no os sóis da adusta solidão
Na fornalha do Estio, em dias lentos;
Depois, no Inverno, os sopros violentos
Lhe revolvam em torno o árido chão…
Até que se desfaça e, já tornado
Em impalpável pó, seja levado
Nos turbilhões que o vento levanter…
Com suas lutas, seu cans ado anseio,
Seu louco amor, dissolva-se no seio
Desse infecundity, desse amargo mar!”
― Antero de Quental
“Porque mostrei enfado com as diligências necessárias para despachar a bagagem, considerou que sofria de horror aos preparativos das viagens, rotulando-me de efodiofóbico.”
― Antero de Quental
― Antero de Quental
“Que gente! Que coisas! Que opiniões! Que vida! Sinto entre mim e o meu país a distância abismosa deste sentimento: o desprezo. (...) O silêncio é a única resposta possível.”
― Antero de Quental
― Antero de Quental















